Projeto Pedagógico do curso de Administração

 

CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO
 


Osasco
2013
 










SUMÁRIO

 
1 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA    5
1.1.    IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES NO PPI E NO PDI, NO ÂMBITO DO CURSO    5
1.1.1.    CONCEPÇÃO DO CURSO E O PDI    5
1.1.2.    ARTICULAÇÃO DO PPC COM O PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL    5
1.1.3.    ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL    6
1.1.4.    COERÊNCIA DA JUSTIFICATIVA/OBJETIVOS DO CURSO COM A REALIDADE SOCIOECONÔMICA LOCAL E REGIONAL    7
1.2.    AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO    9
1.2.1.    COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COM A CONCEPÇÃO DO CURSO    9
1.2.1.1.    PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM    9
1.2.2.    ARTICULAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO COM A AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL    10
1.2.2.1.    INTRODUÇÃO    10
1.2.2.2.    OBJETIVOS    11
1.2.2.3.    PRINCÍPIOS    11
1.2.2.4.    DIMENSÕES    11
1.2.2.5.    METODOLOGIA    12
1.2.2.6.    DIFUSÃO E UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS    13
1.2.2.7.    REPLANEJAMENTO    13
1.2.2.8.    CONSIDERAÇÕES FINAIS    13
1.3.    ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO    13
1.4.    OBJETIVOS DO CURSO    14
1.5.    PERFIL DO EGRESSO    15
1.6.    NÚMERO DE VAGAS    17
1.7.    CONTEÚDOS CURRICULARES    17
1.7.1.    GRADE CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO    18
1.7.2.    CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO    20
1.7.3.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO COM OS OBJETIVOS DO CURSO    84
1.7.4.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO COM O PERFIL DESEJADO DO EGRESSO    84
1.7.5.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO FACE ÀS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS    84
1.8.    METODOLOGIA    85
1.8.1.    INTER-RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS NA CONCEPÇÃO E EXECUÇÃO DO CURRÍCULO    87
1.8.2.    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ADMINISTRADOR FIPEN    90
1.8.3.    DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS    98
1.8.4.    ADEQUAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DAS EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS    98
1.8.5.    DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR    98
1.9.    ATENDIMENTO AOS DISCENTES    99
1.9.1.    EXISTÊNCIA DE BOLSAS ACADÊMICAS    99
1.9.2.    MECANISMOS DE NIVELAMENTO    99
1.9.3.    APOIO A PROMOÇÃO DE EVENTOS    99
1.10.    ESTÍMULO A ATIVIDADES ACADÊMICAS    106
1.10.1.    PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS EM PROGRAMAS/PROJETOS/ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA OU EM PRÁTICAS DE INVESTIGAÇÃO    106
Diretor Acadêmico    110
1.10.2.    PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO    116
1.10.3.    TRABALHO DE CURSO    132
1.10.3.1.    REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO    132
1.10.3.2.    RELAÇÃO ALUNO/PROFESSOR NA ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CURSO    135
1.1.    ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA PROFISSIONAL    135
1.1.1.    MECANISMOS EFETIVOS DE ACOMPANHAMENTO E DE CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO    137
1.1.2.    FORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS FINAIS E PARCIAIS    144
1.1.3.    RELAÇÃO ALUNO/PROFESSOR NA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO    151
1.1.4.    PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES INTERNAS E EXTERNAS    151
1.1.5.    PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES SIMULADAS    151
1.1.6.    ABRANGÊNCIA DAS ATIVIDADES E ÁREAS DE FORMAÇÃO    151
1.1.7.    ADEQUAÇÃO DA CARGA HORÁRIA    151
1.2.    ATIVIDADES COMPLEMENTARES    152
2 – CORPO DOCENTE    154
2.1.    COMPOSIÇÀO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE    154
2.2.    TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR DO CURSO    155
2.3.    COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE    156
2.4.    TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE    156
3 - INFRA-ESTRUTURA    157
3.1.    SALA DOS PROFESSORES  E SALA DE REUNIÒES    157
3.2.    GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES    157
3.3.    SALAS DE AULA    158
3.4.    ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA    158
3.5.    REGISTROS ACADÊMICOS    158
3.6.    LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA    158
3.7.    LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR    158
3.8.    PERÍODICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES    158
3.9.    LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS    159
3.10.    INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS    159
3.11.    LANCHONETE    160
3.12.    3.13.6.MONITORIA    160
3.13.    3.13.7.COPIADORA    160
3.14.    3.13.8.ANFITEATRO    160
3.15.    3.13.9.SALA DE MÍDIA    160
3.16.    3.13.10.PÁTIOS COBERTO    160
BIBLIOGRAFIA    160

 


 
FICHA DO PROCESSO
 
  
Curso:    Administração
Turno de Funcionamento:    Noturno: das 18h30 às 22h50
Carga Horária:    3.321 h/a (2.808 h – 300 h estágios – 213 h atividades complementares)
Tempo mínimo de Integralização:    Mínimo 8 semestres – Máximo 14 semestres
Número de turmas e alunos (aulas teóricas e aulas práticas):    TEÓRICAS    PRÁTICAS
Regime de matrícula:    Semestral
Processo seletivo:    Semestral

Mantida:    FIPEN – Instituto Paulista de Ensino
Unidade Sede
Rua Euclides da Cunha, 377 – Tel: 3682-2528
Centro – Osasco - SP
Web site: http//www.fipen.edu.br
e-mail: pita_02@terra.com.br
Mantenedora:    O Instituto Paulista de Ensino, com limite territorial de atuação circunscrito ao município de Osasco, Estado de São Paulo, à Rua Euclides da Cunha, 377 é um estabelecimento isolado e particular de ensino superior mantido pelo "FASE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA", entidade jurídica de direito privado com fins lucrativos, de natureza educacional, cultural e social, de prazo indeterminado, com sede e foro na cidade de Osasco, Estado de São Paulo, e com seu Contrato Social inscrito no Registro Civil do 2º Cartório das Pessoas Jurídicas, sob nº 288 em 02 de dezembro de 1976 e alterações sob o número 124.423, em 26 de fevereiro de 1993. Tel.: 3681-3815 - e-mail: rogero@uol.com.br




 
1 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

A organização didático-pedagógica do Curso de Administração será descrita nos itens a seguir:


1.1.    IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES NO PPI E NO PDI, NO ÂMBITO DO CURSO

O Curso, por meio dos órgãos colegiados e da Coordenação, possui muita integração com Gestão Institucional. O fato da Instituição ter uma estrutura enxuta e os órgãos colegiados serem muito atuantes, facilita o alinhamento do Curso em relação à política e a missão institucional, além de auxiliar na implantação das orientações e práticas e possibilitar muita flexibilidade e acessibilidade aos gestores, aos docentes, aos técnico-administrativos e aos alunos. 
Conforme citado no Regimento Interno da FIPEN, o Curso de Administração está ligado ao Conselho Departamental, sendo Coordenado pelo Coordenador do Curso.

1.1.1.    CONCEPÇÃO DO CURSO E O PDI

O objetivo da FIPEN, conforme o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, é ser um centro educacional voltado para a geração de conhecimentos científicos, tecnológicos, sociais, econômicos e políticos. A sua atuação consiste em desenvolver, implantar, gerir e ofertar Cursos de Extensão, Graduação Tecnológica, Bacharelado, Licenciatura e Pós-Graduação com qualidade, de forma a colaborar com o desenvolvimento dos indivíduos e da sociedade.
Os objetivos institucionais são:
•    Proporcionar um processo educativo que promova a qualificação profissional compromissada com a emancipação humana e com a justiça social; 
•    Estimular a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento humano por meio da cooperação e da liberdade para que cada um alcance seu ideal de vida; 
•    Proporcionar a participação construtiva e acesso ao conhecimento científico de instrumentos e técnicas que promovam o desenvolvimento humano;
•    Incentivar a busca do saber em todas as áreas da instituição tendo em vista o compromisso de qualificação e de responsabilidade social; 
•    Promover a integração da instituição com a comunidade regional;
•    Incrementar a prática de pesquisa com visão criativa e renovadora;
•    Incentivar e manter a pluralidade de idéias;
•    Preparar a Instituição para os desafios futuros;
•    Sistematizar um processo contínuo de avaliação institucional.
Portanto, considerado estes propósitos foi criado o Curso de Administração da FIPEN, buscando a melhoria e o desenvolvimento regional, de forma ética, com uma visão holística que contribua para que os alunos tenham uma formação de qualidade, com visão crítica e responsabilidade social.

1.1.2.    ARTICULAÇÃO DO PPC COM O PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

A FIPEN, conforme o Projeto Pedagógico Institucional, em suas ações cotidianas, ou seja, na prática educacional, no desenvolvimento dos seus recursos humanos, na política de expansão e no seu relacionamento com as comunidades internas e externas, pauta-se pelos princípios seguintes:
•    ética e responsabilidade social;
•    apoio ao desenvolvimento econômico e sustentável, para tal, a estruturação das ações ocorre por meio do diálogo com a sociedade, o respeito ao próximo e às necessidades  regionais, nas localidades onde a FIPEN tenha capacidade de interação e, consequentemente, intervenção;
•    incentivo ao Ensino, integrado à pesquisa e à extensão;
•    interdisciplinaridade, para o desenvolvimento da integração interna e externa, respeito entre as diversas áreas e o incentivo do senso crítico;
•    processo educacional que possibilite ao indivíduo construir conhecimento científico e humanístico, capaz de contribuir com o desenvolvimento de um mundo multicultural, diversificado e complexo.
Portanto, o Projeto Pedagógico do Curso está em coerência com o Projeto Pedagógico Institucional quanto ao referencial teórico-metodológico, princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações, pois o curso foi implementado e está sendo construído com base nas seguintes finalidades:
•    Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
•    Formar recursos humanos nas áreas de conhecimento em que atuar, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, promovendo ações para sua formação continuada;
•    Incentivar a investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, da criação e difusão da cultura e o entendimento do homem e do meio em que vive;
•    Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;
•    Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
•    Estimular o conhecimento dos problemas do mundo globalizado e, simultaneamente, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
•    Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição;
•    Contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico da região em que está inserida.

1.1.3.    ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

A FIPEN entende a necessidade frequente de aderência de seus projetos de ensino superior com o desenvolvimento integrado e sustentável da região, onde se encontra inserida. Sendo assim, o Plano de Desenvolvimento Institucional da FIPEN e o Projeto Pedagógico do Curso de Administração estão baseados nos pilares básicos de desenvolvimento integrado e sustentável, que são: ecológico, econômico, social, cultural e político. Portanto, o Curso contribui para a formação de profissionais que atendam as necessidades do mercado, além de cumprir o seu papel social com a comunidade local e seus objetivos institucionais.
Um outro aspecto relevante que comprova a preocupação institucional com o desenvolvimento sustentável é a relação da FIPEN com a sociedade, por meio de ações, além do projeto ser direcionado para a formação integrada, relacionando a teoria e a prática. Portanto, a ampliação e a melhoria contínua da qualidade dos cursos de educação profissional são fundamentais para que os trabalhadores da região possam aumentar a sua empregabilidade e disputar as novas oportunidades que o mercado globalizado oferece.
Para complementar, destaca-se um trecho do Projeto Pedagógico Institucional:
A FIPEN demonstra responsabilidade social em sua ação cotidiana, pois suas metas e a missão buscam a construção de um sistema de ensino preocupado com a sua qualidade, com a inserção profissional dos alunos, com a melhoria da qualidade de vida dos alunos e desenvolvimento regional e com uma formação global e cidadã dos indivíduos. Estes objetivos são demonstrados da seguinte forma:
a)    projeto pedagógico diferenciado, com disciplinas que possibilitam a formação humanística e global;
b)    desenvolvimento de projetos de pesquisa e de iniciação científica que colaboram com o senso crítico e com o desenvolvimento regional;
c)    preocupação com uma administração humana e social, voltada às necessidades locais e ao desenvolvimento do ser humano;
d)    valorização do seu corpo social, seja ele técnico-administrativo, seja docente, por meio de políticas, ações e trabalhos cotidianos.
A FIPEN busca uma qualidade de ensino que considere o desenvolvimento local, o respeito à sociedade e aos cidadãos e a responsabilidade social.
Em suma, o Curso de Administração está totalmente aderente e integrado ao processo de desenvolvimento integrado e sustentável da região, partindo do pressuposto básico de que para alcançar de forma sistêmica e holística os pilares básicos do desenvolvimento sustentável, a educação profissional e o saber fazer consistem em instrumentos válidos de desenvolvimento integrado e sustentável.

1.1.4.    COERÊNCIA DA JUSTIFICATIVA/OBJETIVOS DO CURSO COM A REALIDADE SOCIOECONÔMICA LOCAL E REGIONAL

A necessidade do Curso de Administração surge devido a dois fatores:
a)    Contextualização da Região:
Com uma Logística privilegiada, os 67 Km2 de área relativos a cidade de Osasco, são cortados por rodovias, grandes avenidas e ramais ferroviários e hidroviários que oferecem diversas possibilidades de logística, além de aceso direto à cidade de São Paulo.
Situada no centro da cidade de Osasco, a FIPEN conta, em suas proximidades, com o principal comércio da região, tendo a maioria das linhas de ônibus municipais da cidade de Osasco, circulando, obrigatoriamente, a menos de uma quadra de sua sede, e os ônibus intermunicipais que ligam os demais municípios da região Oeste (Barueri, Jandira, Carapicuíba, Itapevi, Cotia, Taboão e outras) a menos de 500 metros. Destaca-se, ainda, a linha férrea, que também está a uma distância pequena, de, aproximadamente, mil metros.
Conforme dados coletados no site da Prefeitura de Osasco, a cidade tem uma localização privilegiada que atrai ainda mais empresas e empregos para seu território, pois possui acesso fácil para as marginais Pinheiros e Tietê.  A Marginal Tietê, por sua vez, é cortada por três importantes rodovias, Castelo Branco, Raposo Tavares e Anhangüera, e por grande parte da extensão do Rodoanel (sistema viário que visa otimizar o transporte o transporte e distribuição de cargas na região Metropolitana de São Paulo).
A construção do trecho Sul do Rodoanel facilitará o acesso ao complexo Anchieta-Imigrantes, ao porto de Santos, à região do ABC Paulista e à zona Leste da Capital. Atualmente, o trecho Oeste, que corta Osasco, possibilita rápido deslocamento para as cinco rodovias interligadas por esse anel viário.
 A rede ferroviária que serve a cidade é composta por 5 estações e 2 linhas de trem. Este ramal é responsável pelo transporte de 15 milhões de passageiros por ano, entre a região e a Capital. 
Com a revitalização das ferrovias em todo o País, a infra-estrutura de trilhos disponível em Osasco permite criar novas soluções para o transporte de cargas, ampliando as opções de logística para as empresas.
Conforme o Censo de 2010, a população de Osasco tem cerca de 666.740 mil habitantes. Osasco é, também, a 24ª maior cidade brasileira em termos de população, além de se constituir o 5º município mais populoso do Estado. Consiste de  uma economia que se destaca pela forte presença industrial  e pela intensa atividade dos setores de comércio e serviços, sendo que Osasco é hoje a 6ª cidade do Estado de São Paulo em população e está entre os 100 maiores municípios  em relação ao valor adicionado bruto dos serviços e participações percentuais, ocupando a 8º posição em 2009 (IBGE).
Pelo desenvolvimento que apresenta, a cidade é considerada a capital regional da zona oeste, sendo que possui as sedes regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE), bem como unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). 
Na cidade de Osasco, estão instaladas algumas das empresas que mais movimentam a economia brasileira, como a matriz do Banco Bradesco; o SBT, segunda maior rede de televisão em nível nacional; o parque gráfico do jornal Diário de São Paulo; a Submarino, maior empresa de comércio eletrônico brasileiro e os centros de distribuição de grandes empresas como McDonalds, Ponto Frio e Coca-Cola.
Como pólo comercial, Osasco é a cidade da Grande São Paulo que mais atrai investimentos. No setor varejista e atacadista, destacam-se o hipermercado Wal-Mart, que instalou em Osasco sua primeira loja  em território brasileiro, o Sams Club Atacadista, o Carrefour, o Makro e dois grandes shoppings, Super Shopping Osasco e Shopping União, com muitas lojas e diversos cinemas.
Por outro lado, as micro e pequenas empresas praticamente duplicaram sua participação na geração de empregos formais, passando de 20% para 40% nos últimos 20 anos. Comerciantes em sua maioria, esses empreendedores representam mais de 9 mil estabelecimentos. Muitos deles, comerciantes da colônia Armênia de Osasco, estão localizados na rua Antônio Agu, tradicional via de comércio popular de alcance regional por onde passam, diariamente, mais de 100 mil pessoas. Movimento superado, em toda a Região Metropolitana de São Paulo, apenas pela Rua 25 de Março, na Capital. Outro pólo regional de consumo é a Avenida dos Autonomistas, que em seus 10 quilômetros de extensão, comporta hipermercados, universidades, lojas de automóveis e um shopping center.  Juntos, comércio e serviços movimentam a economia de Osasco criando, a cada mês, 250 novos empreendimentos.


b)    Necessidade de oferta de um Curso diferenciado:
Diante de todo este cenário citado, os moradores de Osasco, muitas vezes não podem ocupar posições e assumir funções devido à formação. Alguns tem dificuldade de cursar um ensino diferenciado e com qualidade. Por meio desta proposta e considerando-se que a mantenedora, é conhecida há mais de vinte anos, por boa parte da população, como o principal colégio e cursinho da região, além de possuir localização geográfica privilegiada e de fácil acesso observou-se a necessidade da oferta do Curso de Administração.  
Com mais de 300.000 alunos matriculados no Ensino Fundamental e Médio, há uma demanda crescente de profissionais para Região, que muitas vezes tem dificuldades para se deslocar para São Paulo. A Região tem outros Cursos de Administração, porém há necessidade de um Curso diferenciado, que considere a formação global do aluno. Diante dessa premissa a FIPEN busca ofertar em seu currículo uma sólida formação de Comunicação e Expressão, Inglês, Leitura e Produção Textual e outros diferenciais.


1.2.    AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO

Os sistemas de avaliação, sejam de aprendizagem, de autoavaliação ou de análise dos resultados da avaliação externa (ENADE, Avaliações de Curso e Avaliação Institucional) tem o caráter formador e buscam a melhoria contínua da qualidade. A FIPEN, atualmente, tem a avaliação interna como um processo consolidado e que faz parte do cotidiano da IES, com planejamento e com instrumentos construídos com a participação da comunidade. 

1.2.1.    COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COM A CONCEPÇÃO DO CURSO

Visando atender às novas demandas da vida acadêmica, favorecer a interdisciplinaridade e o amadurecimento do alunado, o sistema de avaliação de aprendizagem passou a ser constituído  de forma integrada e interdisciplinar, atendendo as competências e habilidade previstas e o Projeto Pedagógico Institucional.

1.2.1.1.    PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

O processo de avaliação da Ensino-Aprendizagem da FIPEN é composto pelas seguintes avaliações:

1    Avaliação de Aprendizagem feita pelo Professor da Disciplina - (de 0 a 7 pontos)
Assim, 70% da nota final é da responsabilidade do professor. Desses 7 pontos, o professor destina 1,5 ponto para o fator COMPROMETIMENTO DO ALUNO, considerando a assiduidade do aluno às aulas, o envolvimento com a disciplina, o conhecimento com outras leituras e o cumprimento da agenda acadêmica no prazo definido pelo professor.
2    Avaliação de Aprendizagem Interdisciplinar – Oficinas Profissionalizantes (de 0 a 2,5 pontos).
O alunado, durante as oficinas profissionalizantes, têm a oportunidade de refletir sobre um caso e analisá-lo sob diferentes ângulos, chamados tópicos. Nesse momento, de um lado, é alcançada a interdisciplinaridade, visto que cada tópico apresenta o referencial teórico de uma disciplina e, de outro lado, é promovido o relacionamento entre o mundo acadêmico e o profissional. Por essa importante dinâmica, são atribuídas às oficinas profissionalizantes (25% da nota do semestre), ou seja: 2,5 pontos, distribuídos. conforme demonstrado a seguir:

2.1. Avaliação do tópico pelo professor da disciplina (até 1 ponto)
Os professores, ao avaliarem a resolução dos tópicos propostos, atribuem uma das seguintes pontuações: zero (0), meio(0,5), ou um (1) ponto.

2.2. Avaliação da equipe (até 0,5 ponto)
As equipes fazem a avaliação da participação dos seus membros e atribuirão uma das seguintes pontuações a cada membro: zero (0), ou meio(0,5).

2.3. Avaliação das apresentações e fechamento (até 1 ponto)
Pelas apresentações das equipes, fechamento do caso, discussão e elaboração das conclusões finais, os professores designados pelo coordenador das oficinas atribuem às equipes, uma das seguintes pontuações: zero(0), meio(0,5), ou um (1) ponto.
3    Autoavaliação (até 0,5 ponto).
Considerando o interesse manifestado pelo alunado, durante o workshop de avaliação desta Instituição, foi instituída a autoavaliação; cabendo aos alunos 5% da nota final de cada disciplina. 
No final do semestre, cada aluno fará sua autoavaliação seguindo os fatores apontados no FORMULÁRIO DE AUTOAVALIAÇÃO.


1.2.2.    ARTICULAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO COM A AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

A FIPEN possui um Plano de Autoavaliação participativo e consolidado, com vistas a melhoria contínua. Segue a síntese do Plano de Autoavaliação da FIPEN:

1.2.2.1.    INTRODUÇÃO

Com base nas dez dimensões estabelecidas na Lei 10.861, que devem servir de parâmetro para que a FIPEN faça a sua autoavaliação Institucional, este trabalho tem o propósito de:
-promover a reflexão e a ação da direção da FIPEN e dos seus órgãos colegiados em relação à prática das dimensões que dão forma à realidade institucional; 
-propor um roteiro para a construção dos instrumentos de avaliação pelos membros da comunidade acadêmica, a saber: corpo docente, discente e funcionários técnico-administrativos;
-atender aos requisitos legais, que estimulam a adoção de práticas acadêmicas, que culminarão com o reconhecimento do curso de Administração da FIPEN;
-envolver a comunidade em um processo de reflexão e melhoria contínua;
-integrar as avaliações externas (Institucional e de Curso) e o ENADE.

1.2.2.2.    OBJETIVOS

Essa proposta de autoavaliação consiste no planejamento para o levantamento de dados, a ser realizado e revisto anualmente, com o objetivo de se fazer uma autoavaliação para identificar fragilidades, bem como potencialidades da instituição, para que sejam tomadas decisões com vista ao aprimoramento da qualidade do Projeto Pedagógico da FIPEN. Este projeto está integrado ao SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.
Sabe-se que a qualidade em educação é resultante da interação de diferentes dimensões, envolvendo desde a infra-estrutura física até os mecanismos de integração da Instituição de Ensino ao contexto social em que se situa e com o qual interage.
Destaca-se que todo processo avaliativo exige o envolvimento e o comprometimento de todos os implicados nele, a saber: direção/mantenedora, coordenação, professores, alunos e funcionários. Todos esses atores, conhecidos como comunidade acadêmica, são responsáveis pela qualidade da educação que a instituição pratica. Responsáveis porque em suas mãos estão os aspectos que podem tornar a Faculdade FIPEN um excelente lugar para se promover a cidadania e o desenvolvimento de habilidades profissionais, com ética, justiça, inclusão social, respeito e solidariedade.
Tais valores são implementados nos aspectos que, nessa proposta, chamamos de proposições. À medida que tais proposições alcançam, por meio de suas avaliações e das ações de melhoria contínua, seus graus de excelência, a FIPEN vai se tornando cada vez mais um excelente lugar para a construção e propagação desses princípios.
Destaca-se que os resultados da autoavaliação são analisados e incorporados no planejamento da gestão acadêmico-administrativa da FIPEN, conforme a viabilidade e os objetivos institucionais.

1.2.2.3.    PRINCÍPIOS

Os Princípios da Autoavaliação FIPEN são:
•Globalidade, pois considera as diferentes ópticas e a diversidade de instrumentos (quantitativo, qualitativo e análise documental), 
•Universalidade, pois aborda as 10 dimensões, além de desenvolver a autoavaliação de forma integrada à comunidade interna e externa, inclusive considerando as avaliações oficiais do MEC/INEP;
•Ética e transparência, pois toda a comunidade conhece os objetivos e participa de forma construtiva para o desenvolvimento do processo;
•Melhoria contínua por meio da reflexão e análise.
A autoavaliação é um processo contínuo por meio do qual a FIPEN construirá conhecimento sobre sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Para tanto, há a necessidade de as informações representarem realmente a percepção de cada respondente, pois só assim, mais tarde, no momento da sistematização e análise, serão identificadas de fato as fragilidades, para estabelecermos as estratégias de superação desses problemas, e os pontos fortes, para identificarmos as potencialidades da FIPEN. A autoavaliação é, pois, um processo cíclico, criativo e renovador de análise, interpretação e síntese das dimensões que definem a FIPEN.
Dessa forma, o processo de autoavaliação da FIPEN foi conduzido e operacionalizado pela CPA, mas elaborado pelos atores da comunidade acadêmica, a saber: corpo docente, corpo discente, corpo técnico-administrativo.

1.2.2.4.    DIMENSÕES

As dimensões avaliadas são as propostas pelo SINAES e estão em conformidade ao art. 3° da Lei nº. 10.861/2004.
 
1.2.2.5.    METODOLOGIA

A autoavaliação se utiliza da comparação dos dados e das modificações ocorridas ao longo de cada ano, o que proporcionará um melhor conhecimento da instituição e oferecerá elementos para a formulação de políticas e planos de melhoria que correspondam às necessidades reais e possibilitem garantir a qualidade do ensino FIPEN.
Os instrumentos utilizados são os seguintes:
1.Análise dos resultados das autoavaliações de Cursos, Institucionais e do ENADE, com o objetivo de verificar as recomendações e realizar melhorias;
2.Elaboração, aplicação e análise de instrumentos quantitativos aplicados sobre as 10 (dez) dimensões, para coleta das ópticas dos alunos, docentes e funcionários, com o objetivo de comparar o desempenho anual, verificar as potencialidades e fragilidades e realizar melhorias;
3.Elaboração, aplicação e análise de instrumentos qualitativos, com o objeto de complementar as informações, onde os gestores de cada dimensão descrevem as potencialidades, fragilidades e realizam propostas de melhoria.
4.Análise documental e verificação “in loco” à instituição, realizada pelos responsáveis das áreas e com acompanhamento e orientação da CPA (Comissão Própria de Avaliação);
5.Encontro com alunos, docentes e funcionários para discussão e análise das dez dimensões, propondo a auto-reflexão e propostas de melhoria contínua. O encontro aborda: 
a.SINAES. objetivos, sistemática, Avaliação de Cursos e Institucional;
b.Missão e objetivos da FIPEN, Plano de Desenvolvimento Institucional, Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico de Cursos;
c.Resultados do Processo avaliativos.
d.Uma discussão em grupo sobre as dez dimensões, destacando as potencialidades, fragilidades e as propostas de melhoria.

As etapas da avaliação para cada ciclo são:
1.Preparação, que consiste em:
a.Composição da CPA (Comissão Própria de Avaliação). Realizada no início do processo e os membros são revistos em todos os ciclos;
b.Atividades para sensibilização da Comunidade Acadêmica sobre todo o processo, para tal são realizadas reuniões abertas com os alunos, docentes e técnico-administrativos, 
c.Elaboração do projeto de autoavaliação, em que participaram os membros da CPA e há discussão ao início de cada ciclo.
2.Desenvolvimento, com as ações:
a.Elaboração dos instrumentos avaliativos;
b.Coleta de documentos relativos a todas as dimensões, realizado por meio de solicitação dos documentos para as áreas responsáveis e aplicação dos instrumentos quantitativos e qualitativos;
3.Consolidação, por meio:
a.Da tabulação dos instrumentos avaliativos e análise dos documentos e resultados;
b.Da elaboração de relatórios, sintetizando as potencialidades, fragilidades e recomendações para cada dimensão;
c.Da difusão para comunidade, por meio de e-mail, sítio, “banner” e apresentação em auditório.
4.Reavaliação do plano para o próximo ciclo, conforme a proposta de melhoria contínua.

1.2.2.6.    DIFUSÃO E UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS

Os resultados são amplamente divulgados pela Instituição, pois é elaborado BANNER, realizada apresentação em Auditório, divulgação por meio de e-mail e sítio da FIPEN, além da discussão e análise dos membros da CPA e pelos Gestores da FIPEN.
Com os resultados, objetiva-se revisar os processos e as práticas cotidianas, além de elaboradas recomendações para análise do Plano de Desenvolvimento Institucional, do Projeto Pedagógico Institucional e dos Projetos Pedagógicos dos Cursos (Administração e os futuramente ofertados). 

1.2.2.7.    REPLANEJAMENTO

Em conformidade ao princípio da melhoria contínua ao final de cada ciclo é revisado o projeto pedagógico, considerando-se as dificuldades e as possíveis melhorias.

1.2.2.8.    CONSIDERAÇÕES FINAIS

Prosseguindo na concretização das etapas de nosso pré-projeto de autoavaliação, enviado ao INEP, ao final é realizado um relatório descritivo contendo:
a)as ações planejadas no pré-projeto de autoavaliação e nesta proposta;
b)as ações realizadas;
c)os resultados alcançados em cada uma das dez dimensões definidas na Lei 10.861, que estão configuradas em cada uma das proposições que formam os três modelos de avaliação apresentados, destacando as fragilidades e as potencialidades; 
d)as ações de superação das fragilidades e de aproveitamento das potencialidades; e
e)a descrição de como os resultados obtidos são/estão incorporados no planejamento da gestão acadêmico-administrativa da FIPEN.


1.3.    ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO

A Administração Acadêmica do curso possui um perfil adequado e aderente à área de concentração profissional do Administrador. Além da Coordenação possuir formação adequada, pois é Graduado e Mestre na área, há experiência profissional de 28 anos. O segundo aspecto relevante é que a FIPEN possui um Diretor Acadêmico e a Coordenação Pedagógica de apoio, que junto com o Corpo Docente e com a estrutura de apoio, conduzem de forma colegiada o Curso.
Por fim, destacamos que a Administração acadêmica está centrada no desempenho do curso de forma empreendedora, integrada à sociedade e as questões contemporâneas, destacando a ética, o desenvolvimento da visão crítica e a responsabilidade social.
O Coordenador de Curso e o seu substituto eventual, conforme o regimento, são designados pelo Diretor Geral, com titulação adequada às suas funções, por prazo indeterminado.
São atribuições do Coordenador de Curso:
I - superintender todas as atividades da Coordenadoria, representando-a junto às autoridades e órgãos da Faculdade;
II - convocar e presidir as reuniões do Conselho de Curso;
III - acompanhar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade dos professores e alunos;
IV - apresentar, semestralmente, ao Conselho de Curso e à Diretoria, relatório das atividades da Coordenadoria;
V - sugerir a contratação ou dispensa do pessoal docente, técnico-administrativo e monitores;
VI - encaminhar, ao setor responsável pelo controle acadêmico, nos prazos fixados pelo Diretor Geral, os relatórios e informações sobre avaliações e frequência de alunos;
VII - promover, periodicamente, a avaliação das atividades e programas do Curso, assim como dos alunos e do pessoal docente e não-docente nele lotado;
VIII - propor ou encaminhar proposta, na forma deste Regimento, para a criação de cursos sequenciais, de tecnologia, de pós-graduação e o desenvolvimento de projetos de pesquisa e programas de extensão ou eventos extracurriculares, culturais ou desportivos;
XI - distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre seus professores, respeitadas as especialidades;
X – decidir, após pronunciamento do professor da disciplina, sobre aproveitamento de estudos e adaptações de alunos;
XI - delegar competência;
XII - exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento.

A Coordenação desenvolve suas atividades por meio das seguintes ações detalhadas a seguir:
•     Atender ao aluno;
•     Lecionar no curso;
•     Reunir-se mensalmente com representantes de classe;
•     Elaborar projetos de gerenciamento e desenvolvimento das atividades de extensão e iniciação científica;
•     Elaborar projetos de monitorias e tutorias;
•     Realizar as reuniões de colegiado de curso.
Diante do exposto, ressaltamos que as atividades acima mencionadas estão diretamente inter-relacionadas e são flexíveis, tendo como principal objetivo cumprir e alcançar de forma adequada os objetivos gerais do curso. 
Para o desempenho das funções de Coordenação do Curso a FIPEN exige o comprometimento e o envolvimento o profissional, pois, desta forma considera garantir maior qualidade do Curso. 
O Coordenador Gestor do curso, Professor Msc. Marcos Antonio Maia de Oliveira, apresenta um perfil adequado, com características empreendedoras, ética, e coerente com as necessidades e exigências da área profissional e especificamente de um Curso de Administração, além do conhecimento e interesse pelo ensino, pela pesquisa e pela gestão.

1.4.    OBJETIVOS DO CURSO

O curso tem objetivos gerais e específicos descritos a seguir:

?    Objetivos gerais:

O Curso de Administração da FIPEN tem como objetivo formar gestores com conhecimentos, habilidades e atitudes para planejar, organizar, gerenciar e operacionalizar as atividades de gestão administrativa, capazes de associar a teoria à prática organizacional. 
O curso está compromissado em articular o conteúdo teórico das disciplinas com a prática profissional, promovendo no discente a responsabilidade pela melhoria contínua, preparando-o para entender o processo organizacional e gerencial e a perceber as mudanças no ambiente empresarial e no mercado, implementando medidas que garantam a competitividade, com empreendedorismo, criatividade, flexibilidade.

?    Objetivos específicos:

•    Desenvolver o espírito empreendedor, formando profissionais com conhecimentos competências e habilidades abrangentes, capacitando-os a tomarem decisões e atuar como agentes de mudança nas organizações.
•    Possibilitar a análise e discussão dos conceitos de Administração.
•    Proporcionar formação generalista que capacite o profissional a administrar, sempre com visão sistêmica e holística.
•    Aprimorar as características de liderança de pessoas para a realização do trabalho de forma produtiva, qualitativa e motivada.
•    Habilitar o profissional a desempenhar funções de gestão, assessoria e consultoria, atividades de pesquisa e desempenhar atividades gerenciais em áreas correlatas.
•    Dotar os gestores de espírito investigativo a ser aplicado nos mais diferentes mercados, considerando a cultura local e as características do meio ambiente, para oferta de serviços diferenciados, atendendo às exigências e especificidades do mercado internacional.

Sob esta fundamentação, a concepção do Administrador FIPEN enfatiza a formação de profissional capacitado a atuar de forma crítica e reflexiva em setores de planejamento, organização, coordenação, comando e controle de organizações. 


1.5.    PERFIL DO EGRESSO

A FIPEN objetiva formar profissionais que priorizem a valorização do ser humano como integrante de uma sociedade constituída e organizada, com conhecimentos técnico-científicos bem consolidados, princípios éticos, morais e profissionais e que sejam agentes disseminadores desses conhecimentos perante a comunidade. Espera-se que, ao final dos cursos, eles tenham condições, não apenas de estarem bem inseridos no mercado de trabalho, mas de intervir, de forma colaborativa e cidadã, na sociedade, e que valorizem o aprendizado contínuo, a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável.
A FIPEN possui um plano de acompanhamento de egressos, que se realiza por meio do estudo da inserção dos profissionais no mercado de trabalho e no oferecimento de cursos e palestras de reciclagem a seus egressos.
O Curso de Bacharelado em Administração objetiva formar profissionais que estejam capacitados a compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento no seu conjunto, observados os níveis graduais do processo de tomada de decisão, bem como a desenvolver o alto gerenciamento qualitativo e adequado, revelando a assimilação de novas informações, apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas presentes ou emergentes nos vários segmentos do campo de atuação do administrador.
A o final do curso o egresso tem conhecimento de conteúdos e possuem competências e habilidades para atuarem com o seguintes perfil: 
•    ético e empreendedor, com amplo domínio das estratégias empresariais, capaz de atuar de modo integrado e sistêmico, dotado de habilidades de planejamento, organização, direção e controle dos serviços oferecidos pelos diferentes setores que compõem a estrutura organizacional;
•    com  valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional;
•    com formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural onde está inserido e a tomar decisões em um mundo diversificado e interdependente;
•    capaz de atuar profissionalmente nas organizações, em equipes multidisciplinares, além de desenvolver atividades técnico-científicas próprias do administrador;
•    capaz de atuar de forma empreendedora, analisando criticamente as organizações, identificando oportunidades, antecipando e promovendo suas transformações;
•    que compreenda a necessidade do contínuo aperfeiçoamento.
Para tanto, formará profissionais com as seguintes competências e habilidades:
•    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão;
•    desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais;
•    refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
•    desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem assim, expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais;
•    ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
•    desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável;
•    desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações;
•    desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais;
•    articular o conhecimento sistematizado com a ação profissional;
•    atuar com modelos de gestão inovadores;
•    resolver problemas e desafios organizacionais com flexibilidade e adaptabilidade; 
•    selecionar procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de objetivos comuns.
Portanto a formação de um profissional voltado à realidade regional, nacional e internacional, é complementada através de seminários, palestras, bem como de estágios em empresas que realizam comercializações e vivência prática, além de atividades complementares desenvolvidas pelo Curso.

1.6.    NÚMERO DE VAGAS 
Diante da identificada necessidade da região, conforme pesquisa de mercado e com a possibilidade de ofertar um ensino diferenciado e com qualidade,  a FIPEN solicita o reconhecimento de 100 vagas anuais, no período noturno, para o Curso de Administração.

1.7.    CONTEÚDOS CURRICULARES

O Currículo dos Cursos da FIPEN são construídos com a participação do Corpo Docente e tem o propósito de criar e atualizar os cursos para:
a.    Sempre estarem em conformidade à legislação vigente;
b.    Atenderem a missão, o PDI e o PPI da FIPEN;
c.    Respeitarem a Cultura Organizacional Interna, mas, também, atenderem às demandas sociais regionais e nacionais;
d.    Garantir qualidade de ensino, com uma proposta diferenciada;
e.    Desenvolver currículos interdisciplinares, contribuindo para integração dos docentes, dos conteúdos e das atividades.


 
1.7.1.    GRADE CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

 
 


ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFERTADAS PELA FIPEN    CARGA HORÁRIA POR PERÍODO
Oficina de Teatro    24h
Mentoring    16h
Oficina de Redação    12h
Plantões com professores titulares    15h
Revisão de Estatística    24h
Revisão de Matemática    24h

RESUMO DA DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS POR FORMAÇÃO
    BÁSICA    PROFISSIONAL    
COMPLEMENTAR    
ECTCS    TECNOLÓGICA    TOTAL
H-AULA
    h-aula    crédito    h-aula    Crédito    h-aula    crédito    h-a    crédito    h-a    crédito    h-aula    Crédito
PRIMEIRO    216    18    72    6    108    9    -    -    -    -    396    33
SEGUNDO    216    18    72    6    108    9    -    -    -    -    396    33
TERCEIRO    216    18    72    6    72    6    -    -    -    -    360    30
QUARTO    144    12    144    12    72    6    -    -    -    -    360    30
QUINTO    72    6    216    18    72    6    -    -    -    -    360    30
SEXTO    -    -    288    24    72    6    -    -    -    -    360    30
SÉTIMO    36    3    108    9    144    12    -    -    -    -    288    24
OITAVO    -    -    180    15    36    3    300    25    72    6    588    49
TOTAL    900    75    1.152    96    684    57    300    25    72    6    3.108    259


Observação: Para as disciplinas são consideradas horas-aula, de 50 minutos. Para o estágio e  para as atividades complementares são consideradas horas-relógio, portanto de 60 minutos. Considerando-se apenas em hora relógio:  
      
 

 
1.7.2.    CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO


EMENTA 

Disciplina: MATEMÁTICA    Código: FPA001
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 1º período
1. EMENTA 
A disciplina objetiva capacitar ao estudante para a aplicação dos conceitos e técnicas de álgebra, cálculo diferencial e integral em diversas situações práticas relacionadas à área da administração e gerenciamento. O conteúdo consiste em: Conjunto, funções, domínio, imagem e contradomínio, matrizes, determinantes, sistemas lineares, limite, derivada, integral.
2.1. OBJETIVO GERAL:
Esta disciplina tem como objetivo geral, o ensino e a capacitação para a utilização das técnicas de cálculo diferencial e integral, as quais o aluno utilizará em como subsídio para assuntos correlatos e outras disciplinas, em nível de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional. Para cumprir está meta principal, há mister de uma revisão dos conceitos da álgebra em nível de segundo grau  relacionados ao estudo das funções e suas aplicações práticas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Capacitar o estudante a aplicar os conceitos e técnicas de álgebra, cálculo diferencial e integral em diversas situações práticas relacionadas à área da administração e gerenciamento. Este objetivo específico é alcançado através do treinamento utilizando-se  exemplos e exercícios com envolvimento de situações práticas.    
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação semestral constará de quatro (4) listas de exercícios para entrega com data determinada, um (1) trabalho em grupo contendo um tema motivador no qual se espera a aplicação das técnicas de cálculo e duas (2) provas dissertativas e modulares. Uma prova substitutiva contendo questões relativas ao conteúdo do semestre será aplicada com a finalidade de suprir a ausência do estudante em uma das provas anteriores ou substituir nota da prova de menor pontuação. As provas serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico. A média das listas de exercícios e a nota do trabalho em grupo terão peso (1) um, a média da prova terá peso (4) quatro. Todos os métodos de avaliação terão notas variando de zero (0) a dez (10).
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Ronaldo Sérgio de Biasi (Tradução).
MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005.
SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 5.ed. v.1,  São Paulo: Atlas, 2007.
 

5.2. COMPLEMENTAR:
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática Financeira: com HP 12C e Excel. Inclui diversas aplicações, mais de 600 exercícios resolvidos e a Planilha MATFIN.XLS. São Paulo: Atlas, 2002.
CARVALHO, Luiz Celso Silva de. Matemática Financeira Aplicada. Rio de Janeiro: FGV, 2009.
GOLDSTEIN, L. J., LAY, D. C. e SCHNEIDER, D. I. Matemática Aplicada. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
SILVA. Luiza Maria Oliveira. MACHADO, Maria Augusta Soares. Matemática Aplicada à Administração, Economia e Contabilidade. São Paulo: Cengage, 2011.
TEIXEIRA, James; PIERRO NETTO, Scipione Di. Matemática Financeira. São Paulo: Makron Books, 1998. 134 p. il. ; 24cm. ISBN 85-346-0767-2.
TAN, S. T. Matemática aplicada à Administração e Economia. 5.ed. São Paulo: Thomson, 2001.

 

DISCIPLINA

Disciplina: INFORMÁTICA APLICADA    Código: FPA002.
Carga Horária: 80 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 1º período.
1. EMENTA 
Histórico da Informática e Evolução dos computadores e aplicações. Arquitetura de hardware e software. Sistemas Operacionais: MS-DOS, Windows e Linux. Ambiente Gráfico Windows e Linux. Internet: tecnologia, uso e recursos disponíveis. Aplicativos para Escritório (MS-Office e Open Office): Processador de texto: Ms Word e Open Office Writer. Editor Planilha Eletrônica: Ms Excel e Open Office Calc. Gerador de Slides (Apresentação): Ms Power Point e Open Office Impress. Noções gerais de Bancos de Dados: dados, informação, registro, arquivo, estruturação de banco de dados, etc. Recursos de Aplicações para EaD.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Durante o decorrer do ano letivo, o aluno deverá gradualmente obter condições de:
Entender e utilizar os diversos hardwares e softwares abordados pela disciplina e o seu potencial para a administração, bem como aplicar no seu dia-a-dia profissional, acadêmico e pessoal os conceitos apresentados e as ferramentas estudadas. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da informática e tecnologia e adequá-los para uso, utilizando-os como ferramenta que valoriza seu perfil profissional e pessoal.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários. Aulas práticas em laboratório de informática
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações práticas e teóricas. Atividades individuais e em grupo. Relatórios e/ou exercícios práticos.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
GARCIA, Marcus. Informática Aplicada a Negócios. 1ª ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005
KARIM GIZELLE GONZALEZ, Integração Microsoft Office XP Professional. São Paulo: Senac,  2002. 
MANZANO, José Augusto Navarro Garcia. BrOffice.org 2.0: guia prático de aplicação (versão brasileira do openoffice.org). São Paulo: Érica, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática: Funções e fatores críticos de sucesso. 6.ed. Sao Paulo: Atlas, 2009.
REMACHA ESTERAS, Santiago. Infotech: english for computer users. 4th ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2008. 
FIDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio; PERES, Fernando Eduardo. Introdução à Ciência da Computação. São Paulo: Pioneira Thomsom Learning, 2003.
GARCIA, Marcus. Informática Aplicada a Negócios. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
SCHECHTER, Renato. BrOffice.org: calc e writer. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.


 


DISCIPLINA

Disciplina: SOCIOLOGIA APLICADA    Código:FPA003
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 1? período
1. EMENTA 
Antropologia geral, contemporânea e aplicada à Administração.  Cultura e indivíduo; Cultura e poder nas organizações. O diagnóstico da cultura organizacional. Sociologia geral e sociologia aplicada à Administração. Estratificação social. Diversidades Raciais e multiculurais. O indivíduo e a organização. Organização formal e informal. Processo de Organização do trabalho frente aos novos modelos de gestão. Mudança organizacional. Ideologia. O processo de globalização. Poder e burocracia.   Relações entre sindicatos, empresas, empregados: representatividade e negociação; Os recursos humanos sob uma perspectiva sociológica. A Administração e o Terceiro Setor.Implementação
 
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
A disciplina visa, com base no instrumental teórico da Sociologia Geral, iniciar o aluno na análise da realidade social. Terá como referência as principais características das teorias clássicas da Sociologia, suas categorias básicas, aspectos que envolvem o projeto de pesquisa social, visando sua posterior aplicação e relação com as análises da Sociologia do Trabalho. A Sociologia deve ser um instrumental para compreender sua relação com o outro nos grupos sociais, além da relação dele enquanto indivíduo, no trabalho e em sua profissão.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Ao término do semestre, o aluno deverá poder:
Diferenciar a explicação de senso comum do pensamento científico sobre o social, permitindo-lhe perceber a realidade de forma crítica e criativa;
Relacionar a afirmação do Capitalismo Industrial ao advento da Sociologia, enquanto ciência, seu objeto de estudo e os principais tipos de relações sociais;
Compreender as principais características das teorias clássicas da Sociologia;
Estejam aptos a utilizar de maneira acurada as principais teorias da Sociologia no exercício de suas atividades profissionais.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
As aulas serão ministradas a partir de aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados, discussões de textos e filmes, bem como atividades em grupos. Uma variedade de métodos de discussão será usada, com o objetivo de fortalecer os assuntos tratados. Os alunos terão de apresentar, ao longo do semestre, relatórios de discussões feitas em salas de aula, fichamentos e resenhas críticas.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Provas escritas, ao final de cada bimestre. Atividades, como fichamentos de textos, resenhas e exercícios em sala de aula também serão objeto de avaliação e comporão a avaliação final. O objetivo das avaliações é valorizar e incentivar a participação do aluno em todas as atividades desenvolvidas ao longo do semestre. As avaliações são bimestrais e compõem a média semestral através da média aritmética de três notas, conforme discriminado abaixo:
P1 – 1ª Prova Bimestral
P2 – 2ª Prova Bimestral
P3 – Relatórios de atividades desenvolvidas em sala de aula, oficinas, fichamentos e resenhas
 

5. BIBLIOGRAFIA
5.1 BÁSICA:
FLEURY, Maria Tereza Leme; FISCHER, Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 
IANNI, Octavio. Teorias da globalização. 13.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: Atlas, 1997. 
5.2. COMPLEMENTAR:
COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 1990. 
DEMO, Pedro. Sociologia: uma introdução crítica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985.
FERNANDES, Florestan. Ensaios de Sociologia Geral e Aplicada. 3.ed. São Paulo: Pioneira, 1976. (Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais).
FLEURY, Maria Tereza Leme; FISCHER, Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 
FRANCA, ANA CRISTINA LIMONGI. Comportamento Organizacional: Conceitos e Práticas, Saraiva: 2005.


    
 

DISCIPLINA

Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I     Código: FPA004.
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 1º período.
1. EMENTA 
Fundamentos da Administração: Definição de TGA e sua relevância ao curso. Conceito de Administração. Habilidades, Técnicas e Competências do Gestor. Papéis e Funções do Gestor. As organizações: Definição de Empresa e Objetivo. As organizações e seus sistemas. Funções da Administração. Recursos e objetivos das empresas. A empresa vista como um sistema; Níveis hierárquicos nas empresas. Teorias da Administração:  Idéias Centrais Aplicadas: Administração Científica; Fordismo; Administração Clássica; Teoria das Relações Humanas; Burocracia; Teoria Comportamental; Neoclássica; Administração por Objetivos.
Planejamento: Introdução e Importância; Natureza e Propósitos; Etapas; Métodos; Princípios; Fases. Tipos de Planejamento: Estratégicos, Táticos, Operacionais. 
Organização Formal: Hierarquia – Autoridade e Responsabilidade; Departamentalização;
Órgão e critérios de Departamentalização. Centralização e Descentralização. 
Fluxograma e Layout. Organograma. Fluxogramas. 
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
O aluno conhecerá a administração e sua evolução histórica, seus principais colaboradores e estudiosos, tudo isso relacionado com a aplicabilidade prática, criando uma ligação entre as situações de ontem e de hoje. A Teoria Geral da Administração não deve ser vista como a história da Administração, mas como uma forma de relacionar situações e problemas vividos por empresas ontem que servem, hoje, como modelo.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da Administração, utilizando técnicas simples para resolver problemas complexos das empresas.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos.Trabalhos em grupo. Avaliações em forma de provas, seminários, e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
CERTO, C. S. Administração moderna. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: edição compacta. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de.  Teoria Geral da Administração. Ed. Atlas, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração: abordagens prescritivas e normativas da Administração. 6.ed. v.1. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
COSTA, Paulo Moreira da et al. Taylorismo: após cem anos nada superou o modelo de Gestão? Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração: da escola científica à competitividade na economia globalizada. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 
TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de administração científica. 8.ed. São Paulo: Atlas, 1995. Arlindo Vieira Ramos (Tradução).



 

DISCIPLINA

Disciplina: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO    Códigos: FPA005
Carga Horária: 40 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 1º  período
1. EMENTA : 
1. O papel da linguagem verbal na comunicação.
2. Níveis de abstração: sistema, norma e fala.
3. A norma culta e o conceito de erro na língua portuguesa. Critérios para a conceituação de erro linguístico. O "purismo". Adequação e inadequação.
4. Diferenciação de fichamento, resumo e resenha.
5. As normas linguísticas: variedades geográficas e socioculturais.
6. Elementos da comunicação: fun+B3ções da linguagem ( Jakobson)
7. Denotação e conotação. 
8. A norma padrão e seu efeito enquanto recurso argumentativo. Revisão gramatical.
8.1 Ortografia e acentuação
8.2 Morfologia: pronomes e verbos
8.3 Colocação pronominal
9. Uso dos tempos e modos verbais.
10.  Sintaxe: sujeito e predicado. 
10.1. Conjunções e valores dos conectivos no texto
11. Regência e Crase
12. Concordância verbal e nominal ( principais casos)
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Habilitar o aluno a melhor desempenhar suas funções de comunicação, mediante o domínio mais seguro da linguagem verbal.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Habilitar o aluno a:
1. comunicar-se com maior eficácia, pela conscientização de diferentes usos de linguagem;
2. permitir a formação da consciência crítica acerca do papel da linguagem verbal na formação do administrador;
3. identificar as ocorrências gramaticais presentes nos textos dados e as regras que as regem.
4. permitir a formação da consciência crítica acerca do papel da linguagem verbal na formação do administrador;
5. identificar as ocorrências gramaticais presentes nos textos dados e as regras que as regem;
6. aprofundamento das normas gramaticais;
7. interpretar texto.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Prova, exercícios e resenhas.

 

5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999. 
MEDEIROS, João Bosco. Correspondência técnicas de comunicação criativa. 15ª ed. São Paulo, Atlas 2002
VIANA, Antônio Carlos Mangueira et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2010.
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 26.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 
GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
 

DISCIPLINA

Disciplina: INGLÊS  PARA ADMINISTRADORES I    Código: FPA006.
Carga Horária: 40 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 1º período.
1. EMENTA 
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado. Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada às seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever. O conteúdo aborda:  aceitar e recusar um convite, apresentar-se, convidar alguém, cumprimentar, dar e pedir informações sobre nacionalidade, descrever características físicas e estado de espírito, descrever suas habilidades,  informar o numero do telefone e tomar notas, expressar preferências e opinião, falar sobre seu dia a dia, falar sobre sua profissão e para quem trabalha, nomear objetos de trabalho de escritório e pedir desculpas.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. 
Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conscientizar-se das estratégias linguísticas que pode utilizar para aprender uma segunda língua: memória, compensação e meta-cognição. 
Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever e ler. 
Utilizar estratégias de leitura instrumental para ler textos encontrar respostas especificas em um texto (scanning); compreender a idéia geral de um texto (skimming, associação). 
Realizar tarefas de leitura e interpretação e ampliar vocabulário seguindo as orientações do professor.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Exercícios que promovam o desenvolvimento das capacidades de ouvir, falar, escrever e ler.  
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios periódicos e avaliações trimestrais. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BARNARD, Roger & ZEMACH, Dorothy. Writing for the Real World – an introduction to General Writing – vol 1. OUP; Oxford University Press. 2004.
COTTON, David; FALVEY, David; KENT, Simon. Market Leader: course book - elementary business english. Essex: Pearson / Longman, 2004. 
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of english; with answers. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1998..
5.2. COMPLEMENTAR:
MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em inglês: livro de atividades: o livro de exercícios para você treinar conversação. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MELHORAMENTOS. Michaelis Inglês - Gramática prática. São Paulo: Melhoramentos. 2002.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. v.1. São Paulo: Textonovo, 2000.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Dicionário de Inglês corporativo São Paulo: DISAL, 2006.
TENNANT, Adrian. Skyline 1: grammar resource book. Oxford: Macmillan, 2004.
 

DISCIPLINA

Disciplina: CONTABILIDADE BÁSICA    Código: FPA007
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 2º período
1. EMENTA 
Noções Preliminares de Contabilidade. Grupos interessados nas informações e finalidades para as quais se usa a informação contábil. Funções da Contabilidade. Estática Patrimonial. Conceito de Liquidez.  Fontes de Patrimônio Líquido e equação fundamental do patrimônio. Representação gráfica dos estados patrimoniais e conceituações das várias configurações do capital.  Estrutura do Balanço. Procedimentos Contábeis.  Método das Partidas Dobradas. Balancete de Verificação.  Variações do Patrimônio Líquido. Introdução à Demonstração do Resultado do Exercício.  Registro das operações normais do exercício; regime de competência e regime de caixa. Princípios e Convenções Contábeis.  Operações com Mercadorias. Controle de estoques através dos métodos: Preço Específico, PEPS ou FIFO, UEPS ou LIFO e Média Ponderada Móvel. Importância da exatidão do inventário. Fatos que alteram os valores de compras e vendas no estoque. Estrutura das Demonstrações Contábeis. Critérios de classificação dos elementos patrimoniais.  Demonstração do Resultado do Exercício. Como levantar o Balanço Patrimonial. Outras Demonstrações Contábeis e Notas explicativas.  
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Durante o decorrer do ano letivo, o aluno deverá gradualmente obter condições de: Explicar a utilidade da contabilidade  e como as informações produzidas pela contabilidade podem ser empregadas. Contabilizar operações simuladas de compras, vendas e armazenamento de mercadorias. Explicar através de exercícios as diversas informações relacionadas com as operações de compras, vendas e armazenamento de mercadorias. Compreender os conceitos relativos a patrimônio, situação líquida, princípios contábeis e outros, por meio de leitura de demonstrativos contábeis publicados pela imprensa. Analisar e emitir parecer sobre os demonstrativos contábeis.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da contabilidade como ferramental importante no processo decisório na empresa. Compreender a estática patrimonial, os procedimentos contábeis e as variações patrimoniais decorrentes das operações da empresa. Aplicar as técnicas de contabilidade de acordo com os princípios e as convenções contábeis geralmente aceitos. Analisar e emitir parecer sobre as demonstrações financeiras geradas pela contabilidade.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CÉSAR, B.; MORGADO A. C. Matemática básica: 2 edição. São Paulo: Elsevier, 2006.
MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005. 
SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 5.ed. v.1,  São Paulo: Atlas, 2007.
 

5.2. COMPLEMENTAR:
GOLDSTEIN, L. J., LAY, D. C. e SCHNEIDER, D. I. Matemática Aplicada. 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Ronaldo Sérgio de Biasi (Tradução).
IEZZI, G. et al. Fundamentos da matemática elementar. Vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Atual, 2001.
TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: Thomson, 2001.
WATANABE, Osvaldo K. Iniciação à Lógica Matemática. Embu das Artes: Alexa Cultural, 2010. 
 

DISCIPLINA

Disciplina: MÉTODOS QUANTITATIVOS    Código: FPA008.
Carga Horária: 80 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 2º período.
1. EMENTA 
Esta é uma disciplina que aprofunda o raciocínio lógico e matemático do discente, desenvolvendo-lhe a capacidade crítica que influenciará na qualidade do processo decisório quando em função de gestão e na solução de problemas do cotidiano empresarial. Aborda: Potenciação, radiciação, produtos notáveis, fatoração, funções: 1º grau, funções: 2º grau. Regras de Sociedades. 
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Aprofundar o raciocínio lógico e matemático do discente, desenvolvendo-lhe a capacidade crítica que influenciará na qualidade do processo decisório quando em função de gestão e na solução de problemas do cotidiano empresarial. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os fundamentos dos métodos quantitativos;
Utilizar sistemas lógicos de informação e apoio à decisão;
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações em forma de provas, seminários, e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CÉSAR, B.; MORGADO A. C. Matemática básica: 2 edição. São Paulo: Elsevier, 2006.
MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de O. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005. 
SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis. 5.ed. v.1,  São Paulo: Atlas, 2007.
5.2. COMPLEMENTAR:
GOLDSTEIN, L. J., LAY, D. C. e SCHNEIDER, D. I. Matemática Aplicada. 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. (OK)
IEZZI, G. et al. Fundamentos da matemática elementar. Vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Atual, 2001.
TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: Thomson, 2001.
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Ronaldo Sérgio de Biasi (Tradução). 
WATANABE, Osvaldo K. Iniciação à Lógica Matemática. Embu das Artes: Alexa Cultural, 2010. 




 

DISCIPLINA

Disciplina: FILOSOFIA E ÉTICA    Código: FPA009
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 2º período
1. EMENTA 
Desenvolver temas e assuntos de Filosofia e Ética, que possam ampliar as habilidades de reflexão do futuro gestor, a saber: As noções gerais de história da Filosofia. A relação Sujeito-objeto. Lógica. Falácias. Dedução, Indução e Hipóteses. Filosofia da linguagem. Teoria do Conhecimento. Ética, Filosofia Política e Filosofia do Direito, Filosofia da Administração. Filosofia, Visão e Missão das empresas. Temas tratados em forma de discussões e análise de situações que envolvam as culturas nacionais e as culturas organizacionais das empresas brasileiras. Aspectos étnico-racial, história e cultura indígena e afro-brasileira contextualizados no ambiente corporativo.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Proporcionar ao aluno as condições necessárias para a ampliação de sua capacidade de reflexão e análise crítica, da realidade vivida e reconhecida, através da Filosofia.
Durante o decorrer do ano letivo, o aluno deverá primeiramente vencer a resistência natural em estudar filosofia num curso de administração de empresas para que possa  gradualmente desenvolver três importantes pontos: a capacidade de ler, raciocinar e se expressar.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Utilizar como base de estudos a metodologia científica, útil ao administrador, pois este deverá trabalhar durante sua formação e atividade profissional com conhecimentos que se propõem científicos, como Matemática, Estatística, Contabilidade, Economia, entre outros.
Utilizar-se, de um lado, de alguns conceitos importantes na teoria da administração (marketing, missão, liderança, informação, comunicação), da própria linguagem da administração, discutindo esses conceitos e avaliando-os, sempre que possível, do ponto de vista filosófico; por outro lado, utilizar-se da reflexão filosófica para investigar objetos geralmente abordados pela própria teoria da administração (ou, às vezes, significativamente marginalizados por ela); e, além disso, utilizar alguns tópicos, alguns filósofos, algumas épocas, algumas questões da filosofia que possam servir de auxílio para a atividade do administrador. Realizar uma reflexão filosófica aplicada aos objetos da administração e à sua teoria, organizada para fundamentar um curso de filosofia ministrado a alunos de administração. Respeitados, assim, tanto o caráter abstrato da filosofia quanto às necessidades objetivas e concretas da administração.  
Estabelecer um diálogo entre diferentes pontos de vista, como sendo uma das funções de um texto. Amadurecer o raciocínio e a capacidade de expressão ou dos discursos pessoais a partir da leitura e da releitura de textos.
O objetivo final não é tornar o aluno mais erudito, e sim fazer frutificar sua inteligência.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre (25%)
Avaliação Prática: Seminário em grupo, com temas a serem definidos (25%)
Avaliação Teórica: Prova escrita  (50%)

 

5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ALONSO, Felix R; LOPEZ, F.G.; CASTRUCCI, Plínio de L.. Curso de Ética em Administração. São Paulo: Atlas, 2006.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 12 ed. São Paulo: Ática, 2002.
MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. São Paulo: Saraiva, 2004. 
5.2. COMPLEMENTAR:
ASHLEY, Patrícia Almeida (Coord.) et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 
BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política. 12.ed. v.1. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2004. Carmem C. Varriale, Caetano Lo Mônaco, João Ferreira, Luís Guerreiro Pinto Cacais e Renzo Dini (Tradução). 
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance da história da filosofia. São Paulo: Cia. das Letras, 2004. 
HUNNEX, Milton. Filósofos e correntes filosóficas: em gráficos e diagramas: conheça melhor os filósofos e as correntes filosóficas por meio de gráficos e diagramas cronológicos e temáticos. São Paulo: Vida, 2003.
MAIA, Paulo Leandro. Introdução à ética e responsabilidade social: administração e ciências contábeis. São Paulo: LEUD, 2007. 

 


DISCIPLINA

Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II    Código: FPA010.
Carga Horária: 80 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 2º período.
1. EMENTA 
Direção: conceito e natureza; autoridade e responsabilidade; delegação de autoridade; motivação, comunicação e liderança; qualidade de direção, processo de tomada de decisão. Administração Participativa. Controle: conceitos básicos. Padrão de desempenho, medida, interpretação de resultados, ações corretiva. Cronograma e orçamento: conceitos, pert/COM, orçamento. Administração por Objetivos, razões para uso. Coordenação: conceito, mecanismos e comunicação. Ambiente: Teoria dos Sistemas; Abordagem Contingencial; Visão Holística; Análise PFOA. Plano de Negócio. Tendências atuais da Administração: Qualidade total: Administração Japonesa, Gestão da qualidade total; Benchmarking; Aperfeiçoamento dos processos: Reengenharia, downzising. A Nova Administração: Administração Empreendedora; Organizações que aprendem, (learning organization); Globalização: definição, panorama geral, vantagens e riscos. 
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
O aluno conhecerá a administração e sua evolução histórica, seus principais colaboradores e estudiosos, tudo isso relacionado com a aplicabilidade prática, criando uma ligação entre as situações de ontem e de hoje. A Teoria Geral da Administração não deve ser vista como a história da Administração, mas como uma forma de relacionar situações e problemas vividos por empresas ontem que servem, hoje, como modelo.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da Administração, utilizando técnicas simples para resolver problemas complexos das empresas.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações em forma de provas, seminários, e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CERTO, C. S. Administração moderna. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: edição compacta. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração: abordagens prescritivas e normativas da Administração. 6.ed. v.1. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 
5.2. COMPLEMENTAR:
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade na economia globalizada. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de.  Teoria Geral da Administração. Ed. Atlas, 2008
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da Administração. 1 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008. 
TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de administração científica. 8.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 
JUCIUS, Michael J.; SCHLENDER, Willian E. Introdução à Administração: elementos de ação administrativa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1981.

 

DISCIPLINA

Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL I    Código: FPA011.
Carga Horária: 40 horas aula.     Posição na Grade Curricular: 2º período.
1. EMENTA 
Com o objetivo de estimular a competência comunicativa dos alunos, a disciplina aborda: leitura e produção de textos em Língua Portuguesa, análise e interpretação de textos, noção de texto, textos figurativos e temáticos, resumo, coesão textual, coerência textual e morfologia. Temática incluída no conteúdo sobre textos argumentativos: aspectos étnico-racial, história e cultura indígena e afro-brasileira e aspectos socioambientais..
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer o discurso dissertativo; organização, elementos de coesão lógico-sintática.
Interpretar e criar textos adequados aos diferentes fins a que se destinam e levar o aluno a perceber que escrever bem implica dominar os múltiplos recursos linguísticos.
Aprofundar o nível de leitura dos textos e interpretação; organização, elementos de coesão lógico-sintática; 
Definir estratégias de produção textual: (inter) (intra) discursividade/textualidade.
Produzir alguns tipos de redação técnica.
Verificar a produção escrita e formar uma autoanálise da própria produção.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Prova, exercícios e fichamentos e/ou resenha.
 

DISCIPLINA

Disciplina: INGLÊS  PARA ADMINISTRADORES II    Código: FPA012.
Carga Horária: 40 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 2º período.
1. EMENTA 
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado. Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever. O conteúdo aborda: Dar direções,  
Pedir algo emprestado, Apresentar-se, Comprar e vender, Comunicar-se informalmente: lazer, música, filmes e programas de TV, descrever rotina pessoal e de trabalho, falar sobre o seu trabalho e o de outra pessoa, falar sobre preferencias, família, colegas, fazer o pedido em um restaurante, pagar a conta, gorjeta, menu, fazer planejamento, marcar reuniões, compromissos, almoço (fazer reservas) e negociar.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. 
Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conscientizar-se das estratégias linguísticas que pode utilizar para aprender uma segunda língua: memória, compensação e meta-cognição. 
Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever e ler. 
Utilizar estratégias de leitura instrumental para ler textos encontrar respostas especificas em um texto (scanning); compreender a idéia geral de um texto (skimming, associação). 
Realizar tarefas de leitura e interpretação e ampliar vocabulário seguindo as orientações do professor.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Exercícios que promovam o desenvolvimento das capacidades de ouvir, falar, escrever e ler. 
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios periódicos e avaliações trimestrais. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ASHER, Allen & SASLOW, Joan. Top Notch TV - DVD 1. Pearson Education, Inc. 2006.
COTTON, David; FALVEY, David; KENT, Simon. Market Leader: course book - elementary business english. Essex: Pearson / Longman, 2004. 
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of english; with answers. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1998.
5.2. COMPLEMENTAR:
MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em inglês: livro de atividades: o livro de exercícios para você treinar conversação. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MELHORAMENTOS. Michaelis Inglês - Gramática prática. São Paulo: Melhoramentos. 2008.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. v.1. São Paulo: Textonovo, 2000. 
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Dicionário de inglês corporativo São Paulo: DISAL, 2006.
TENNANT, Adrian. Skyline 1: grammar resource book. Oxford: Macmillan, 2004.


5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
VIANA, Antonio Carlos Mangueira et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2010.
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
 

DISCIPLINA

Disciplina: ESTATÍSTICA    Código: FPA0013
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 3º período
1. EMENTA 
Evolução e aplicação da estatística. Organização de dados estatísticos. Distribuição de frequência e representação gráfica. Séries estatísticas. Medidas de tendência central. Medidas de dispersão. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Modelos de distribuição contínua e discreta. Amostragem. Estimação. Testes de significância. Regressão. Correlação e séries temporais. Números índices. Aplicação na administração.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Esta disciplina tem como objetivo geral, o ensino e a capacitação para a utilização de conceitos e técnicas relacionadas à estatística, as quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos e outras disciplinas, em nível de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Capacitar o estudante a aplicar os conceitos e técnicas de estatística em diversas situações práticas relacionadas à área da administração e gerenciamento. Este objetivo específico é alcançado através do treinamento utilizando-se exemplos e exercícios com envolvimento de situações práticas. Ao final do curso o aluno deverá estar apto a organizar um conjunto de dados, construir e analisar números índices e analisar séries temporais, dominar os fundamentos básicos de probabilidade e de inferência estatística, permitindo-lhe a leitura de alguns artigos que utilizam estes métodos, assim como a execução de procedimentos elementares de probabilidade e estatística.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação semestral constará de quatro (4) listas de exercícios para entrega com data determinada, um (1) trabalho em grupo contendo um tema motivador no qual se espera a aplicação dos métodos estatísticos e duas (2) provas dissertativas e modulares. Uma prova substitutiva contendo questões relativas ao conteúdo do semestre será aplicada com a finalidade de suprir a ausência do estudante em uma das provas anteriores ou substituir nota da prova de menor pontuação. As provas serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico. A média das listas de exercícios e a nota do trabalho em grupo terão peso (1) um, a média da prova terá peso (2) quatro. Todos os métodos de avaliação terão notas variando de zero (0) a dez (10).
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA
DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de O. Estatística básica. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
SMILES, Joane; McGRANE, Angela. Estatística Aplicada a Administração com Excell. São Paulo: Atlas, 2002.
 

5.2. COMPLEMENTAR
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1980.
SILVER, Mick. Estatística para Administração. São Paulo: Atlas, 2000. Sonia Vieira e José Eduardo Corrente (Tradução).
SWEENEY, Dennis J.; WILLIAMS, Thomas A.; ANDERSON, David R. Estatística aplicada a administração e economia. São Paulo: Thomson Pioneira, 2007.
WEBSTER, Allen L. Estatística aplicada a administração e economia. Porto Alegre: Artmed, 2006.
TIBONI, Conceição Gentil Rebelo. Estatística básica para os cursos de administração, ciências contábeis, tecnológicos. São Paulo: Atlas, 2010.
 


DISCIPLINA

Disciplina: PSICOLOGIA APLICADA    Código: FPA014.
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular:  3º período
1. EMENTA 
O indivíduo e a organização. Comportamento Humano. Personalidade. Papéis e valores. Processos de Liderança. Tensão e Conflito. Feedback. Funcionamento e desenvolvimento de grupos. Teorias de Motivação. Sofrimento humano nas organizações.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Esta disciplina tem como objetivo geral, iniciar os alunos em estudos básicos de Psicologia e a capacitação para a utilização de conceitos e técnicas relacionadas; buscar progressivamente introduzi-los, também em elementos fundamentais da Psicologia Social e Psicologia do Trabalho, possibilitando refletirem sobre a condição psicossocial e sobre o trabalho na vida humana os quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos em outras disciplinas, nos níveis de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Capacitar o estudante a identificar as diferenças entre Psicologia como Ciência e Psicologia do senso comum; aplicar os conceitos e técnicas relativas comportamento humano, percepção, personalidade, pensamento, motivação, funcionamento e desenvolvimento de grupos, papéis e valores e o “feedback” em diversas situações práticas relacionadas à área da administração e gerenciamento. Este objetivo específico é alcançado por meio da leitura, discussão e treinamento utilizando-se exemplos e exercícios com envolvimento de situações práticas, permitindo-lhe a leitura de alguns artigos que utilizam esses conceitos, assim como a execução de procedimentos elementares relativos ao reconhecimento da subjetividade e intersubjetividade, o conceito de trabalho, criatividade e qualidade de vida no trabalho (satisfação, sofrimento e doenças ocupacionais).
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados; leitura de textos; discussões de textos em sala de aula; exibição de filmes; oficinas de aplicação de conceitos e seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação constará de:
Participação em Aula (atividades em classe) = 10%
Prova Escrita Individual = 30%
Trabalho Escrito em Grupo/Seminário = 30%
Oficina Profissionalizante = 25%
Autoavaliação = 5%
As provas serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico.



 

5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
AGUIAR, Maria Aparecida Ferreira de. Psicologia aplicada à administração: uma abordagem interdisciplinar. São Paulo: Saraiva, 2005. 
SKINNER B. F.  Ciência e Comportamento Humano. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
LINDA L. DAVIDOFF. Introdução à Psicologia. 3 ed. Editora: Makron Books, Ano: 2001.
5.2. COMPLEMENTAR:
SPERLING, Abraham P. Introdução à psicologia. São Paulo: Pioneira, 1999. (Pioneira Psicologia). Esméria Rovai (Tradução); Kenneth Martin (Editor consultivo). 
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia aplicada à administração. 5.ed. 1995.
STATT, David A. Introdução à psicologia. São Paulo: Harbra, 1978. 
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia Aplicada à Administração de Empresas: Psicologia do comportamento organizacional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2008. 
FIORELLI, José Osmir. Psicologia para Administradores: Integrando Teoria e Prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2001.

 

DISCIPLINA

Disciplina: INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO    Código: FPA015
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 3º período
1. EMENTA 
Noções de Direito. Objeto do Direito. Direito natural e Direito positivo. Direito objetivo e subjetivo. Divisão do Direito. Fontes do Direito. Noções de Direito Constitucional. Princípio constitucional de respeito à dignidade humana, que veda qualquer forma de discriminação, entre elas, étnico-racial, cultural, e outras, das quais são passíveis de crimes inafiançáveis e indenizações por dano material e moral.  Noções de Direito Civil (capacidade civil, obrigações, família). Noções de Direito Penal. Noções de Direito Administrativo. Direitos Sociais 
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Esta disciplina tem como objetivo geral, o ensino e a capacitação para a utilização de conceitos e princípios de direito, os quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos e outras disciplinas, em nível de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Proporcionar ao estudante, a oportunidade de identificar os princípios, características e os principais institutos de Direito Público e Privado, bem como a adequada aplicação na administração de uma empresa.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas Expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Trabalhos em Sala.Avaliação Constante do Aluno. Data Show. Trabalhos de Campo aberto à Comunidade.  
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As provas serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico. A média das listas de exercícios e a nota do trabalho em grupo terão peso (1) um, a média da prova terá peso (2) quatro. Todos dos os métodos de avaliação terão notas variando de zero (0) a dez (10).
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BRANCATO, R. T. Instituições de direito público e privado. 12 ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
PINHO, Ruy Rebello; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito público e privado: introdução ao estudo do direito e noções de ética profissional. 21.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
ARAUJO, Luiz Alberto David. Curso de Direito constitucional. 13.ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
5.2. COMPLEMENTAR:
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de teoria do Estado e ciência política. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 1995. 
BRANCO, Luiz Carlos. Introdução ao estudo do Direito. São Paulo: Saraiva, 2010.
MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 26ª ed. São Paulo: Malheiros, 2009. 
POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. São Paulo: Saraiva, 2010.
SILVA, Geraldo Eulálio do Nascimento; ACCIOLY, Hidelbrando. Manual do Direito Internacional Público. 15.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Acessado em 16 de agosto de 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br.
Legislação Atualizada



DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS    Código: FPA016
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 3º período.
1. EMENTA 
Metodologias para departamentalização.
Custeio direto e por absorção.
Contabilização dos gastos com materiais, mão de obra e demais custos.
Tratamento dos impostos na aquisição de materiais.
Instrumentos de controle e ferramenta para tomada de decisões.
Custeio variável.
Margem de contribuição.
Ponto de equilíbrio.
Grau de alavancagem.
Para avaliar os conceitos, são propostos estudos de casos extraídos da Harvard Business Review, simulando situações do ambiente empresarial.
Estudos de caso sugeridos:
Uma herança difícil, Michael Beer, Maio, 2006.
Gestão baseada em evidências, Jeffrey Pfeffer e Robert I. Sutton, Agosto, 2006.
Os temas serão desenvolvidos com apoio de estudos de caso a fim de simular as situações do ambiente empresarial.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver o entendimento das funções e aspectos da gestão estratégica de custos em ambientes produtivos e administrativos das empresas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Desenvolver a capacidade de decisão e avaliação em um mercado cada vez mais competitivo.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados, estudos de caso, atividades em classe.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Prova escrita e trabalhos.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
COSTA, Rogério G.; OLIVEIRA, Luís Martins de: PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. Gestão estratégica de custos (Livro-texto). Editora Atlas, 5ed. 2006.
COSTA, Rogério G.; OLIVEIRA, Luís Martins de: PEREZ JÚNIOR, José Hernandes. Gestão estratégica de custos (Livro de exercícios). Editora Atlas, 2001.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Comercial. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BORNIA, Antonio Cezar. Análise Gerencial de Custos: Aplicação em Empresas modernas. São Paulo: Atlas, 2009.
BRUNI, Adriano Leal; FAMA, Rubens. Gestão de Custos e Formação de Preços: Com Aplicações na Calculadora HP 12C e Excel. Ed. Atlas, 2004.
MARTINS, Eliseu . Contabilidade de Custos: o uso da Contabilidade de Custos como instrumento de gerência e controle; sua utilização para fins fiscais; as diferenças entre os métodos de custeio. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
SILVA JÚNIOR, José Barbosa da (Coord.). Custos: ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2000.
SOUZA, Marcos Antonio de e DIEHL, Carlos Alberto. Gestão de Custos: Uma Abordagem Integrada entre Contabilidade, Engenharia e Administração. 1ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
 

EMENTA 

Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL II    Código: FPA017.
Carga Horária: 40 horas aula.     Posição na Grade Curricular: 3º período.
1. EMENTA 
Com o objetivo de aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação, a disciplina aborda:   comunicação escrita; intertextualidade, a unidade textual e a divisão do texto em parágrafos, a frase, oração e período, organização do parágrafo, dissertação, técnicas de redação, vícios de linguagem, clareza textual e sintaxe.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer o discurso dissertativo; organização, elementos de coesão lógico-sintática.
Interpretar e criar textos adequados aos diferentes fins a que se destinam e levar o aluno a perceber que escrever bem implica dominar os múltiplos recursos linguísticos.
Aprofundar o nível de leitura dos textos e interpretação; organização, elementos de coesão lógico-sintática; 
Definir estratégias de produção textual: (inter) (intra) discursividade/textualidade.
Produzir alguns tipos de redação técnica.
Verificar a produção escrita e formar uma autoanálise da própria produção.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Prova, exercícios e fichamentos e/ou resenha.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
VIANA, Antonio Carlos Mangueira et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2010. 
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. 
GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 

 


DISCIPLINA

Disciplina: INGLÊS  PARA ADMINISTRADORES III    Código: FPA018.
Carga Horária: 40 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 3º período.
1. EMENTA 
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado. Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever. O conteúdo aborda: descrever um fato atual ou em curso, descrever pessoas, local de trabalho, tipo de trabalho, objetos de trabalho, dar ordem, fazer pedido, dar e seguir instruções, pedir algo que precise, comparar lugares, 
definir planos, metas, viagens, planejar associas a curto e longo prazo, descrever ações passadas, descrever pessoas e sua ações, falar sobre posse e descrever a ordem das coisas.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. 
Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conscientizar-se das estratégias linguísticas que pode utilizar para aprender uma segunda língua: memória, compensação e meta-cognição. 
Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever e ler. 
Utilizar estratégias de leitura instrumental para ler textos encontrar respostas especificas em um texto (scanning); compreender a idéia geral de um texto (skimming, associação). 
Realizar tarefas de leitura e interpretação e ampliar vocabulário seguindo as orientações do professor.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Exercícios que promovam o desenvolvimento das capacidades de ouvir, falar, escrever e ler. 
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios periódicos e avaliações trimestrais. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA
ASHER, Allen & SASLOW, Joan. Top Notch TV - DVD 1. Pearson Education, Inc. 2006.
COTTON, David; FALVEY, David; KENT, Simon. Market Leader: course book - elementary business english. Essex: Pearson / Longman, 2004.
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of english; with answers. 2.ed. New York: Cambridge University Press, Inclui CD-ROM.
5.2. COMPLEMENTAR
MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em inglês: livro de atividades: o livro de exercícios para você treinar conversação. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. v.1. São Paulo: Textonovo, 2000.
MELHORAMENTOS. Michaelis Inglês - Gramática prática. São Paulo: Melhoramentos. 2008.
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Dicionário de inglês corporativo São Paulo: DISAL, 2006.
TENNANT, Adrian. Skyline 1: grammar resource book. Oxford: Macmillan, 2004
 

DISCIPLINA

Disciplina: ECONOMIA    Código: FPA019
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 4º período.
1. EMENTA 
Conceitos básicos: Problemas de organização econômica, noções de demanda e oferta; Microeconomia: determinação de produto e preço, conceito de elasticidade e suas aplicações, procura e o comportamento do consumidor, teoria da produção e análise dos custos, formas de organização do mercado, concorrência perfeita e imperfeita; Salários, rendas e lucros: a distribuição de renda: renda e desigualdade, preços dos fatores de produção, salários, sindicatos e barganha coletiva, capital, juros e lucros; Equidade, eficiência e Governo: equilíbrio geral - escolha pública e externalidades, despesa e tributação; Tópicos de economia internacional: teoria das vantagens comparativas, protecionismo e barreiras ao comércio.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final do curso, o aluno estará em condições de compreender aspectos da  teoria econômica.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os fundamentos básicos da moderna teoria econômica. Estudar a microeconomia do funcionamento do mercado como forma de alocação dos recursos. Estudar a produtividade e o comércio internacional como fonte de bem estar para a sociedade. Analisar a macroeconomia e seus determinantes da renda nacional e do emprego. Estudar a contribuição da acumulação de fatores (capital e trabalho) e das inovações tecnológicas para o crescimento da renda nacional no longo prazo.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
GONÇALVES, Antônio Carlos Porto. Economia Aplicada. São Paulo: FGV, 2008.
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia Brasileira Contemporânea. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 19.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
5.2. COMPLEMENTAR:
GONÇALVES, Carlos Eduardo; GUIMARAES, Bernardo.  Economia Sem Truques. Elsevier: 2008.
MARIANO, Jefferson. Introdução à Economia Brasileira. São Paulo: Saraiva, 2005.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. São Paulo: Pioneira Thomsom Learning, 2005.
PINHO, Diva Benevides (Coord.). Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 1988.
SAMUELSON, Paul Anthony. Introdução à análise econômica. 7.ed. v.1. Rio de Janeiro: Agir, 1973.




 

DISCIPLINA

Disciplina: LEGISLAÇÃO SOCIAL E DO TRABALHO    Código: FPA020
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 4º período
1. EMENTA 
Legislação social e trabalhista; Previdência Social; Previdência e Assistência; Contrato individual de trabalho; Organização sindical; Dissídios individuais e coletivos do trabalho; Jurisprudências trabalhistas e suas aplicações nas relações de trabalho; As mudanças no mundo do trabalho e na regulação pública; Funções do Direito do Trabalho: o homem atual precisa dele? Os contratos e regulamentações especiais de trabalho; A relação de emprego na sociedade de hoje; O trabalho subordinado e o trabalho autônomo. O respeito à dignidade do trabalhador à luz da Constituição Federal vigente e a indenização por danos material e moral nas questões de discriminação racial entre outros aspectos.  Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, associando ao ambiente corporativo. Princípio constitucional de respeito à dignidade humana, que veda qualquer forma de discriminação, entre elas, étnico-racial, cultural, e outras, das quais são passíveis de crimes inafiançáveis e indenizações por dano material e moral.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Análise abrangente da legislação social e trabalhista brasileira. Estudo do contrato individual de trabalho, da relação de  emprego e da organização coletiva dos empregados e empregadores.  Análise crítica da gênese e expansão das políticas de bem-estar social.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Capacitar o estudante a aplicar os conceitos e técnicas de Legislação Social e Trabalhista em diversas situações práticas relacionadas à administração e gerenciamento. Este objetivo é alcançado através  de exemplos e exercícios com envolvimento de situações práticas. Ao final do curso, o aluno deverá estar apto a compreender os meandros da aplicação da legislação social do trabalho e sua função na sociedade brasileira.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação contínua (exercícios em sala de aula);
Avaliação por participação nas atividades em sala de aula; Trabalho Final
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ALENCAR, Hélio Arrais. Benefícios Previdenciários Temas Integrais Revisados e Atualizados pelo autor. 3 ed. Leud, 2007.
SAAD, Eduardo Gabriel. Curso de direito do trabalho: teoria geral do direito do trabalho; direito individual do trabalho; direito coletivo do trabalho; direito administrativo do trabalho; direito processual do trabalho; seguridade social; direito penal do trabalho. São Paulo: LTR, 2000. 
ZAINAGHI, Domingos Sávio. Curso de Legislação social: direito do trabalho. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): Decreto-Lei n. 5.452, de 01/05/1943, atualizado e Acompanhado de Legislação Trabalhista Especial, Súmulas, Enunciados e Índices. 32.ed. 2005. São Paulo: Saraiva, 2005. 2005. 1300 p. 21cm. (Legislação brasileira). Obra coletiva de autoria da Editora Saraiva com a colaboração de Antonio Luiz de Toledo Pinto, Márcia Cristina Vaz dos Santos Windt e Lívia Céspedes.
BRASIL. Constituição Federal.. 5.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. 266 p. 23cm. (RT Códigos). Maurício Antonio Ribeiro Lopes (Coordenação).
CORREIA, Henrique. Direito do Trabalho. Salvador: Juspodium, 2010.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho, relações individuais e coletivas do trabalho. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 
PROSCURCIN, Pedro. Compêndio de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2011.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Acessado em 16 de agosto de 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br.


 


DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I    Código: FPA021
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 4º  período
1. EMENTA 
Visão geral da administração financeira. Análise do ponto de equilíbrio das operações. Estrutura financeira da empresa. Administração do capital de giro. Instrumentos de avaliação de desempenho financeiro. Financiamento de curto e longo prazo. Conceitos básicos e funções da administração financeira. Sistemas de informações financeiras. Administração do capital de giro. Financiamento de curto e longo prazos.  Abordagem de técnicas de pesquisa operacional aplicada. Viabilidade econômica e financeira. Análise de projetos de investimento para aquisição de ativo fixo: componentes, taxa interna de retorno, Payback, Valor Presente Líquido.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final da disciplina, o alunos terá adquirido uma visão geral da administração financeira e orçamentária. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Prover o aluno de informações para a Administração Financeira por meio de conceitos e técnicas atuais que possam otimizar a gestão, minimizando riscos e maximizando resultados. 
Desenvolver a capacidade de reconhecimento e análise dos problemas financeiros, avaliação da situação econômico-financeira e gestão correta dos seus ativos. Definição, elaboração e administração do orçamento público integrado, bem como familiarização do aluno com os tópicos mais atuais da administração financeira.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações práticas e teóricas. Atividades individuais e em grupo.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
JORGE, Fauzi Timaço & MORANTE, Antônio Salvador. Administração Financeira: Decisões de Curto Prazo, Decisões de Longo Prazo. São Paulo: Atlas, 2007.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração Financeira: corporate finance. São Paulo: Atlas, 2002.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JORDAN, Bradford D. Princípios de Administração Financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
5.2. COMPLEMENTAR:
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1995. 
FREZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial: planejamento e controle gerencial. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MORANTE, Antonio Salvador; JORGE, Fauzi Timaco. Administração Financeira: decisões de curto prazo, decisões de longo prazo, indicadores de desempenho. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITH, José Leônidas. Análise de Balanços para Controle Gerencial: enfoque sobre o fluxo de caixa e previsão de rentabilidade. São Paulo: Atlas, 1993.
SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
 


DISCIPLINA

Disciplina:  MATEMÁTICA FINANCEIRA    Código: FPA022
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 4º período.
1. EMENTA 
Juros Simples, Descontos Simples, Juros Compostos, Descontos Compostos, Taxas Nominais, Taxas Efetivas, Taxas Equivalentes, Taxas Reais, Operações Postecipadas de Pagamentos, Operações Antecipadas de Pagamentos, Sistema de Amortização Francês (Price), Sistema da Amortização Constante - SAC, Sistema de Amortização Crescente - SACRE, Operações com Mercadorias, Taxa Interna de Retorno, Equivalência de Capitais na Capitalização Composta, Operações com Carência, Operações com Balão, Operações de Leasing, Operação 63.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Capacitar o aluno para a utilização da Matemática Financeira como ferramenta indispensável ao seu bom desempenho profissional, seja como executivo financeiro em empresas comerciais, industriais, instituições financeiras ou como administrador do seu próprio negócio. Desenvolver a capacidade de raciocínio, tornando-o capaz de extrair conclusões corretas das diversas situações que o mercado financeiro apresenta
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Buscar a boa preparação profissional do aluno, habilitando-o ao domínio das técnicas de utilização da matemática financeira, com o uso da calculadora financeira
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática Comercial e Financeira: fácil. 13.ed.  São Paulo: Saraiva, 1999.
HARMUT, Bruno e CSAROTTO FILHO, Nelson. Análise de Investimentos. 10ª Edição, 2007.
TOSI, Armando José. Matemática Financeira com utilização do Excel 2000. São Paulo: Atlas, 2008.
5.2. COMPLEMENTAR: 
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática Financeira: com HP 12C e Excel. Inclui diversas aplicações, mais de 600 exercícios resolvidos e a Planilha MATFIN.XLS. São Paulo: Atlas, 2002. 
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de Investimentos: Financeira; engenharia econômica; tomada de decisão; estratégia empresarial. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
D'AMBROSIO, Nicolau; D'AMBROSIO, Ubiratan. Matemática Comercial e Financeira: com complementos de Matemática e Introdução ao Cálculo. 24.ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1976.
KUHNEN, Osmar Leonardo; BAUER, Udibert Reinoldo. Matemática Financeira Aplicada e Análise de Investimentos. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2001.
TEIXEIRA, James; PIERRO NETTO, Scipione Di. Matemática Financeira. São Paulo: Makron Books, 1998.
 

DISCIPLINA

Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL III    Código: FPA023.
Carga Horária: 40 horas aula.     Posição na Grade Curricular: 4º período.
1. EMENTA 
Com o objetivo de aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação, a disciplina aborda:   .  redação técnica: empresarial e organização, o padrão oficial, carta comercial e ofício, correio eletrônico, memorando, comunicado e circular, relatório, ata e memória de reunião, monografia, pontuação, concisão, clareza e objetividade.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer o discurso dissertativo; organização, elementos de coesão lógico-sintática.
Interpretar e criar textos adequados aos diferentes fins a que se destinam e levar o aluno a perceber que escrever bem implica dominar os múltiplos recursos linguísticos.
Aprofundar o nível de leitura dos textos e interpretação; organização, elementos de coesão lógico-sintática; 
Definir estratégias de produção textual: (inter) (intra) discursividade/textualidade.
Produzir alguns tipos de redação técnica.
Verificar a produção escrita e formar uma autoanálise da própria produção.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Prova, exercícios e fichamentos e/ou resenha.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
VIANA, Antonio Carlos Mangueira et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BECHARA, Evanildo. Gramática escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2010. 
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 351 p. 23cm. (Ferramentas).
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004. 
GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para cursos de Contabilidade, Economia e Administração. 4.ed. São Paulo: 




DISCIPLINA

Disciplina: INGLÊS  PARA ADMINISTRADORES IV    Código: FPA024.
Carga Horária: 40 horas aula.    Posição na Grade Curricular: 4º período.
1. EMENTA 
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado. Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever. O conteúdo aborda: Comparar pessoas, lugares, valorizar ações de outros, fazer convites, ser entrevistado, descrever empresas, usar termos da Internet, identificar problemas, concordar ou discordar, participar em discussões, ler relatórios, expressar opinião e descrever pessoas e suas ações.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados. 
Além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conscientizar-se das estratégias linguísticas que pode utilizar para aprender uma segunda língua: memória, compensação e meta-cognição. 
Aprender estruturas, vocabulário, gramática e pronúncia relacionada as seguintes capacidades: ouvir, falar, escrever e ler. 
Utilizar estratégias de leitura instrumental para ler textos encontrar respostas especificas em um texto (scanning); compreender a idéia geral de um texto (skimming, associação). 
Realizar tarefas de leitura e interpretação e ampliar vocabulário seguindo as orientações do professor.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Exercícios que promovam o desenvolvimento das capacidades de ouvir, falar, escrever e ler. 
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios periódicos e avaliações trimestrais. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ASHER, Allen & SASLOW, Joan. Top Notch TV - DVD 1. Pearson Education, Inc. 2006.
COTTON, David; FALVEY, David; KENT, Simon. Market Leader: course book - elementary business english. Essex: Pearson / Longman, 2004. 
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of english; with answers. 2.ed. New York: Cambridge University Press, 1998. 
5.2. COMPLEMENTAR:
MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em inglês: livro de atividades: o livro de exercícios para você treinar conversação. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MELHORAMENTOS. Michaelis Inglês - Gramática prática. São Paulo: Melhoramentos. 2008.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leitura: módulo I. v.1. São Paulo: Textonovo, 2000. 
SOUZA, Adriana Grade Fiori et al. Dicionário de inglês corporativo São Paulo: DISAL, 2006.
TENNANT, Adrian. Skyline 1: grammar resource book. Oxford: Macmillan, 2004.


DISCIPLINA
Disciplina: ECONOMIA BRASILEIRA    Código: FPA025
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º Período
1. EMENTA 
A economia brasileira; Desenvolvimento econômico no Brasil: tendências de longo prazo; Distribuição de renda; Setor público; Agricultura; Setor externo; Inflação; Perspectivas.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final do curso, o aluno estará em condições acompanhar, analiticamente, os fatos diários do mundo econômico e avaliar a eficácia das políticas econômicas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer a economia, seu desenvolvimento, tendências futuras e perspectivas; Estudar a distribuição de renda, o setor público e a agricultura.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar o conteúdo ministrado. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia Brasileira Contemporânea. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2005. 
MARIANO, Jefferson. Introdução à Economia Brasileira. São Paulo: Saraiva, 2005. 
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea. São Paulo: Atlas, 2008.
5.2. COMPLEMENTAR:
BACHA, Carlos José Caetano. Entendendo a Economia Brasileira. Campinas: Alínea, 2007.
LANZANA, Antônio Evaristo Teixeira. Economia Brasileira - Fundamentos e Atualidade. São Paulo: Atlas, 2006.
LEITE, Antônio Dias. A Economia Brasileira: De Onde Viemos e Onde Estamos, Editora: Campus, 2004.
LOPES, Luiz Martins. LANZANA, Antônio Evaristo Teixeira. Economia Brasileira. São Paulo: Atlas, 2009.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 19.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
 

DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II    Código: FPA026
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º período
1. EMENTA 
Noções preliminares de contabilidade (conceitos, origem e evolução histórica da contabilidade); Campo de aplicação da contabilidade; principais usuários da informação contábil; estática patrimonial (balanço); procedimentos básicos conforme o método das partidas dobradas; variações patrimoniais; Operações com mercadorias; estrutura das demonstrações contábeis conforme a Lei das Sociedades Anônimas; introdução à análise de balanços; técnicas de análise de balanço; padronização das demonstrações contábeis para análise; análise vertical e horizontal; análise através dos índices; e elaboração de relatório final da situação econömica e financeira, através de interpretação dos índices.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
O aluno deverá obter condições de: compreender a contabilidade, seus conceitos, usos e aplicações através do estudo, registro e controle do patrimônio e suas variações por meio de contabilização de operações simuladas de compras, vendas, armazenamento de mercadorias, operações financeiras e outras operações, bem como a elaboração de relatórios como o balanço e demonstração de resultados. Deverá também aprender a utilizar e explicar as principais demonstrações contábeis como ferramenta de suma importância no processo decisório em diversos níveis. Para isto, deverá aprender através das técnicas de análise a transformar os dados contidos nas demonstrações contábeis em informações, e emitir parecer sobre a situação econômica e financeira das empresas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Os estudantes deverão obter condições de: conhecer todas as demonstrações financeiras de maneira mais profunda, bem como elaborar análise baseadas nos dados fornecidos pelas demonstrações, transformando-os em informações úteis para tomadas de decisão. Compreender todas as variações decorrentes de operações econômicas e financeiras efetuadas pelos gestores da empresa. Aplicar as técnicas de análise aprendidas, a fim de diagnosticar, de forma eficaz, a situação econômica e financeira da entidade analisada. Analisar a entidade em relação ao mercado
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA
FREZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial: planejamento e controle gerencial. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
JORGE, Fauzi Timaço & MORANTE, Antônio Salvador. Administração Financeira: Decisões de Curto Prazo, Decisões de Longo Prazo. São Paulo: Atlas, 2007.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JORDAN, Bradford D. Princípios de Administração Financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002
 

5.2 COMPLEMENTAR
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1995. 
MORANTE, Antônio Salvador; JORGE, Fauzi Timaco. Administração Financeira: decisões de curto prazo, decisões de longo prazo, indicadores de desempenho. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITH, José Leônidas. Análise de Balanços para Controle Gerencial: enfoque sobre o fluxo de caixa e previsão de rentabilidade. São Paulo: Atlas, 1993.
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1980.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração Financeira: corporate finance. São Paulo: Atlas, 2002.
 


DISCIPLINA

Disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA    Código: FPA027
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º período
1. EMENTA 
Introdução à Metodologia; diretrizes de leitura; Ciência e senso comum: a crise do paradigma científico; as distintas formas de conhecimento; História e estratégias do conhecimento científico; o papel do pesquisador; Ética e produção do conhecimento;  clássicos da Metodologia Científica; o trabalho científico; hipóteses, objeto e procedimentos; estrutura do Projeto de Pesquisa; Referências Bibliográficas; diretrizes para elaboração de uma Monografia; aspectos técnicos da redação de uma Monografia; regras de Citação de fontes primárias e secundárias; técnicas de Apresentação dos trabalhos.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Introdução às abordagens metodológicas mais importantes nas áreas de ciências humanas e ciências sociais aplicadas. A disciplina oferece um panorama abrangente dos principais referenciais teóricos na elaboração de trabalhos científicos. Fornecer conhecimento da relação da produção do conhecimento científico e o contexto histórico e social, assim como das possibilidades de transformação da realidade social pesquisada.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Iniciar os alunos no pensamento científico, orientando-os para análise crítica dos diferentes procedimentos metodológicos abordados no curso. Proporcionar informações relativas à conceituação de ciência e seus objetivos. Capacitar o aluno a elaborar projetos e relatórios por meio do conhecimento de técnicas  e métodos de pesquisa
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposição dialogada dos tópicos teóricos de aula, com inclusão de  plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados, incentivando a participação do aluno a partir de exemplos e reflexões geradas pelo conteúdo dado.  Utilização de filmes como recurso didático e de reflexão do tema abordado. Capacitar o aluno para apresentação de seminários e trabalhos
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação semestral constará de uma prova dissertativa relativa ao conteúdo teórico. Um trabalho em grupo apresentado sob a forma de seminário e apresentação de um pré-projeto ao final do conteúdo prático de elaboração de pesquisa. Uma prova substitutiva contendo questões relativas ao conteúdo do semestre será aplicada com a finalidade de suprir a ausência do estudante em uma das provas anteriores ou substituir nota da prova de menor pontuação. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2005. 
LUDWIG, Antonio Carlos  WILL. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica.  Ed. Vozes, 2009.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.
 

5.2. COMPLEMENTAR
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalho de conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002. 
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso. Faculdade Instituto Paulista de Ensino. – FIPEN. 2009.

 

DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÕNIO    Código:FPA028
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º período
1. EMENTA 
Relevância da gestão de materiais e patrimônio. Identificação de sistemas de gestão de materiais utilizando conceito de lote econômico, material estratégico ou estoque técnico. Conhecimento de políticas de compras de bens, de modalidades de licitações e aquisição de patrimônios imobilizados. Aplicação de políticas e técnicas para o controle de materiais e de patrimônio. Caracterização de bens patrimoniais. Organização de registros patrimoniais. Controle de procedimentos de baixa patrimonial. Identificação e aplicação de procedimentos de segurança patrimonial. Dimensionamento e Controle de Estoques. Armazenamento de Materiais. Movimentação de Materiais. Administração de Compras. Distribuição e Transporte. Terceirização.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Proporcionar aos alunos o domínio dos principais conceitos da administração de materiais, patrimônio e logística e suas aplicações nas empresas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Identificar a importância da gestão dos materiais e logística nas empresas.
Entender a influência da atividade logística no desempenho das empresas.
Desenvolver senso crítico na análise de alternativas de logística.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1993.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
5.2. COMPLEMENTAR:
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. 
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2008.
DE MOURA, Cássia E. Gestão de Estoques: Ação e Monitoramento na Cadeia Logística Integrada. Editora: Ciência Moderna.
POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas, 2001.
SLACK, Nigel et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997.


 

DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO    Código: FPA029
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º período
1. EMENTA 
Conceitos básicos de sistemas de informação. Abordagem dos sistemas de informação. A empresa vista como um sistema. Elementos dos sistemas de informação. Obtenção de informação sobre sistemas administrativos. Componentes condicionantes, níveis de influência e de abrangência dos sistemas de informação. Estruturação dos sistemas de informação. Processo de gerência dos sistemas de informação. Implementação e avaliação dos sistemas de informação. Auditoria nos sistemas de informação.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Fornecer uma visão global dos tipos de Sistemas de Informação à disposição das empresas, enfocando o seu uso e as atividades e questões relativas à administração dos recursos de informática e tecnologia.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Sendo a “informação” um recurso vital para o administrador, este curso visa fornecer aos alunos, os fundamentos e conceitos básicos de “sistemas de informação”. O tema central do curso é a Gestão de Sistemas de Informação como fator essencial para operação, administração, produtividade e competitividade das empresas modernas. Apresentar arquiteturas e componentes de Sistemas de Informação, por meio de uma análise evolutiva, em função do progresso acelerado da tecnologia de informação envolvida, dentro de um enfoque e contexto empresarial. Utilização dos sistemas de informação com ferramenta para tomada de decisão.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários. Exibição de vídeo. Atividades práticas em laboratório.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações práticas e teóricas. Atividades individuais e em grupo.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração de Informática. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do século XXI. São Paulo: Atlas, 2000. 
O`BRIEN, James A. & MARAKAS, George M. Administração de Sistemas de Informação: Uma Introdução. São Paulo: MacGraw-Hill Brasil, 2007.
5.2. COMPLEMENTAR:
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1996.
CASSARRO, Antonio Carlos. Sistemas de informações para tomada de decisões. 3.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 
CORNACHIONE JUNIOR, Edgar Bruno. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008
GARCIA, Marcus. Informática Aplicada a Negócios. 1ª ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
STAREC, Claudio.; GOMES, Eliosabeth.; BEZERRA, Jorge. Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 2006..

 



DISCIPLINA

Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS I    Código: FPA030
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 5º Período
1. EMENTA 
Conceito e evolução da administração de RH no Brasil. Os reflexos da cultura e dos valores da organização na gestão das pessoas. Articulação entre cultura, valores, planejamento estratégico e a gestão de pessoas. Cidadania: o remédio para as doenças culturais brasileiras. Implantação de Políticas Culturais, Éticas e Raciais.A liderança e sua responsabilidade de linha na gestão de pessoas. A missão Área de Gestão de Pessoas (AGP) e suas funções de staff.                                     
        
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Oferecer, aos alunos, condições de compreender que as organizações buscam alternativas para melhorar o seu desempenho e garantir a competitividade. Para tanto, é necessário que elas saibam lidar com pessoas, porque é isso que faz a diferença. Nessa realidade, o profissional da AGP assume papel fundamental, pois deixa de exercer uma função burocrática para atuar de modo estratégico e como parceiro do negócio.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Identificar o papel da liderança na melhoria do comportamento organizacional e em seus esforços de mudança visando a competitividade.
Identificar a responsabilidade do liderado no processo da liderança.
Identificar a responsabilidade de linha e a função de staff da AGP.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizaçõs. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 
RESENDE, Ênio J. Cidadania: o remédio para as doenças culturais brasileiras. 3.ed. São Paulo: Summus, 1992.
PASCHOAL, Luiz. Gestão de Pessoas - nas micros, pequenas e médias empresas - para empresários e dirigentes. 1ª ed. QUALITYMARK, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
DRUCKER, Peter F. O melhor de Peter Drucker: o homem. São Paulo: Nobel, 2002.
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2007
HUNTER, James C. O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da Liderança. 17.ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. .
SANTIAGO JR., José Renato Satiro. Capital Intelectual: O Grande Desafio das Organizações.  1ª ed. NOVATEC, 2007.
FAISSAL, Reinaldo et al. Atração e seleção de pessoas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005. (Série Gestão de Pessoas).


 

DISCIPLINA

Disciplina: ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS    Código: FPA031
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 6º período
1. EMENTA 
Teoria da organização. Métodos de gestão. Estrutura organizacional. Principais funções e sistemas na empresa. Métodos e processos administrativos. Instrumentos de comunicação. Análise do sistema organizacional. Estudo do trabalho. Lay-out. Instrumentos gráficos. Diagnósticos. Visão holística. Reengenharia. Projeto de estruturação organizacional.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
O aluno deverá gradualmente obter condições de entender e utilizar os conceitos e técnicas de Organização, Sistemas e Métodos e o seu potencial para a administração, bem como aplicar no seu dia-a-dia profissional e pessoal os conceitos apresentados.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Assimilação de conceitos e teorias de Organização, Sistemas e Métodos que sejam usados para uma análise crítica da realidade. Conhecimento das diversas técnicas utilizadas para identificar e melhorar ambientes que podem gerar índices maiores de satisfação, qualidade e produtividade.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados, e seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios feitos no decorrer do semestre (10% da média)
Avaliação: trabalho em grupo (40% da média)
Avaliação: individual (50% da média).
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ARAUJO, Luis César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as tecnologias de gestão organizacional: arquitetura organizacional, benchmarking, empowerment, gestão pela qualidade total, reengenharia. 2.ed. v.1. São Paulo: Atlas, 2008.
BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Manual de Organização de Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas, 2006.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização e Métodos: uma abordagem gerencial. 15.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
5.2. COMPLEMENTAR: 
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração: abordagens prescritivas e normativas da Administração. 6.ed. v.1. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
COSTA, Paulo Moreira da. Taylorismo: após cem anos nada superou o modelo de Gestão? Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009.
CURY, Antônio. Organização e Métodos: uma visão holística. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 
LERNER, Walter. Organização, sistemas e métodos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1982.
ROCHA, Luiz Oswaldo Leal da. Organização e Métodos: uma abordagem prática. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1995. 

 

DISCIPLINA

Disciplina: MARKETING I     Código: FPA032.
Carga Horária: 80 horas aula.     Posição na Grade Curricular: 6 º período.
1. EMENTA 
Conceito de Marketing, administração de marketing, composto de marketing 4p’s e 4A’s, evolução do conceito de marketing, desafios de marketing no século XXI, ambiente de marketing, microambiente. Macroambiente, comportamento do consumidor, fatores que influenciam no comportamento do consumidor , comportamento de compra, processo de decisão de compra, Segmentação, formas de abordagem no mercado, etapas no processo de segmentação, potencial e demanda de mercado, estratégias de posicionamento do mercado, produto serviço, conceito e classificação, componentes ( marca, logotipo, logomarca, embalagem, rótulo, serviços e garantias) desenvolvimento de novos produtos/serviços, ciclo da vida do produto/serviço,  preço, estratégias de fixação de preços de novos produtos(preços por skimming, preços por penetração de mercado). 
2. OBJETIVOS    
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final do curso, o aluno estará em condições de empreender ações, criar estratégicas, e implementar processos de comercialização e comunicação.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os fundamentos do marketing. Entender e saber lidar com um mercado competitivo.
Dominar as ferramentas  apropriadas ao desenvolvimento de  novos produtos e serviços.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final
5. BIBLIOGRAFIA
5. 1 BÁSICA 
COBRA, Marcos. Administração de marketing. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1992
KOTLER, Philip, KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing a Bíblia do marketing. 12ª edição. Prentice Hall Brasil, 2006.
KOTLER, Philip. Marketing Essencial: conceitos, estratégias e casos. 2 ed. Prentice Hall Brasil, 2004.
5.2. COMPLEMENTAR:
BASTA, Darci et al. Fundamentos de marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
HOOLEY, Graham J; SAUNDERS, John A; PIERCY, Nigel F. Estratégia de marketing e posicionamento competitivo. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios e casos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
MCCARTHY, E. Jerome; PERREAULT JUNIOR, William D. Marketing essencial: uma abordagem gerencial e global. São Paulo: Atlas, 1997. 
ROSENBLOOM, Bert. Canais de marketing: uma visão gerencial. São Paulo: Atlas, 2002.


 

DISCIPLINA

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES    Código: FPA033
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 6º período
1. EMENTA 
Conceito, origem e evolução da administração de produção.  Planejamento da produção: planejamento do produto, engenharia do produto, processo de produção, planejamento da qualidade e padronização. A dimensão econômica da empresa, planejamento e controle da produção. Controle da qualidade total. Reengenharia de processos. Gestão estratégia de custos.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
O aluno, gradualmente, entenderá e utilizará os conceitos e técnicas da Administração da Produção e Operações e o seu potencial para a administração, bem como aplicará no seu dia-a-dia profissional e pessoal os conceitos apresentados.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Assimilação de conceitos e teorias de administração da produção e operações que sejam usados para uma análise crítica da realidade. Conhecimento das diversas técnicas utilizadas para a produção de bens e serviços salientando as melhorias que podem gerar maiores qualidade e produtividade.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas-participativas, com a inclusão de plantões que objeitivam reforçar os conteúdos ministrados. e seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios feitos no decorrer do semestre (10% da média)
Avaliação em grupo (40% da média)
Avaliação: individual (50% da média)
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo: CENGAGE, 2008.
SELEME, Robson. Administração da Produção. Curitiba: IBPEX, 2008.
SLACK, Nigel et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997.
5.2. COMPLEMENTAR:
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Bookman Companhia Editora, 2006.
CORRÊA, Henrique L.; GIANESI, Irineu G. N.; CAON, Mauro. Planejamento, programação e controle da produção: MRP II / ERP conceitos, uso e implantação. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dilson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu produto um sucesso. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização e Métodos: uma abordagem gerencial. 15.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas, 2001. 

 

DISCIPLINA

Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS II    Código: FPA034
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 6º Período
1. EMENTA 
Processos de recrutamento e seleção de pessoal, processos de descrição e análise de cargos, sistemas de remuneração e benefícios, o mercado de trabalho e o papel do RH como negociador nas relações trabalhistas. Cultura Organizacional. A Gestão de Pessoas por Competência. Formas de avaliação de pessoal. Plano de Carreira. Teletrabalho. Qualidade de vida no Trabalho
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Oferecer aos alunos um panorama das funções da Gestão de Pessoas nas empresas.
Apresentar, aos alunos, o modelo de Gestão de Pessoas por Competências.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Identificar a responsabilidade de linha e a função de staff da AGP.
Conhecer os subsistemas da AGP.
Conhecer os princípios da Gestão de Pessoas por Competências.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar o conteúdo ministrado. discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel do recursos humanos nas organizaçõs. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PASCHOAL, Luiz. Gestão de Pessoas - nas micros, pequenas e médias empresas - para empresários e dirigentes. 1ª ed. QUALITYMARK, 2006.
SANTIAGO JR., José Renato Satiro. Capital Intelectual: O Grande Desafio das Organizações.  1ª ed. NOVATEC, 2007.
5.2. COMPLEMENTAR:
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2007.
FAISSAL, Reinaldo et al. Atração e seleção de pessoas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005. (Série Gestão de Pessoas).
HUNTER, James C. O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da Liderança. 17.ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. 
LUSSIER, Robert N.; ACHUA, Christopher F. Leadership: theory, application, skill development. 2.ed. Austrália: Thomson, 2004. 
RESENDE, Ênio J. Cidadania: o remédio para as doenças culturais brasileiras. 3.ed. São Paulo: Summus, 1992.

DISCIPLINA

Disciplina: CONTABILIDADE GERENCIAL    Código: FPA035
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 6º período
1. EMENTA 
Identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras usadas pela administração para planejar, avaliar e controlar uma empresa e assegurar o uso apropriado e responsável de seus recursos. Controladoria: conceito; âmbito da função e estruturação; eficiência e eficácia. Balanced ScoreCard.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Aprofundar os conceitos e as funções da contabilidade gerencial, bem como a sua aplicação nas empresas, com ênfase em sistemas de custeio, utilização das informações de custos para tomada de decisão, contabilidade por responsabilidade e medidas de avaliação de desempenho.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Aprofundar os conceitos, as funções e as aplicações da contabilidade como ferramental importante no processo decisório na empresa. 
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações modulares em forma de provas, seminários e outros.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
COGAN, Samuel. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Saraiva, 2007.
LEITE, Helio de Paula. Contabilidade para Administradores. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1997.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade Gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
5.2. COMPLEMENTAR:
IUDÍCIBUS, Sérgio et al. Manual de Contabilidade Societária. Aplicável a todas as  sociedades. De acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Comercial. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1998. 
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTI FILHO, Armando de; OLINQUEVITCH, José Leônidas. Análise de Balanços para Controle Gerencial: demonstrativos contábeis exclusivos do fluxo de tesouraria, do fluxo do capital de giro, do fluxo das variáveis empresariais do fluxo das necessidades líquidas de capital de giro. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Acessado em 16 de agosto de 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br.
BRASIL. Lei nº 6.404, de 15/15/1976, dispõe sobre as sociedades por ações.
________. Lei nº 11.638, de 28/12/2007, dispõe sobre as sociedades por ações.
________. Lei nº 11.941, de 27/05/2009, altera a legislação tributária federal. 
RIR/99. Regulamento do Imposto de Renda. Decreto Lei 3000 de 26 de março de 1999. Disponível em: < http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/rir/default.htm> acesso em 15/11/2010.
Legislação e Normas Contábeis atualizadas. Não precisa especificar, pois a legislação muda toda semana.
Normas Brasileiras de Contabilidade e Pronunciamentos Contábeis atualizados. Disponíveis no site: http://www.cfc.org.br/


DISCIPLINA

Disciplina: DIREITO COMERCIAL E TRIBUTÁRIO    Código: FPA036
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 7º período
1. EMENTA 
Origem e evolução histórica do direito comercial. Conceito do Direito Empresarial de acordo com o Novo Código Civil de 2002. Fontes do direito comercial do comerciante e da empresa. Sociedades comerciais. Contratos mercantis. Títulos de crédito. Nova Lei de  Falência e Recuperação Fiscal. Origem e evolução histórica do direito tributário. Atividade financeira do estado. Receita, despesa e gestão patrimonial do estado. O estado de direito e o poder de tributar. Sistema tributário nacional. Princípios constitucionais tributários. Competência tributária da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Tributos, tarifas e preços públicos. Obrigação tributária. Responsabilidade tributária. Crime fiscal. Crédito tributário. 1)dívida ativa e suas consequências. Principais impostos federal, estaduais e municipais.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Esta disciplina tem como objetivo geral, o ensino e a capacitação para a utilização de conceitos e princípios de Direito, os quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos e outras disciplinas, em nível de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Proporcionar, ao estudante, a oportunidade de identificar os princípios, características e os conceitos do Direito Comercial e Tributário, bem como a adequada aplicação na Administração das empresas.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As provas serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico. A média das listas de exercícios e a nota do trabalho em grupo terão peso (1) um, a média da prova terá peso (2) quatro. Todos dos os métodos de avaliação terão notas variando de zero (0) a dez (10).
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BRASIL. Constituição Federal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. Maurício Antonio Ribeiro Lopes (Coordenação).
COELHO, F. U. Manual do direito comercial. São Paulo: Saraiva, 2003.
FABRETTI, Laudio Camargo. Direito Tributário Aplicado. São Paulo: Atlas. 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira. Direito penal tributário: crimes contra a ordem tributária e contra a Previdência Social. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1997. 
ANDRADE FILHO, OLIVEIRA, Edmar. Planejamento Tributário. São Paulo: Atlas, 2008.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito financeiro e de direito tributário. 7.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade Tributária. São Paulo: Atlas, 2009
IUDÍCIBUS, Sérgio et al. Manual de Contabilidade Societária. Aplicável a todas as  sociedades. De acordo com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010.
Código Tributário Nacional atualizado e demais legislação contábil e fiscal.

 

DISCIPLINA

Disciplina: SEMINÁRIOS DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO     Código: FPA037
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 7º Período
1. EMENTA 
Cooperativismo, Empreendedorismo, Geopolítica, Incubadora de Empresas, Parques Tecnológicos, Comércio Eletrônico, EAD, Gestão do Conhecimento, Empregabilidade, Transferência de Tecnologia, Ferramentas da Qualidade, Novas Ferramentas de Gestão, Home Banking e Engenharia e Segurança do Trabalho.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Introduzir temas atuais, em forma de seminários, com a finalidade de tornar o curso atualizado com a dinâmica do mercado.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Ao final do curso, o aluno terá incorporado conhecimentos sobre a gestão da inovação.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Seminários ministrados por professores convidados. Com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Avaliações em forma de provas, seminários e outros
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
FERREIRA DE ARAUJO FILHO, Geraldo. Empreendedorismo criativo: a nova dimensão da empregabilidade. Ed. Ciência Moderna, 2007.
POLIZELLI. Dermeval; OZAKI, Adalton. Sociedade da Informação. São Paulo: Saraiva, 2007.
RIOS, Gilvando Sa Leitão. O que é Cooperativismo Editora: Brasiliense. 2008.
5.2. COMPLEMENTAR:
AMATO NETO, João. Gestão de Sistemas Locais de Produção e Inovação. São Paulo: Atlas, 2009.
ANGELONI, M. T. Organizações do conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2006.
BARROS NETO et al. Administração de Organizações Complexas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2009.
BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
GARCIA, Marcus. Informática Aplicada a Negócios. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.

 



DISCIPLINA

Disciplina: MARKETING II    Código: FPA038.
Carga Horária: 80 horas aula.     Posição na Grade Curricular: 7 º período.
1. EMENTA 

2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final do curso, o aluno estará em condições de empreender ações, criar estratégicas, e implementar processos de comercialização e comunicação.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os fundamentos do marketing. Entender e saber lidar com um mercado competitivo.
Dominar as ferramentas  apropriadas ao desenvolvimento de  novos produtos e serviços.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final
5. BIBLIOGRAFIA
5. 1. BÁSICA 
HOOLEY, G. J; SAUNDERS, J.A. e PIERCY, N.F – Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo.  3 ed. Prentice Hall, 2001.
KOTLER, Philip, KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing a Bíblia do marketing. 12ª edição. Prentice Hall Brasil, 2006.
LAS CASAS, Alexandre L. Administração de Marketing: conceitos, planejamento e aplicações à realidade brasileira. 1a. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
BASTA, Darci et al. Fundamentos de marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
KOTLER, Philip. Marketing Essencial: conceitos, estratégias e casos. 2 ed. Prentice Hall Brasil, 2004
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios e casos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
MCCARTHY, E. Jerome; PERREAULT JUNIOR, William D. Marketing essencial: uma abordagem gerencial e global. São Paulo: Atlas, 1997. 
ROSENBLOOM, Bert. Canais de marketing: uma visão gerencial. São Paulo: Atlas, 2002.

 

DISCIPLINA

Disciplina: LOGÍSTICA E GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS    Código:FPA039
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 7º Período
1. EMENTA 
Introdução (definições, fluxo físico e fluxo de informações, níveis de planejamento, decisões típicas). Simulação de cadeia de suprimentos. Planejamento agregado em cadeias de suprimentos. Nível de serviço, previsão de demanda em cadeias de suprimentos. Estratégias e administração de estoques em cadeia de suprimento. Modais de transporte. Movimentação e armazenagem de materiais. Sistemas logísticos. Portos, Aeroportos, Centros de Distribuição e Cross Dock. Embalagens e Equipamentos. Tecnologias e parcerias na cadeia de suprimentos. Governança e coordenação.  Avaliação de desempenho. Equilíbrio econômico e financeiro. Compras, Global Sourcing e Global Logistics. Logística reversa, logística de reparos e logística emergencial.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final da disciplina, os alunos contemplarão toda a cadeia de suprimentos de forma a identificar e construir diferenciais competitivos que integrem as exigências dos clientes finais. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer todo o processo desde a logística de suprimento até o fluxo informacional ou do fluxo de investimentos às alternativas organizacionais de governança das organizações envolvidas.;
Compreender o papel e a importância da logística e da gestão de cadeia de suprimentos.
Entender a economia das cadeias de suprimento com a incorporação de responsabilidades sociais e ambientais no fluxo ao cliente e no fluxo reverso. 
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Bookman Companhia Editora, 2006.
CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supply chain. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 
NOVAES, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição, Estratégia, Operação e Avaliação. 3 ed.Campus, 2007.
5.2. COMPLEMENTAR:
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. 
BOWERSOX, Donald J. Logística Empresarial.  São Paulo: Atlas, 2001.
CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
CORRÊA, Henriquem. L.; GIANESI, Irineu G. N.; CAON, Mauro. Planejamento, programação e controle da produção: MRP II / ERP conceitos, uso e implantação. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dilson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu produto um sucesso. São Paulo: Atlas, 1999.

 



DISCIPLINA

Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I    Código: FPA040
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 7º período
1. EMENTA 
O trabalho de Conclusão de Curso tange à confecção do projeto de pesquisa, em toda sua plenitude, que compreende a questão da determinação e delimitação do tema – a revisão bibliográfica – leitura e documentação – compreensão de textos – orientação na elaboração do projeto, finalizando com a apresentação do trabalho.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final, o aluno terá desenvolvido e apresentado seu TCC.
Receber orientação na elaboração do projeto, finalizando com a apresentação do trabalho.
Confeccionar o projeto de pesquisa, determinando e delimitando o tema;
Fazer a revisão bibliográfica, leitura e documentação dos pontos que importam para o tema escolhido
3. METODOLOGIA DE ORIENTAÇÃO
Encontros dialogados, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar a orientação.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
MARTINS, G. de A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso. FACULDADE INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO – FIPEN. 2009.
5.2. COMPLEMENTAR:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001
LUDWIG, Antonio Carlos  WILL. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica.  Ed. Vozes, 2009.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL. Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalho de conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Livros e Periódicos da área de Administração utilizados no Curso. 

 


DISCIPLINA

Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I    Código: FPA041
Carga Horária: 150 horas aula    Posição na Grade Curricular: 7º período
1. EMENTA 
Os principais objetivos do projeto de atividade são, de um lado, oferecer, à organização concedente do estágio, uma contrapartida,  uma consultoria profissional para a superação de um determinada fragilidade identificada pelo estagiário; e, de outro lado, o aluno terá a oportunidade de demonstrar, na prática, as competências incorporadas durante sua vida acadêmica. Com essa prática, ganham a organização, o aluno e a Faculdade, que mais uma vez cumpre com sua responsabilidade de oferecer, à comunidade, a extensão do ensino, mediante serviços especiais, como preceitua o inciso IV do artigo 2º do seu Regimento.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Oferecer, à comunidade, a extensão do ensino, mediante serviços especiais, como preceitua o inciso IV do artigo 2º do seu Regimento.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Oferecer, à organização concedente do estágio, uma contrapartida,  uma consultoria profissional para a superação de um determinada fragilidade identificada pelo estagiário;
Demonstração das competências incorporadas pelo aluno durante sua vida acadêmica.
3. METODOLOGIA DO ESTÁGIO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
ROESCH, S. M. A. Projeto de estágio e pesquisa em administração. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999.
Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado. FACULDADE INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO – FIPEN. 2009.
5.2. COMPLEMENTAR:
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001
LUDWIG, Antônio Carlos  WILL. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica.  Ed. Vozes, 2009.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalho de conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
NISKIER, Arnaldo; NATHANAEL, Paulo. Educação, estágio & trabalho. São Paulo: Integrare, 2006.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002
BRASIL. Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências.
Livros e Periódicos da área de Administração utilizados no curso.

 

DISCIPLINA

EMENTA 

Disciplina: RESPONSABILIDADE SOCIAL    Código: FPA042
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
História de formação da Responsabilidade Social das Empresas (RSE); principais aspectos do capitalismo contemporâneo;  debate sobre RSE como valor ou interesse; fundamentos da RSE; limites e possibilidades da RSE;  estudo de casos; análise do Balanço Social das empresas; RSE como marketing ou assistencialismo; a RSE e os trabalhadores; a  RSE e as desigualdades sociais.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Fornecer aos alunos um panorama histórico da Responsabilidade Social das Empresas (RSE) no mundo e no Brasil. Analisar os exemplos de RSE através dos Balanços Sociais e atualizar sobre os últimos acontecimentos para a normalização da RSE no Brasil. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Trabalhar com as definições de Responsabilidade Social das Empresas (RSE) e suas dimensões. Contribuir para uma reflexão crítica sobre os atuais modelos e o futuro da RSE no Brasil.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposição dialogada dos tópicos teóricos de aula, com a inclusão de plantões objetivando reforçar os conteúdos ministrados,  incentivando a participação do aluno em sala a partir de exemplos e reflexões geradas pelo conteúdo dado.  Utilização de filmes como recurso didático e de reflexão do tema abordado. Capacitar o aluno para apresentação de seminários e trabalhos. 
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação semestral constará de uma prova dissertativa relativa ao conteúdo teórico e um trabalho em grupo apresentado sob a forma de seminário com base nas experiências de RSE vistas. Uma prova substitutiva contendo questões relativas ao conteúdo do semestre será aplicada com a finalidade de suprir a ausência do estudante em uma das provas anteriores ou substituir nota da prova de menor pontuação. 
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ASHLEY, Patricia Almeida (Coord.) et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 
KARKOTLI, Gilson; ARAGÃO, SUELI DUARTE.  Responsabilidade Social Uma Contribuição à Gestão Transformadora das Org. 2ª ed. Vozes, 2007.
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
5.2. COMPLEMENTAR:
COSTA, Eduardo Homem da. Fundamentos de Responsabilidade Social Empresarial. 1ª ed. Eduardo Homem, 2007.
INSTITUTO OBSERVATÓRIO Social empresarial: perspectivas para atuação sindical. Florianópolis: IOS, 2004.
MAIA, Paulo Leandro. Introdução à Ética e Responsabilidade Social. 1ª ed.  LEUD, 2007.
ROBLES JR. Antonio & BONELLI, Valério Vitor. Gestão da Qualidade e do Meio Ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.
TRANSFERETTI, José Antônio. Ética e Responsabilidade Social. Campinas: Alínea, 2010.
Código de Ética Profissional do Administrador. Disponível em: http://www.cfa.org.br/download/cgs0268.pdf 
 

DISCIPLINA

Disciplina: RESPONSABILIDADE AMBIENTAL    Código: FPA043
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
Histórico. Relação homem/meio ambiente. Principais problemas ambientais atuais. Estratégia Empresarial e Meio Ambiente. Desenvolvimento sustentável dos negócios. Contabilidade e Valoração Ambiental. Interface empresa/comunidade. Gestão Tecnológica para produtos e processos. Aspectos legais ambientais. Auditoria Ambiental. Marketing Verde. Gestão de Pessoas e Meio Ambiente. Educação Ambiental. Sistemas de Gestão Ambiental.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Apresentar, refletir e discutir a inserção da variável ambiental na administração das empresas.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Analisar criticamente o papel das empresas com relação ao meio ambiente.
Identificar a situação das empresas no que diz respeito ao uso dos recursos naturais.
Conhecer as ações de curto, médio e longo prazo que as empresas tomam em seus Sistemas de Gestão Ambiental.
Realizar estudos de caso e propor ações efetivas. 

3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Palestra com profissional. Debates e Seminários.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Estudo de Caso (50%)
Avaliação Teórica: Seminário em grupo, com temas a serem definidos (50%)
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
DIAS, Genebaldo Freire. Pegada ecológica e sustentabilidade humana. São Paulo: Gaia, 2002. As dimensões humanas das alterações ambientais globais - um estudo de caso brasileiro (como o metabolismo ecossistêmico urbano contribui para as alterações ambientais globais).
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade Ambiental ISO 14000. São Paulo: SENAC, 2008.
5.2. COMPLEMENTAR:
CAVALCANTI, Clóvis (Org.). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo; Recife, PE: Cortez; Fundação Joaquim Nabuco, 2003. 
DANTAS, Marcelo Buzaglo & PILATI, Luciana Cardoso. São Paulo: Saraiva, 2011.
DIAS, Reinaldo. Marketing Ambiental. São Paulo: Atlas, 2007.
ROBLES JR. Antônio & BONELLI, Valério Vitor. Gestão da Qualidade e do Meio Ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. São Paulo: Atlas, 2010.
CFC. NBC T 15 - Normas Brasileiras de Contabilidade. Informações de Natureza Social e Ambiental. Brasília: CFC, Disponíveis no site: http://www.cfc.org.br/

 



DISCIPLINA (optativa)

Disciplina: PESQUISA OPERACIONAL    Código: FPA044
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
Esta é uma disciplina que aprofunda o raciocínio lógico e matemático do discente, desenvolvendo a capacidade crítica que influenciará na qualidade do processo decisório quando em função de gestão e na solução de problemas do cotidiano empresarial. O Conteúdo aborda: Programação Linear e Método Simplex - Problema de Transporte – Teoria dos Grafos - Tópicos de Álgebra Linear. Formulação de problemas e multiplicadores de Lagrange. Modelos e Forma – padrão de Problemas de programação Linear. (PPL). Solução Gráfica de uma PPL. Método Simplex. Degeneração. Dualidade.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final da disciplina, o aluno terá desenvolvido sua capacidade crítica para decidir.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Aprofundar o raciocínio lógico e matemático do alunado.
Identificar a importância da análise crítica para a solução de problemas.
Entender o raciocínio lógico como um dos fatores críticos de sucesso na busca de alternativas eficazes.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados; estudo de casos.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ARENALES, M.; et al. Pesquisa Operacional. São Paulo: Campus, 2006.
LACHTERMARCHER, G. Pesquisa Operacional na tomada de Decisões. São Paulo: Campus, 2006.
LOESCH, Cláudio. HEIN, Nelson. Pesquisa Operacional: Fundamentos e Modelos. São Paulo: Saraiva, 2008.
5.2. COMPLEMENTAR:
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de Investimentos: matemática financeira; engenharia econômica; tomada de decisão; estratégia empresarial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1994.
COOPER, D. R.; SCHINDLER, P. S. Métodos de Pesquisa em Administração. 7a. edição. Porto Alegre: Bookman, 2003.
MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: Curso Introdutório. São Paulo: Thomson, 2006.
OLIVO, Rodolfo Leandro de Faria. Análise de Investimento. Campinas: Alínea, 2008. 
SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2006. IUDÍCIBUS, Sérgio de et al. Contabilidade Introdutória. 9. ed. São Paulo: Atlas, 1998. 
 

DISCIPLINA

Disciplina: PLANEJAMENTO E GESTÃO EMPRESARIAL    Código: FPA 045
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8? período
1. EMENTA 
O novo ambiente de negócios e seus impactos no planejamento estratégico das organizações .
Evolução do planejamento. Planejamento e gestão estratégicas. Estratégia nas organizações, produtos/Serviços e clientes. Visão estratégica do negócio. Missão Institucional. Análise de cenários. Análise do ambiente interno, análise do ambiente externo. Modelo das 5 forças de Porter: Concorrentes, Substitutos, Novos Entrantes, Fornecedores e Compradores. Matriz de oportunidades X ameaças. Vantagens Competitivas. Visão do Futuro. Estratégia Competitivas. Tipos de estratégias empresariais frente ao cenário. O processo de elaboração do planejamento estratégico.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final do curso, o aluno estará sensibilizado para a necessidade de a organização fazer seu planejamento estratégico como requisito para  sobrevivência em um ambiente globalizado.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer os princípios do planejamento estratégico.
Compreender a análise de cenários interno e externo.
Conhecer o processo de elaboração do planejamento estratégico.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Relatórios e/ou exercícios práticos no decorrer do semestre.
Avaliação Prática: Seminários com temas a serem definidos.
Avaliação Teórica: Trabalho final.
5. BIBLIOGRAFIA
5. 1 BÁSICA 
CHIAVENATO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento Estratégico. Fundamentos e Aplicações. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
OLIVEIRA, Otávio J. Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas, 2007
OLIVEIRA, Djalma de Pinho R.L. Planejamento Estratégico. São Paulo: Atlas, 2007.
5.2. COMPLEMENTAR:
DRUCKER, Peter F. Administrando em Tempos de Grandes Mudanças. São Paulo: Thomson Pioneira, 1996
KOTLER, Philip. Marketing Essencial: conceitos, estratégias e casos. 2 ed. Prentice Hall Brasil, 2004.
LUSSIER, Robert N.; ACHUA, Christopher F. Leadership: theory, application, skill development. 2.ed. Austrália: Thomson, 2004.
MAXIMIANO, C. A. Administração de Projetos: Como Transformar Ideias em Resultados - Editora: Atlas, 2008.
WOOD JÚNIOR, Thomas (Coord.) et al. Gestão empresarial: o fator humano. São Paulo: Atlas, 2007. .


 


DISCIPLINA

Disciplina: MERCADOS DE CAPITAIS    Código: FPA046
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8? período
1. EMENTA 
Conceitos fundamentais de análise de investimento e de mercado financeiro. Mercado financeiro. Mercado de capitais. Mercado de opções. O processo poupança-investimento . O sistemas financeiro nacional. Financiamento das atividade empresariais por meio de recursos próprios. Tomada de decisão sobre investimento. Instituições de crédito pública e privada. Análise operacional das instituições de crédito pública e privada. Aplicações no mercado financeiro.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Possibilitar que os alunos compreendam a dinâmica do mercado de capitais, identificando o tipo de investimento e o momento adequado de investir, a fim de aplicarem com eficácia os recursos financeiros.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Preparar o aluno para transitar com desenvoltura no mercado de capitais.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Exposições dialogadas, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados. Discussões estruturadas em grupo. Debates e Seminários
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo. Provas, seminários e outros
5. BIBLIOGRAFIA
5. 1 BÁSICA 
LAGIOIA. Umbelina Carvo Teixeira. Fundamentos do Mercado de Capitais. São Paulo: Atlas, 2007.
SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões Financeiras e Análise de Investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 
TREVISAN, Antoninho Marmo. Como Participar do Mercado de Capitais. São Paulo: Trevisan Editora, 2008.
5.2. COMPLEMENTAR:
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de Investimentos: matemática financeira; engenharia econômica; tomada de decisão; estratégia empresarial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 1994. 
LAGIOIA. Fundamentos do Mercado de Capitais. São Paulo: Atlas, 2009.
TREVISAN, Antoninho Marmo. Como Participar do Mercado de Capitais. São Paulo: Trevisan Editora, 2009
VELLOSO, João Paulo dos Reis et al.. Revolução No Mercado De Capitais Do Brasil O Crescimento Recente E Sustentável? São Paulo: Campus, 2008. .

 

DISCIPLINA

Disciplina: JOGOS DE EMPRESA    Código: FPA047
Carga Horária: 80 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
A disciplina discute e aborda temas que possibilitam a fundamentação necessária para o sucesso na escolha e implementação de novas estratégias e políticas de negócios. Utilizada como meio para implementar as estratégias estabelecidas pela organização. Possibilita visualizar os riscos envolvidos nos negócios, e consequentemente o impacto na tomada de decisão, através da análise de novos cenários. Análise ambiental dos stakeholders. Ferramentas de diagnóstico gerencial. Análise e Interpretação de estudos de caso. Casos de empresas brasileiras. Casos de empresas globais. Situações e Estratégia Empresarial (Simulações).
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final da disciplina, o aluno será capaz de definir e utilizar estratégicas e procedimentos inerentes à administração, discernindo as possibilidades oferecidas pelos modelos básicos de tomada de decisão. 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Conhecer a fundamentação necessária para o sucesso na escolha e implementação de novas estratégias e políticas de negócios;
Aprender a tomar decisões em ambientes competitivos mediante a realização de simulações empresariais.
3. METODOLOGIA DE ENSINO
Simulações empresariais e estudos de caso, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar os conteúdos ministrados.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios práticos. Trabalhos em grupo.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. São Paulo: Makron Books, 1993.
STAREC, C. Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. 1 edição. São Paulo: Saraiva, 2006.
YOZO, Ronaldo. 100 jogos para grupos: uma abordagem psicodramática para empresas, escolas e clinicas. São Paulo, 1996. 
5.2. COMPLEMENTAR:
GRAMIGNA, Maria Rita. Jogos de Empresa. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2007.
LUPERINI, Roberto. Dinâmicas e Jogos na Empresa. São Paulo: Vozae, 2008.
PEREIRA, J. C; VALENE, P. G; CAMARIM, E. L; ROCHA, J. L. C. A arte de comprar e vender empresas. São Paulo; Campus, 2006.
SAUAIA, Antônio Carlos Aidar. Laboratório de Gestão: Simulador Organizacional. São Paulo: Manole, 2010.
TZU, Sun & GAGLIARD, Gary. Arte da Guerra; A Arte das Pequenas empresas. São Paulo: Makron Books, 2007.

 

DISCIPLINA

Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II    Código: FPA048
Carga Horária: 40 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
O trabalho de Conclusão de Curso tange à confecção do projeto de pesquisa, em toda sua plenitude, que compreende a questão da determinação e delimitação do tema – a revisão bibliográfica – leitura e documentação – compreensão de textos – orientação na elaboração do projeto, finalizando com a apresentação do trabalho.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Ao final, o aluno terá desenvolvido e apresentado seu TCC.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Receber orientação na elaboração do projeto, finalizando com a apresentação do trabalho.
Confeccionar o projeto de pesquisa, determinando e delimitando o tema;
Fazer a revisão bibliográfica, leitura e documentação dos pontos que importam para o tema escolhido
3. METODOLOGIA DE ORIENTAÇÃO
Encontros dialogados, com a inclusão de plantões que objetivam reforçar a orientação.
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
MARTINS, G. de A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso. FACULDADE INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO – FIPEN. 2009.
5.2. COMPLEMENTAR:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001
LUDWIG, Antonio Carlos  WILL. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica.  Ed. Vozes, 2009.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalho de conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL. Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências.
Livros e Periódicos da área de Administração utilizados no Curso. 




 



DISCIPLINA

Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II    Código: FPA049
Carga Horária: 150 horas aula    Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
Os principais objetivos do projeto de atividade são, de um lado, oferecer, à organização concedente do estágio, uma contrapartida,  uma consultoria profissional para a superação de um determinada fragilidade identificada pelo estagiário; e, de outro lado, o aluno terá a oportunidade de demonstrar, na prática, as competências incorporadas durante sua vida acadêmica. Com essa prática, ganham a organização, o aluno e a Faculdade, que mais uma vez cumpre com sua responsabilidade de oferecer, à comunidade, a extensão do ensino, mediante serviços especiais, como preceitua o inciso IV do artigo 2º do seu Regimento.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Oferecer, à comunidade, a extensão do ensino, mediante serviços especiais, como preceitua o inciso IV do artigo 2º do seu Regimento.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Oferecer, à organização concedente do estágio, uma contrapartida,  uma consultoria profissional para a superação de um determinada fragilidade identificada pelo estagiário;
Demonstração das competências incorporadas pelo aluno durante sua vida acadêmica.
3. METODOLOGIA DO ESTÁGIO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados
4. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Conforme definido no Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados.
5. BIBLIOGRAFIA
5.1. BÁSICA:
ROESCH, S. M. A. Projeto de estágio e pesquisa em administração. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1999.
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado. FACULDADE INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO – FIPEN. 2009.
5.2. COMPLEMENTAR:
BOOTH, Wayne C; COLOMB, Gregory G; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001
LUDWIG, Antonio Carlos  WILL. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica.  Ed. Vozes, 2009.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de monografias e trabalho de conclusão de curso. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL. Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências.
Livros e Periódicos da área de Administração.
DISCIPLINA

Disciplina: LIBRAS (optativa)    Código: FPA050
Carga Horária: 40 horas aula                                        Posição na Grade Curricular: 8º período
1. EMENTA 
A organização e o fortalecimento de subsídios teóricos e práticos aos formadores e multiplicadores da Língua de Sinais (nesse caso os intérpretes e profissionais que atuam em salas especiais e/ou inclusiva) estruturá-los de uma forma que possam se sentir mais seguros de seus trabalhos e abordagens pedagógicas sobre a surdez, de estudos na graduação.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
Conceber que a diversidade entre as pessoas precisam de profissionais que tratem das questões referentes a Língua de Sinais Brasileira – LIBRAS; 
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Capacitar a habilidade de reflexão sobre a questão das múltiplas linguagens, assim como a Gramática da Língua de Sinais
5.1. BÁSICA:
BRASIL.DECRETO Nº 5626, de 22 de dezembro de 2005. Brasília.
AMARO, D. G. Educação Inclusiva. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.
ALMEIDA, Elisabete Crepaldi; DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades ilustradas em sinais de libras. São Paulo: Reinter, 2004.

5.2. COMPLEMENTAR:
LIMA, P.A. Educação Inclusiva e Igualdade Social. São Paulo: Avercamp, 2006. 
BRASIL.Ministério da Educação.Secretaria de Educação Fundamental.Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares.Secretaria de Educação Especial.Brasília:MEC/SEF/SEESP,1999.
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2010. 
GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. (Série Estratégias de Ensino; n. 14). 
CAPOVILLA, Fernando C. & Raphael, Walkiria D. Dicionário: Língua de Sinais Brasileira – LIBRAS. Vol. I e II. 2ª Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.

 
1.7.3.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO COM OS OBJETIVOS DO CURSO

O currículo do Curso de Administração é coerente com os objetivos do curso e com o compromisso da FIPEN com a região onde está inserida, pois orienta para a formação de profissionais integrados com a realidade local e a qualificação despertada para o aproveitamento das potencialidades sócio-econômicas e culturais, de modo a tornar os profissionais instrumentos do desenvolvimento regional. A visão humanística e crítica da realidade social é trabalhada ao longo de todo o curso, inserindo no aluno, por meio da conjugação da teoria à prática, uma perspectiva pluralista da prática do gestor de marketing.
O inter-relacionamento entre as disciplinas leva o egresso ao cumprimento dos objetivos do curso, ou seja, à formação de um profissional de nível superior capacitado a atuar com conhecimentos e habilidades relevantes à Gestão, utilizando adequadamente e de forma otimizada os recursos técnico-científicos disponíveis para o desenvolvimento profissional. 
Respeitando os aspectos pedagógicos, o currículo é fortemente subsidiado por projetos integradores e pelas atividades complementares. Aborda as áreas de conhecimento, habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais à formação profissional.

1.7.4.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO COM O PERFIL DESEJADO DO EGRESSO

Partiu-se do pressuposto que o profissional da área de Administração tem como atribuições essenciais o conhecimento especializado nas funções do gestor, além de flexibilidade intelectual, capacidade analítica para interpretar informações, capacidade de autoatualização, capacidade gráfica e oral e competência para acompanhar as transformações sociais e tendências mercadológicas e perspectivas do exercício profissional para compor equipes multiprofissionais na área de comércio; bem como, ensino, pesquisa aplicada e extensão a nível universitário.
Com este propósito, o currículo do Curso apresenta uma proposta multi e transdisciplinar, propiciando uma conjugação de saberes, o aperfeiçoamento e a atualização técnico-científica, primando por uma formação na área humanística, tecnológica e com espírito empreendedor e consciente da ética profissional. 
A capacitação profissional está alicerçada no desenvolvimento de competências para o exercício do pensamento crítico e juízo profissional.

1.7.5.    COERÊNCIA DO CURRÍCULO FACE ÀS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 

Com a Resolução Nº4, de 13 de Julho de 2005, o currículo do Curso de Administração foi reestruturado, em  atendimento ao Conselho Nacional De Educação.
Levou-se em consideração também a educação multidisciplinar e humanista, qualificando o aluno para o exercício da atividade de marketing, capacitado-o para o gerenciamento e o desenvolvimento de atividades voltadas para o setor de marketing, realizando a interface entre o cliente e a equipe de funcionários, bem como, não deixando de se preocupar com as outras atividades da área de comércio. 
O currículo do curso abrange uma sequência de disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais, em uma seriação adequada aos componentes do plano do curso constituído por conteúdos que favorecem os conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais que caracterizam a modalidade.
As disciplinas são hierarquizadas em períodos semestrais, seguindo o planejamento indicado para a progressiva formação do Administrador.
A carga horária total do curso é de 3.133h 20 min. já incluídas as horas para as atividades complementares (200 h.) e o Estágio Supervisionado (300 h.), atingindo e ultrapassando o mínimo exigido pelas diretrizes curriculares nacionais para os Cursos de Administração, que é de 3.000 horas.

1.8.    METODOLOGIA 

Conforme o seu Projeto Pedagógico Institucional, a FIPEN considera o aluno em sua totalidade e o Currículo não pode ser analisado de outra forma. Os Docentes, semestralmente, revisam os conteúdos programáticos, discutem as estratégias de ensino e a forma do desenvolvimento das atividades do semestre. Isto possibilita um trabalho integrado e participativo, além de uma melhoria contínua. A autoavaliação colabora com informações e análises para esta reflexão na qual participa o conjunto dos Professores.
As atividades desenvolvidas buscam a interdisciplinaridade, a contextualização com o ambiente externo e o respeito pelo indivíduo, sendo sempre voltadas ao desenvolvimento das competências previstas no Projeto Pedagógico do Curso. O processo de ensino e aprendizagem é desenvolvido por meio de aulas teóricas e atividades práticas que complementam e fixam a compreensão da teoria, além de possibilitarem ao alunado o desenvolvimento da capacidade investigativa.
Conforme Morin (2000; p.47): “Conhecer o humano é, antes de mais nada, situá-lo no universo e não separá-lo dele”. É neste contexto que se desenvolve o Sistema Educacional da FIPEN, pois considera relevante a interação do ser humano com à sociedade. 
Para Demo (2002, p.20), “modernidade significa o desafio que o futuro acena para as novas gerações, em particular seus traços científicos e tecnológicos.”. A modernidade, portanto, não se constitui em analisar o presente ou aceitar padrões sociais que definem o que é moderno, mas em fazer e construir o futuro. Isso só é possível quando os agentes envolvidos pesquisam e intervém de forma construtiva e ética. Para preparar o indivíduo para essa postura e para obtenção das competências necessárias que o capacitam para a ação é necessário que ele desenvolva atividades questionadoras e problematize na sua prática cotidiana. A FIPEN possui esta concepção em sua abordagem pedagógica, portanto tem uma orientação voltada à participação, ao dialogo, à reflexão e à integração entre Discentes, Docentes, Gestores e Comunidade Externa, visando a construção contínua do seu Projeto Pedagógico.
Ainda, em uma perspectiva dialógica e centrada em valores humanos, se desenvolvem os projetos dos Cursos, com estratégias de ensino-aprendizagem e avaliações que tendem a auxiliar ao discente na construção do aprendizado.
Conforme o Capítulo IV, art 43, da Lei de Diretrizes e Bases Nacional, Lei 9294/96, foi construída a concepção pedagógica da FIPEN e tem sido desenvolvida a sua prática pedagógica. Portanto, torna-se necessário comentar cada inciso que o compõe:

“I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;”

A Instituição sempre estimulou o caráter investigativo e interesse pela pesquisa, por meio de atividades, discussões em sala, trabalhos realizados de forma conjunta e atividades. Este estímulo ocorre desde o momento em que o aluno inicia o seu curso, mas destaca-se no momento em que ele desenvolve trabalhos interdisciplinares e de forma contextualizada ao ambiente externo. O trabalho de conclusão de curso, o estágio e outras atividades, integrados às disciplinas devem ser instrumentos relevantes para a compreensão da realidade e da necessidade do desenvolvimento da capacidade investigativa. A abordagem pedagógica visa propiciar, ao aluno, construir o conhecimento de forma conjunta com o aprendizado. A autoavaliação da FIPEN é uma forma de estímulo à reflexão, pois é construída em conjunto com alunos, docentes, técnicos-adminstrativos e gestores e possibilita as diversas ópticas.

“II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;”

A integração entre disciplinas, áreas, cursos e indivíduos com formação, origens e culturas diferentes é muito rico para o desenvolvimento do pensamento de forma transdiciplinar, além de ser fundamental para a multicultura e para a compreensão da sociedade, por meio de uma análise ampla.
A educação contínua é sempre incentivada, por meio de discussões, debates, orientações e pesquisa que demonstram a relevância do aprimoramento.

“III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;”

Os incisos anteriores estão muito relacionados, pois a reflexão, a interdisciplinaridade e a educação continuada são fatores contributivos e motivacionais ao desenvolvimento da pesquisa. Para tal, a FIPEN desenvolve atividades e aulas que abordam o tema de forma compartilhada entre docentes e discentes.

“IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;”

Este fator é fundamental e, desde o início da primeira turma de graduação, a FIPEN divulga o trabalho dos alunos, além de possuir a curva de maturidade docente, que objetiva a incentivar, entre outros fatores, a produção e a publicação dos professores.

“V -  suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura sistematizadora do conhecimento de cada geração;”

O desejo pela educação permanente é incentivado por meio de atividades práticas, ações, debates, aulas e palestras. Também é demonstrado pela sua proposta de educação continuada, conforme o PPI – Projeto Pedagógico Institucional.

“VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade. ”

A Educação não pode estar distante dos problemas sociais e uma Instituição de Ensino deve, necessariamente, intervir na sociedade de maneira colaborativa por meio de suas atividades. A FIPEN, desde o seu início, tem uma relação muito forte com o seu entorno e os alunos sempre foram incentivados a esta interatividade, até pelo caráter humano, construtivista e participativo do Projeto Pedagógico Institucional. 

“VII -  promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição”.

A Extensão está presente nos Cursos que são ministrados, nas atividades que são desenvolvidas e na prática cotidiana. Também pode ser demonstrada pelos trabalhos desenvolvidos em sala, pela empresa júnior, pelas atividades integradas, pelas oficinas profissionalizantes, pelos Trabalhos de Conclusão de Curso, pelos Estágios, pelo Projeto de Autoavaliação, pelas atividades com escolas de Ensino Médio e pela relação com outras instituições.


1.8.1.    INTER-RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS NA CONCEPÇÃO E EXECUÇÃO DO CURRÍCULO

As disciplinas do Curso foram elaboradas de forma articulada e sistêmica, a fim de atender aos objetivos do curso, ao perfil do egresso, tendo uma distribuição satisfatória das cargas horárias em atividades teóricas e práticas, subsidiadas pelas atividades complementares.
A Coordenação do Curso de Administração, em conjunto com os Professores, dividiu as disciplinas em 8 grupos, com os seguintes objetivos:

•    Ampliar a interdisciplinaridade nos grupos e entre eles;
•    Facilitar a gestão do Curso, possibilitando atividades, dinâmicas, estratégias de ensino e desenvolvimento de conteúdos de forma integrada;
•    Auxiliar aos  Discentes uma visualização integrada dos conteúdos;
•    Incentivar aos Docentes e Discentes a se integrarem.

Observa-se, porém, que, em todos os momentos, estes grupos são analisados de forma global ao Curso e aos seus objetivos gerais. 
Há competências e habilidades que são consideradas em mais de um grupo, pois são interdisciplinares, ou seja, são desenvolvidos de forma transversal aos conteúdos.
Portanto, a seguir, estão disponibilizados os 8 grupos e as Atividades Complementares que integram o Curso com as suas disciplinas e competências específicas:


 

O aluno ainda deve cumprir no mínimo 200 horas de atividades complementares, sendo que a FIPEN oferta: 

 

 



 


 

Os grupos de disciplinas foram criados, conforme as Diretrizes Curriculares do Curso e as reuniões pedagógicas dos Docentes. 

1.8.2.    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ADMINISTRADOR FIPEN

O Administrador que a FIPEN objetiva formar deverá possuir as competências e habilidades determinadas pelas diretrizes do Curso de Administração, adicionadas a outras, que constituem a missão e os princípios institucionais da IES. Portanto, a formação deverá contemplar:

II.    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão;
III.    desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais; 
IV.    refletir e atuar, criticamente, sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento; 
V.    desenvolver o raciocínio lógico, crítico e analítico operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre os fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem como expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais; 
VI.    ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, desejo de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
VII.    desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável; 
VIII.    desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; 
IX.    desenvolver capacidade de realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais; 
X.    desenvolver uma postura ética e humanista;
XI.    compreender a necessidade e atuar, conforme os princípios de uma gestão com responsabilidade social e sustentabilidade, de forma a contribuir com a sociedade;
XII.    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora.

Grupo 1.    Ciências Humanas, Sociais e Jurídicas
Disciplinas: Sociologia Aplicada, Filosofia e Ética, Economia, Economia Brasileira, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Social e do Trabalho, Metodologia e Pesquisa Científica e Direito Comercial e Tributário.

Competências e Habilidades:

•    ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, desejo de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
•    desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora;
•    capacitar o aluno à análise, com base no instrumental teórico da Sociologia Geral, de forma integrada às outras disciplinas e capacitar o aluno à análise da realidade social; 
•    compreender sua relação com o outro nos grupos sociais, além da relação dele enquanto indivíduo, no trabalho e em sua profissão;
•    proporcionar ao aluno as condições necessárias para a ampliação de sua capacidade de reflexão e análise crítica, da realidade vivida e reconhecida, através da Sociologia, Filosofia e Ética;
•    capacitar para a utilização de conceitos e princípios de direito, os quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos e outras disciplinas, em nível de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional;
•    capacitar o estudante a aplicar os conceitos e técnicas de Legislação Social e Trabalhista em diversas situações práticas relacionadas à administração e gerenciamento, possibilitando-o a compreender os meandros da aplicação da legislação social do trabalho e sua função na Sociedade Brasileira.
•    conhecer os fundamentos básicos da moderna teoria econômica, compondo-se de:  a) a microeconomia do funcionamento do mercado como forma de alocação dos recursos. b) a produtividade e o comércio internacional como fonte de bem estar para a sociedade. c) a macroeconomia e seus determinantes da renda nacional e do emprego. c) a contribuição da acumulação de fatores (capital e trabalho) e das inovações tecnológicas para o crescimento da renda nacional no longo prazo;
•    conhecer as teorias econômicas, seu desenvolvimento, tendências futuras e perspectivas;
•    iniciar os alunos no pensamento científico, orientando-os para análise crítica dos diferentes procedimentos metodológicos abordados no curso. Proporcionar informações relativas à conceituação de ciência e seus objetivos;
•    capacitar o aluno a elaborar projetos e relatórios por meio do conhecimento de técnicas  e métodos de pesquisa;
•    proporcionar, ao estudante, a oportunidade de identificar os princípios, características e os conceitos do Direito Comercial e Tributário, bem como a adequada aplicação na Administração das empresas.


Grupo 2.    Gestão Financeira e Contábil

Disciplinas: Contabilidade Básica, Contabilidade Gerencial, Matemática Financeira, Administração de Custos e Administração Financeira e Orçamentária I e II.

Competências e Habilidades:

•    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações na Gestão Financeira, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão; 
•    desenvolver o raciocínio lógico, crítico e analítico operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre os fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem como expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da contabilidade como ferramental importante no processo decisório na empresa, compreender a estática patrimonial, os procedimentos contábeis e as variações patrimoniais decorrentes das operações da empresa;
•    aplicar as técnicas de contabilidade de acordo com os princípios e as convenções contábeis geralmente aceitos, além de analisar e emitir parecer sobre as demonstrações financeiras geradas pela contabilidade;
•    Aprofundar os conceitos e as funções da contabilidade gerencial, bem como a sua aplicação nas empresas, com ênfase em sistemas de custeio, utilização das informações de custos para tomada de decisão, contabilidade por responsabilidade e medidas de avaliação de desempenho;
•    desenvolver o entendimento das funções e aspectos da gestão estratégica de custos em ambientes produtivos e administrativos das empresas e a capacidade de decisão e avaliação em um mercado competitivo;
•    Prover o aluno de informações para a Administração Financeira e Administração de Custos, por meio de conceitos e técnicas atuais que possam otimizar a gestão, minimizando riscos e maximizando resultados. 
•    desenvolver a capacidade de reconhecimento e análise dos problemas financeiros, avaliação da situação econômico-financeira e gestão correta dos seus ativos. Definição, elaboração e administração do orçamento público integrado, bem como familiarização do aluno com os tópicos mais atuais da administração financeira;
•    compreender as variações decorrentes de operações econômicas e financeiras efetuadas pelos gestores da empresa; saber aplicar as técnicas de análise aprendidas, a fim de diagnosticar, de forma eficaz, a situação econômica e financeira da entidade analisada, além de analisá-la em relação ao mercado;
•    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora.

Grupo 3.    Teorias da Administração e Gestão de Pessoas

Disciplinas: Psicologia Aplicada, Teoria Geral da Administração I e II, Gestão de Pessoas I e II e Organização, Sistemas e Métodos.

Competências e Habilidades:

•    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações nos Processos Empresariais, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão; 
•    refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento; 
•    ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, desejo de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
•    desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável; 
•    desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; 
•    desenvolver capacidade de realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora;
•    conhecer a evolução histórica da Administração, seus principais colaboradores e estudiosos, tudo isso relacionado com a prática, criando uma relação entre as experiências reais empresariais, sabendo utilizar a Administração como uma forma de relacionar situações e problemas vividos por empresas;
•    conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da Administração, utilizando técnicas simples para resolver problemas complexos das empresas;
•    demonstrar aos alunos os conhecimento básicos de Psicologia e capacitá-los para a utilização de conceitos e técnicas relacionadas, buscando progressivamente introduzir elementos fundamentais da Psicologia Social e Psicologia do Trabalho, possibilitando refletirem sobre a condição psicossocial e sobre o trabalho na vida humana, os quais o aluno utilizará como subsídio para assuntos correlatos em outras disciplinas, nos níveis de graduação e pós-graduação e no decorrer da vida profissional.
•    compreender que as organizações buscam alternativas para melhorar o seu desempenho e garantir a competitividade e que as pessoas são fundamentais nesse processo, logo o Administrador  deve identificar: a) o papel da liderança na melhoria do comportamento organizacional e em seus esforços de mudança visando a competitividade, b) a responsabilidade do liderado no processo da liderança e c) identificar a responsabilidade de linha e a função de staff da Área de Gestão de Pessoas;
•    conhecer os subsistemas da Área de Gestão de Pessoas e os princípios da Gestão por Competências;
•    capacitar o aluno para uma Visão Estratégica e atuação Sistêmica, analisando e planejando os Recursos Humanos, de forma compatível com os recursos materiais, tecnológicos e mercadológicos e de forma a considerar os objetivos empresariais;
•    assimilar os conceitos e teorias de Organização, Sistemas e Métodos que são usados para uma análise crítica da realidade, conhecer as diversas técnicas utilizadas para identificar e melhorar ambientes que podem gerar índices maiores de satisfação, qualidade e produtividade.

Grupo 4.    Matemática, Estudos Quantitativos e Tecnologias

Disciplinas: Informática Aplicada, Métodos Quantitativos, Estatística, Administração de Sistemas de Informações, Seminários de Administração, Tecnologia e Inovação e Matemática.

Competências e Habilidades:

•    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão; 
•    capacitar o aluno para elaboração do Planejamento Estratégico, analisando e atuando de forma sistêmica;
•    desenvolver o raciocínio lógico, crítico e analítico operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre os fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem como expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora;
•    conhecer os conceitos, as funções e as aplicações da informática e tecnologia e adequá-los para uso empresarial;
•    possuir uma visão global dos tipos de Sistemas de Informação à disposição das empresas, enfocando o seu uso e as atividades e questões relativas à administração dos recursos de informática e tecnologia;
•    conhecer e utilizar os conhecimentos de Matemática e Estatística e aplicá-la nos ambientes empresariais e na vida profissional;
•    conhecer aspectos Gerais da Gestão do Conhecimento e da Inovação.

Grupo 5.    Comunicação Empresarial

Disciplinas: Comunicação e Expressão, Leitura e Produção Textual I a III e Inglês para Administradores I a IV.

Competências e Habilidades:

•    desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais; 
•    habilitar o aluno a melhor desempenhar suas funções de comunicação, mediante o domínio mais seguro da linguagem verbal;
•    desenvolver, nos alunos, as habilidades linguísticas seguintes: ler, ouvir (compreender) e falar em língua inglesa. A aprendizagem terá como foco estruturas básicas da língua inglesa para comunicação cotidiana e informal e o desenvolvimento de competências de leitura instrumental de textos com conteúdos variados, além do desenvolvimento de autonomia e autodisciplina com relação ao seu aprendizado;
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    aprofundar a competência comunicativa dos alunos e a capacidade de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação;
•    desenvolver senso crítico e criatividade, além de demonstrar a relevância do aprendizado, despertar vontade política e administrativa e utililizar-se da comunicação como um instrumento de autonomia e intervenção social.

Grupo 6.    Logística

Disciplinas: Administração de Materiais e Patrimônio, Administração de Materiais e Patrimônio, Logística e Gestão de Cadeia de Suprimentos e Pesquisa Operacional.

Competências e Habilidades:

•    reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão; 
•    refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva, sob seu controle e gerenciamento; 
•    desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável; 
•    desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; 
•    desenvolver capacidade de realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    desenvolver uma formação global associada à uma visão crítica e empreendedora;
•    proporcionar aos alunos o domínio dos principais conceitos da Administração de Materiais, do Patrimônio, da Produção e Logística e suas aplicações nas empresas, com o objetivo de identificar a importância nas empresas, capacitando para o Planejamento e desenvolvendo senso crítico na análise de alternativas de logística;
•    entender a economia das cadeias de suprimento com a incorporação de responsabilidades sociais e ambientais no fluxo ao cliente e no fluxo reverso;
•    aprofundar o raciocínio lógico e matemático, identificar a importância da análise crítica para a solução de problemas e entender o raciocínio lógico como um dos fatores críticos de sucesso na busca de alternativas eficazes.

 
Grupo 7.    Gestão Empresarial e Marketing

Disciplinas: Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social, Marketing I e II, Planejamento e Gestão Empresarial, Mercado de Capitais e Jogos de Empresa.

Competências e Habilidades:

•    ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, desejo de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
•    desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; 
•    desenvolver capacidade de realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais; 
•    desenvolver uma postura ética e humanista;
•    compreender a necessidade e atuar conforme os princípios de uma gestão com responsabilidade social e sustentabilidade, de forma a contribuir com a sociedade;
•    desenvolver uma formação global, associada à uma visão crítica e empreendedora;
•    capacitar para o empreendimento de ações e a criação de estratégias a fim de implementar processos de comercialização e comunicação e conhecer os fundamentos do Marketing, sabendo atuar em ambiente competitivo;
•    dominar as ferramentas  apropriadas ao desenvolvimento de  novos produtos e serviços;
•    conhecer a fundamentação necessária para o sucesso na escolha e implementação de novas estratégias e políticas de negócios e Aprender a tomar decisões, em ambientes, competitivos mediante a realização de simulações empresariais;
•    possibilitar a compreensão da dinâmica do mercado de capitais, identificando o tipo de investimento e o momento adequado de investir, a fim de aplicarem com eficácia os recursos financeiros;
•    conhecer os princípios do planejamento estratégico, compreender a análise de cenários interno e externo e ser capaz de descrever cenários e elaborar estratégias;
•    compreender a variável ambiental na administração das empresas, com o objetivo de analisar criticamente o papel das empresas em relação ao meio ambiente, identificar a situação delas quanto ao uso dos recursos naturais, conhecer as ações de curto, médio e longo prazo que podem ou devem realizar em seus Sistemas de Gestão Ambiental;
•    conhecer, refletir sobre os atuais modelos e o futuro da Responsabilidade Social das Empresas no Brasil, capacitando-os para a elaboração de planejamento e políticas para as empresas.

Grupo 8.    Trabalho de Curso e Estágio Supervisionado
Disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e II e Estágio Curricular Supervisionado I e II.

Competências e Habilidades:

Para estas disciplinas as Competências são as gerais, citadas anteriormente, pois envolvem o conhecimento de todo o Curso, porém destacam-se:

•    capacidade de articulação e sistematização de concepções e idéias, articulando o Currículo do Curso e a aplicação do conhecimento adquirido pelas disciplinas;
•    aplicação das técnicas de metodologia e pesquisa;
•    desenvolvimento de dois trabalhos práticos, com base no referencial teórico e na observação da realidade;
•    oportunidade do aluno desenvolver trabalhos voltados à sua área de interesse;
•    oportunidade de aplicar conhecimentos, intervindo na sociedade;
•    construir projetos de forma ética, humana e com responsabilidade social;
•    desenvolver a auto-estima e a percepção da capacidade de construção de projetos e de problematização;
•    despertar a autonomia para a pesquisa, desenvolvendo projetos empreendedores;
•    Incentivá-los à Educação Continuada e proporcionar conhecimentos que auxiliarão no ingresso de Cursos de Pós-Graduação.

Atividades Complementares

Na parte flexível do Curso, as atividades Complementares, têm os seguintes objetivos:

•    associar, ainda mais, o Curso aos objetivos Institucionais e à Missão da FIPEN, que são:
a.    valorizar a pessoa humana, compreendida na sua totalidade: um ser em relação com o seu semelhante e o mundo sócio-cultural que o cerca, eclético, criativo, inovador e com capacidade de intervir em diferentes ambientes e situações;
b.    promover ensino integrado e qualificado para o desenvolvimento de uma educação capaz de possibilitar o desenvolvimento pessoal, com postura empreendedora, capacidade de liderança e profissionais com fortes valores éticos, na busca da melhoria da comunidade.
c.    oferecer um processo de educação continuada e integral aos alunos, criando oportunidades que contemplem o ser, o bem-estar, a convivência comunitária e a criação de um ambiente propício para absorção de novas tecnologias no ambiente acadêmico e comunitário regional.
•    auxiliar no desenvolvimento das competências e habilidade citadas anteriormente;
•    proporcionar conteúdos complementares aos Currículos de forma flexível e em ambientes e estratégias de ensino diferenciadas das tradicionais;
•    possibilitar que, em conjunto aos outros diferenciais do Currículo do Curso de Administração da FIPEN, o egresso tenha competências e habilidades complementares.

1.8.3.    DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS

A carga horária foi dimensionada com o objetivo de atender as diretrizes curriculares e em conformidade às competências e habilidades previstas para o Curso. Também, foram resultantes da reunião do Colegiado de Curso e aprovados pelo CONSUP – Conselho Superior.

1.8.4.    ADEQUAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DAS EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS

As ementas foram elaboradas com o objetivo de atender as diretrizes curriculares e em conformidade às competências e habilidades previstas para o Curso e foram resultantes da reunião do Colegiado de Curso. Os conteúdos programáticos são atualizados semestralmente e aprovados pelo CONSUP – Conselho Superior. 

1.8.5.    DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR

A FIPEN considera que o Currículo possui um conceito muito abrangente, composto das experiências que o aluno possui anteriores ao ingresso na instituição, somada às que adquire durante o Curso e as posteriores, poranto o Curso de Administração da FIPEN utiliza as seguintes estratégias para flexibilização curricular:

•    Análise das disciplinas que aluno cursou anteriormente, em outros cursos ou instituições, podendo eliminar conteúdos no seu ingresso, se for o caso;
•    Sistema de créditos de disciplinas, em que o aluno pode cursar conforme seu tempo disponível, sua capacidade financeira e o seu planejamento. Este fato tem sido um fator muito relevante para viabilizar o acesso aos estudos de parte dos alunos;
•    Orientações sobre as opções que de crédito que o aluno possui no semestre, com o intuito de auxiliá-lo no desenvolvimento do Curso;
•    Reuniões pedagógicos semestrais, com o objetivo de rever o currículo, adaptando, sempre quando necessário, para melhoria da qualidade;
•    Desenvolvimento de atividades complementares, que agregam na formação do alunado;
•    Atividades para recuperação do ensino médio, além da realização de oficinas e de programas de apoio ao aprendizado.

 
1.9.    ATENDIMENTO AOS DISCENTES
1.9.1.    EXISTÊNCIA DE BOLSAS ACADÊMICAS

A FIPEN, preocupada com a necessidade regional, cumpre o seu papel social ofertando as seguintes bolsas:
•    Convênios - os convênios, dependendo do número de inscrições realizadas, têm descontos entre 15% a 30% da mensalidade.
•    Mantenedora - os alunos funcionários da Mantenedora têm desconto de 100% da mensalidade.
•    Transferências - os alunos de outras instituições de ensino que  se transferirem para a FIPEN têm  desconto  de 35% (trinta e cinco por cento) da mensalidade.
•    Pagamentos em dia - todos os alunos que pagarem pontualmente as suas mensalidades tem desconto de 10% (dez por cento) da mensalidade.
Além destas bolsas a FIPEN participa do PROUNI e 

1.9.2.    MECANISMOS DE NIVELAMENTO

A FIPEN possui como mecanismos de nivelamento, além do acompanhamento dos alunos em sala, atividades complementares ofertadas com este objetivo. As atividades complementares ofertadas com o objetivo de nivelamento são as seguintes:

ATIVIDADES DE NIVELAMENTO     CARGA HORÁRIA
Oficina de Redação    12h
Plantões com professores titulares    45h
Revisão de Estatística    24h
Revisão de Matemática    24h

1.9.3.    APOIO A PROMOÇÃO DE EVENTOS

No item 1.10 foram descritos os eventos promovidos pela FIPEN como apoio ao aluno, porém, pode-se ainda citar:
•    A  atividade complementar “Mentoring”, ofertada gratuitamente aos alunos, conforme programação a seguir:

 
PROGRAMAÇÃO DA ATIVIDADE: MENTORING

Curso: Administração de Empresas
Carga Horária: 36 h por período, totalizando 216 horas aula, podendo o aluno cursar quantos módulos tiver interesse
Professores Responsáveis:  Alexandre dos Santos e Cecília Vardi
I-EMENTA: 
Orientação de Estudos. Textos – abordagem, compreensão, aprofundamento e intertextualidade. Organização – agenda, rotina, planejamento. Interdisciplinaridade – metodologia, inclusão de outras disciplinas.
II- OBJETIVO GERAL
Esta atividade tem como objetivo geral propiciar a evolução de um saber teórico para um saber prático do estudante de Administração, construindo sua autonomia universitária acadêmica e profissional.
III- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fazer o percurso do plano teórico ao prático; capacitar o estudante a identificar a interdisciplinariedade, promovendo o aprofundamento textual entre as disciplinas; promover a intermediação entre aluno / instituição fornecendo um espaço de ouvidoria; desenvolver a percepção de saber compartilhado (horizontalidade).
IV- PLANO DA ATIVIDADE PSICO-PEDAGÓGICA:
Módulos I e II – orientação de estudos = textos (abordagem, compreensão, aprofundamento e intertextualidade), organização (agenda, rotina, planejamento) e interdisciplinaridade (metodologia e outras disciplinas  / Módulos III e IV – tutoria = ouvidoria, acompanhamento de necessidades, desenvolvimento de maneiras de lidar com conflitos e angústias  / Módulos V e VI – orientação de carreira = possibilidades de atuação, currículo, portfólio, biografia profissional.
V- PLANO DE ENSINO:
oficinas; atividades grupais; leitura de textos; discussões de textos em sala de aula; exibição de filmes; acompanhamento individual; apresentação de seminários
VI –PLANO DE AVALIAÇÃO:
A avaliação semestral constará por 04 (quatro) partes conforme a seguir:
•    Participação  das atividades em classe = 40%
•    Trabalho Escrito em Grupo/Seminário = 30%
•    Oficina Profissionalizante = 25%
•    Autoavaliação = 5%
As avaliações serão realizadas em consonância com o Calendário Acadêmico. 
VII- COMPETÊNCIA QUE SERÃO INCORPORADAS PELOS ALUNOS:
Ao final, o aluno está apto a desenvolver rotina acadêmica; manejar o estudo teórico sobre temas referentes à Administração; além de perceber as relações de interdisciplinaridade no curso de Administração; perceber suas possibilidades de atuação; produzir ferramentas que demonstrem sua trajetória profissional e pessoal.

•    A Semana de Integração dos Alunos, sendo descrita a programação das últimas realizadas:

 



Nome do evento:
Terceira Integração dos Alunos
População-alvo e pré-requisitos para participação:
Todos os alunos da faculdade.
Objetivo:
Integrar os alunos ao ambiente acadêmico, ao corpo discente e ao corpo docente.
Carga horária total e diária:
Total: 6 horas aula     Horário:
Das 19h10 às 20h50    Período de realização:
Dias 9 a 11.03.2009
Dias da semana em que o evento será oferecido:
De segunda e terça-feira
Local:
Campus da FIPEN    Investimento: R$
Sem ônus
Conteúdo programático:
Apresentação da Grade Horária, Regimento e informações gerais do interesse do alunado.
Apresentação da sistemática de operacionalização da atividade complementar de Mentoring.
Apresentação do Tema Central das Oficinas Profissionalizantes.
Metodologia:
Expositiva, participativa, visita. 
Recursos audiovisuais e multimídia:
Recursos de multimída
Docente:
Tacini, Xandó e Senna
Coordenador:
Ana Cláudia M. Feher e Adalberto Tacini

 

Nome do evento:
Quarta Integração dos Alunos – 2009-2
População-alvo e pré-requisitos para participação:
Todos os alunos da faculdade.
Objetivo:
Integrar os alunos ao ambiente acadêmico, ao corpo discente e ao corpo docente.
Carga horária total e diária:
Total: 6 horas aula.     Horário:
Das 19h às 21h    Período de realização:
Dias 18 a 20.08.2009
Dias da semana em que o evento será oferecido:
De terça a quinta-feira
Conteúdo programático:
Segunda-feira
Apresentação do site www.fipen.edu.br; Grade Horária; Calendário Escolar;  Regimento; Resultado do Terceiro Ciclo Avaliativo da Faculdade e Auto-avaliação da Faculdade em Outubro; Novo modelo da Auto-avaliação do Aluno com pontuação atribuída pelo professor de 0 a 10, peso 5%; Comunicações dos docentes em classe; ENADE: aulas de revisão; simulado; Portaria com conteúdo; data da prova no MEC; Oficinas Profissionalizantes primeiro semestre; Semana do Administrador  segundo semestre; Reposição das aulas de feriados e adiamento do início das aulas; e demais  informações do interesse do alunado.
Terça-feira
Apresentação da sistemática de operacionalização da atividade complementar de Mentoring/Normas para publicação de Artigo Científico
Quarta-feira
Moodle/Rotinas Acadêmicas
Quinta 
Informações sobre consultas na Biblioteca e nos sites. 
Sexta-feira
Informações sobre a Semana do Administrador
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Durante a semana, após às 21h, as aulas serão normais.
Metodologia:
Expositiva, participativa.
Recursos audiovisuais e multimídia:
Recursos de multimída
Docente:
Tacini, Xandó, André, e a Bibliotecária, senhora Mônica
Coordenador:Adalberto Tacini

 

Nome do evento:
Quinta Integração dos Alunos – 2010-1
População-alvo e pré-requisitos para participação:
Todos os alunos da faculdade.
Objetivo:
Integrar os alunos ao ambiente acadêmico, ao corpo discente e ao corpo docente.
Carga horária total e diária:
Total: 6 horas aula.     Horário:
Das 19h às 21h
Dias da semana em que o evento será oferecido:
De terça a quinta-feira
Conteúdo programático:
Segunda-feira
Apresentação do site www.fipen.edu.br; Grade Horária; Calendário Escolar;  Regimento; Resultado do Terceiro Ciclo Avaliativo da Faculdade e Auto-avaliação da Faculdade em Outubro; Novo modelo da Auto-avaliação do Aluno com pontuação atribuída pelo professor de 0 a 10, peso 5%; Comunicações dos docentes em classe; ENADE: aulas de revisão; simulado; Portaria com conteúdo; data da prova no MEC; Oficinas Profissionalizantes primeiro semestre; Semana do Administrador  segundo semestre; Reposição das aulas de feriados e adiamento do início das aulas; e demais  informações do interesse do alunado.
Terça-feira
Apresentação da sistemática de operacionalização da atividade complementar de Mentoring/Normas para publicação de Artigo Científico
Quarta-feira
Moodle/Rotinas Acadêmicas
Quinta 
Informações sobre consultas na Biblioteca e nos sites. 
Sexta-feira
Informações sobre a Semana do Administrador
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Durante a semana, após às 21h, as aulas serão normais.
Metodologia:
Expositiva, participativa.
Recursos audiovisuais e multimídia:
Recursos de multimída
Docente:
Tacini, Xandó, André, e a Bibliotecária, senhora Mônica
Coordenador:Adalberto Tacini

 

Nome do evento: Sexta Integração dos Alunos
População-alvo e pré-requisitos para participação:
Todos os alunos e docentes da faculdade.    Objetivo:
Integrar os alunos ao ambiente acadêmico.
Carga horária total e diária:
Total: 10 horas aula.     Horário:
Das 19h às 21h    Período de realização:
02 a 06 de agosto 2010
Dias da semana em que o evento será oferecido:
De segunda a sexta-feira
Conteúdo programático:
Segunda-feira: Mentoring – Profa. Bárbara
Boas vindas e apresentação do conteúdo dessa atividade complementar nos oito períodos e sua operacionalização no semestre.
Terça-feira: Biblioteca – Mônica
Visita à Biblioteca e apresentação dos processos para retirada de livro, renovação e devolução; 
Biblioteca Pearson; 
Periódicos Científicos.
Quarta-feira: Informações gerais sobre a faculdade – Coordenador Prof. Maia
Apresentação dos itens seguintes:
Apresentação do novo monitor;
Apresentação do coordenador e sua agenda na fipen;
Grade Horária;
Horários de entrada e saída da faculdade;
Reprovação por faltas;
Eleição dos representantes de turma e reuniões mensais com Coordenador conforme calendário;
Calendário Escolar e atividades moodle;
Matriz Curricular;
Atividades Complementares;
Site www.fipen.edu.br; 
Regimentos no site;    Regimento das Oficinas Profissionalizantes – principais inovações;
Alunos do 8º período apresentarão prévia do TCC durante a semana de apresentação das Oficinas Profissionalizantes, conforme artº 8º do Regulamento das Oficinas Profissionalizantes;
Procedimento na eventual falta de professor;
Tema das Oficinas Profissionalizantes do semestre;
Revista Científica Hermes nova periodicidade;
Auto-avaliação do aluno;
Ações para captação de alunos – participação dos alunos;
Semana do Administrador;
Resultado da pesquisa feita junto aos alunos e ações de melhoria.
Quinta-feira: Coordenador das Oficinas Profissionalizantes
Tema das 8as. Oficinas Profissionalizantes;
Divisão em sub-grupos;
Conciliação subgrupos-subtemas;
Apresentação do Cronograma das Oficinas do semestre;
Regulamento das Oficinas Profissionalizantes.
Sexta-feira: Coordenador do curso
Notícias do coordenador do curso;
 A entrega de trabalhos deve ser feita no formato do Manual de Normas Acadêmicas;
A Secretaria e a monitoria não estão autorizados a receber trabalhos dos alunos;
Site para consulta de notas, faltas, Histórico escolar e outros;
Outras informações.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Após às 21h, as aulas serão normais.
Metodologia: Expositiva, participativa    Recursos audiovisuais e multimídia: Recursos de multimída
Coordenador: Marcos Maia

 

Nome do evento: Sétima Integração dos Alunos
População-alvo e pré-requisitos para participação:
Todos os alunos e docentes da faculdade.    Objetivo:
Integrar os alunos ao ambiente acadêmico.
Horário:
Das 20h às 21h    Período de realização:
15 e 16 de fevereiro 2011
Dias da semana em que o evento será oferecido:
Terça-feira e quarta-feira
Conteúdo programático:
Terça-feira: Informações gerais sobre a faculdade – Assistente Pedagógica
Apresentação dos itens seguintes:
Boas vindas – Diretor Acadêmico;
Coordenador prof. Marcos Maia – doutorado;
Agenda para atendimento aos alunos;
Grade Horária;
Horários dos plantões; de entrada e saída da faculdade;
Reprovação por faltas: 80h/40h> 20/10>5 dias;
Se perder provas;
Calendário Escolar e atividades moodle;
Matriz Curricular: disciplinas e atividades complementares (200h);
Atividades Complementares;
Portfólio;
Site www.fipen.edu.br; 
Regimentos no site;
Regimento das Oficinas e dos TCCs
Alunos do último período apresentarão TCC durante a semana de apresentação das Oficinas Profissionalizantes;
Oficinas Profissionalizantes, Coordenação e Cronograma do semestre;
Revista Científica Hermes – apostila básico para elaboração de artigos;
Auto-avaliação SINAES;
Avaliação do professor e auto-avaliação;
Ações para captação de alunos – participação dos alunos – vestibular de abril;
Trabalhos devem seguir Normas Acadêmicas;
Secretaria e monitoria  não recebem trabalhos;
Consulta de notas online;
Certificações intermediárias;
Eleição dos representantes de turma.
Quarta-feira: Biblioteca - Mônica
Visita à Biblioteca e apresentação dos processos para retirada de livro, renovação e devolução; 
Biblioteca Universitária; 
Periódicos Científicos.
Metodologia: Expositiva, participativa    Recursos audiovisuais e multimídia: Recursos de multimída
Coordenador: Maria Lúcia G. Massi


1.10.    ESTÍMULO A ATIVIDADES ACADÊMICAS
1.10.1.    PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS EM PROGRAMAS/PROJETOS/ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA OU EM PRÁTICAS DE INVESTIGAÇÃO
A FIPEN, possui relação com o Setor Produtivo, pois é política da Mantenedora, há 30 anos, contribuir com o desenvolvimento regional. Entre os Projetos destaca-se os descritos nos itens 1.6.1.1 e 1.6.1.2, além dos citados a seguir:

a)    Programa: Novos Administradores no AR:
Com o propósito de estimular o conhecimento e a reflexão sobre os  problemas sociais atuais, e, consequentemente, prestar um relevante serviço à comunidade, a FIPEN patrocinou, no segundo semestre de 2007, 13 eventos, no Programa Novos Administradores, veiculado, aos sábados, das 13h às 14h,  pela Rádio Difusora Oeste. Abertos à participação popular, tais programas viabilizaram, além do assunto em pauta, a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e das pesquisas geradas na Instituição Paulista de Ensino.
Ainda que a ênfase do programa recaísse sobre os novos administradores, a fipen, como pode ser observado no quadro abaixo, movida por sua vocação, levou ao ar uma programação variada, dirigida a um público amplo, e difundiu informação cultural e técnica sempre com a sua atenção voltada para promoção da educação e cidadania.

TEMAS APRESENTADOS 
RÁDIO NOVA DIFUSORA AM 1540
PROGRAMA: NOVOS ADMINISTRADORES NO AR
APRESENTAÇÃO: PROF. JUCA DE SOUZA
Nº    Tema    Entrevistados    Data
01    A Evolução do Pensamento    Antonio Medina Rodrigues    11.08
02    Saúde Pública    Heitor de Andrade
José Roberto Rogero    18.08
03    Empreendedorismo    Sergio Cerrada
Simone Mattos    25.08
04    Economia Doméstica    Fernando Gonçalves Gabriel
Milton Carlos Senna    01.09
05    Emprego e Mercado de trabalho    Catho Consultoria    08.09
06    Responsabilidade Ambiental    Klécia Gili Massi
Kléber Henriques Massi    15.09
07    Avanços da Ciência e Tecnologia    José Roberto Martinelli 
Frank Ferrer Sene    22.09
08    Inclusão Digital     Victor Kenski    29.09
09    Emprego e Empregabilidade    Alexandre dos Santos    13.10
10    Direito do consumidor    Maria Cristina Reali    20.10
11    Inclusão Digital e Internet    Victor Kenski    27.10
12    Direito previdenciário    Maria Cristina Reali    10.11
13    Publicidade e Censura    Prof. Pita    17.11

Ao tomar parte dos movimentos educativos regionais, a Instituição Paulista de Ensino, viabilizando esses eventos, que contou com a presença de cientistas, especialistas e professores, muitos dos quais do seu corpo docente, julga ter cumprido com a sua razão de existir, que é a de elevar o nível cultural da população e contribuir, dessa forma, para que o cidadão aumente a sua participação na vida comunitária. 

b)    Manual para Abertura de Empresas:
Os alunos da FIPEN, sob a orientação da Professora do Curso Maria Cristina de Oliveira Reali Esposito, elaboraram uma Cartilha denominada “Os Primeiros Passos para Montar a sua Empresa”. A Cartilha foi impressa e distribuída na região, pois há profissionais que necessitam abrir empresa para aumentar os seus ganhos, para ingressar no mercado ou para sair do mercado informal. 
A Cartilha é simples, didática, e teve o objetivo de contribuir com o desenvolvimento da região, além de aplicar e ampliar os conhecimentos dos alunos, não apenas na área jurídica, mas também de comunicação e gestão.
A atividade foi interdisciplinar e muito importante para o aprendizado e para a construção do conhecimento.

c)    Revista Científica Hermes da FIPEN:
A Revista Científica Hermes tem caráter acadêmico que tem o objetivo de difundir  e incentivar a pesquisa interna, além de promover a difusão da pesquisa externa. A revista conta com uma equipe de pareceristas, um Conselho Editorial e uma equipe de apoio. Com periodicidade semestral, sempre tem um tema central, sendo que lançou recentemente o 8° volume. A Revista contempla:
•    Seção temática de artigos, conforme o tema central;
•    Seção livre de artigos, considerados com qualidade e relevância social;

A revista está disponível em: http://www.fipen.edu.br/hermes1/index.php/hermes1
A Revista Científica Hermes tem as seguintes indexações    
Classificação Capes- Qualis-B5
Administração/Ciências Contábeis/Turismo
Engenharias III.
http://qualis.capes.gov.br/webqualis/principal.seam#
Latindex - Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, Espana y Portugal


GABINETE DO DIRETOR ACADÊMICO
EDITAL Nº 01/11
Chamada de Alunos para Projeto de Iniciação Científica
A Diretoria Acadêmica da Faculdade Instituto Paulista de Ensino – FIPEN torna público o presente Edital, para abertura de inscrições, visando à seleção de alunos para o Projeto de Iniciação Científica do Discente.

1.  INSCRIÇÃO
a.    Período de inscrição dos alunos: de 23 a 27 de maio de 2011;
b.    Local de inscrição: Secretaria da Faculdade;
c.    A inscrição será feita mediante o preenchimento de formulário específico.

2. REQUISITOS PARA A INSCRIÇÃO E SELEÇÃO
a) Quanto à inscrição, o aluno deve:
?    estar regularmente matriculado em curso de graduação;
?    apresentar excelente desempenho acadêmico expresso no histórico escolar;
?    estar até o penúltimo período do curso de graduação;
?    disponibilizar de, pelo menos, 4 horas semanais para dedicar-se às atividades acadêmicas e de pesquisa;
?    ser selecionado pelo proponente do projeto.
b) Quanto ao processo de seleção:
?    será realizado em duas etapas: entrevistas dos candidatos inscritos pelo proponente do projeto (orientador), entre 30.05 e 10.06.2011 e ratificação da seleção pelo Conselho Departamental em 17 de junho de 2011;
?    para a entrevista, o candidato inscrito (discente) deverá ter em mãos o recibo correspondente a sua inscrição;
?    o candidato inscrito deverá procurar a Secretaria da Faculdade  para verificar a data agendada para a entrevista
?    o proponente do projeto deverá procurar a Secretaria da Faculdade  para verificar a data agendada para a entrevista;
?    a classificação dos pedidos será feita mediante a média das notas obtidas nas disciplinas cursadas;
?    no caso de empate, será escolhido o aluno que tiver mais publicação na Revista Científica Hermes;
?    o limite é de 4 de vagas;
?    o anúncio dos candidatos selecionados será feito mediante edital específico.

3. COMPROMISSOS DO ALUNO
?    apresentar, após 6 meses de vigência do projeto, Relatório Científico Parcial, contendo resultados parciais da sua pesquisa;
?    apresentar os resultados parciais da pesquisa, sob a forma de exposição oral, acompanhados de Relatório Científico Parcial, quando da realização das Oficinas Profissionalizantes;
?    apresentar, no final da vigência do projeto, Relatório Científico Final, contendo resultados completos da pesquisa;
?    submeter artigo para a Revista Científica Hermes com os resultados finais da pesquisa;
?    apresentar os resultados finais da pesquisa durante a semana de apresentação das Oficinas Profissionalizantes;
?    fazer referência à sua condição de aluno de Iniciação Científica da FIPEN nas publicações e trabalhos apresentados;
?    caso os requisitos e compromissos estabelecidos acima não sejam cumpridos, o aluno é desvinculado do projeto.

4. DURAÇÃO DO PROJETO
Por um período de 12 meses, admitindo-se renovações, a critério do orientador.

5. ATIVIDADES CURRICULARES
A atividade de iniciação científica poderá ser utilizada como horas para as atividades complementares.

6. CERTIFICADO
O aluno e o orientador fazem jus ao certificado proporcional ao período de atividade desenvolvida.

7. CONDIÇÕES PARA RENOVAÇÃO DO PROJETO OU DO ALUNO
O professor-orientador poderá requerer renovação do(s) seu(s) aluno(s) através de carta dirigida ao Diretor Acadêmico justificando o pleito.

José Roberto Rogero
Diretor Acadêmico


d)    Projeto de Pesquisa

A FIPEN desenvolve, também, o seguinte projeto de pesquisa no Curso de Administração:


1. Título do projeto de Pesquisa
Os estilos de gestão e liderança presentes nas organizações de Osasco e Região.  

2. Apresentação:
Este projeto de pesquisa se propõe a identificar e analisar os tipos de liderança presentes em Osasco e região, considerando as diferentes áreas de atuação e porte das empresas que atuam neste cenário.
O objetivo do projeto é verificar empiricamente se as pessoas que ocupam uma posição hierárquica de “comando” estão fazendo frente às necessidades impostas pelo mundo atual. Em suma, essas pessoas conhecem às necessidades atuais de gestão? Quais paradigmas de gerir os negócios e as pessoas fazem parte da prática diária nas organizações? Quais obstáculos podem impedir o exercício da liderança?
Do mesmo modo, este projeto pretende fornecer dados e análises precisas que permitam aos interessados manter ou modificar práticas de gestão, além de produzir conhecimento que possa auxiliar futuros empreendedores na condução de seus negócios.
A fim de aferir dados mais confiáveis e que possam identificar os estilos de liderança presentes na região de Osasco, a pesquisa, ora proposta, pretende considerar tanto os líderes em posição de comando, quanto seus subordinados, ressalvando-se que essa abordagem poderá abarcar todos os colaboradores de um determinado gerente ou ser feita por meio de amostragem. 
Ainda, para fins de pesquisa, optou-se em segmentar o universo pesquisado, de acordo com a atividade exercida pelas empresas.  Dessa forma, têm-se:

1° Setor de Comércio (Varejista de rua, Atacadista, Varejista de shopping) 
2° Setor de Serviços (Prestadores de serviços como: escolas, bancos, transportadoras, hospitais, entre outros)
3° Setor da Indústria (Metalúrgicas, indústria de cosméticos, indústrias químicas, entre outras)
Além de a pesquisa diferenciar os diferentes setores de atividade, também procurará distinguir as empresas pesquisadas de acordo com o porte das mesmas. 
Para definir o porte de uma empresa, utilizar-se-á o critério de números de funcionários adotado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às micros e pequenas empresas (SEBRAE).

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS:
Porte/Setor    Comércio e Serviços    Indústria
Microempresas    Até 9    Até 19
Empresas de Pequeno Porte    De 10 a 49    De 20 a 99
Empresas de Médio Porte    De 50 a 99    De 100 a 499
Empresas  de Grande Porte    Acima de 100    Acima de 500

Não será considera a distinção entre micro, pequena, média e grande empresa levando em conta o faturamento das mesmas, devido à dificuldade na obtenção dos dados e o risco de se trabalhar com informações imprecisas.
Há hoje, no Brasil, mais de quatro milhões de pequenas e médias empresas formais. Elas são responsáveis por mais de 50 % dos empregos, por 70 % das vendas e participação na ordem de 25 % do PIB nacional (SEBRAE, 2006). Esses números dão a dimensão da importância das micros e pequenas empresas no país. Dessa forma, o estudo proposto contemplará, inicialmente, o grupo das micros e pequenas empresas, passando em seguida para o das empresas de médio porte e, finalmente, alcançando as grandes empresas da região. 


3. Justificativa
O mundo corporativo hoje é marcado por intensas mudanças (tecnológicas, ambientais e comportamentais) que exigem das pessoas uma enorme capacidade de adaptação e transformação.  Para fazer frente a essas mudanças ganha destaque o papel desempenhando pelo gestor, que deve adotar uma postura mais democrática e participativa e promover uma liderança partilhada com a equipe de trabalho.
Em resumo, uma gestão democrática e participativa é o que preconizam os estudos mais recentes na área de Administração de Empresas. Mas, conforme alerta Warren Bennis, democracia não deve ser confundida com permissividade. Para o estudioso esse termo deve ser usado pensando em um sistema de valores que incluem:

Comunicação total e livre, independente de posição e poder; utilização de consenso ao invés da coerção (...) para administrar conflitos; a idéia de que a influência é baseada em competência e conhecimentos técnicos (...); uma atmosfera que permita e até mesmo incentive a expressão de emoções, bem como um comportamento orientado para as tarefas; uma tendência basicamente humana que aceita que o conflito entre a organização e o indivíduo é inevitável, mas que deseja administrar e mediar esse conflito em bases racionais. (BENNIS, 1999, p.42).

Refletir sobre gestão participativa pode levar o público interessado a questionar se os estudos desenvolvidos em países de culturas tão distintas da nossa podem ser aplicados à realidade social, cultural e econômica brasileiras. 
 Talvez por razões históricas – de um país marcado pelo autoritarismo e de pouca experiência democrática -  a realidade brasileira esteja mais próxima do que afirma Eliana Pessoa:

Atualmente o discurso do líder está na boca de todo chefe. Mas há uma discrepância, uma dissonância, e grande, entre o discurso e a prática – talvez até ainda inconsciente. Mudou-se a forma de pensar, mas não se conseguiu introduzir um novo comportamento, um novo hábito. Na maioria das organizações está-se ainda no primeiro estágio o de tomar consciência de que é preciso olhar para o grupo de trabalho de uma nova forma. (PESSOA, 2005) 

Portanto, levando em conta a afirmação de Pessoa de que ainda estamos no estágio de “tomar consciência” da nova visão que permeia as relações humanas no trabalho, e considerando nossa história, nossa herança autoritária, percebe-se a complexa tarefa que envolve o tema da liderança entre nós.  
Nesse sentido, torna-se justificável a realização de estudos que reflitam a realidade brasileira no que concerne a identificação dos perfis de liderança presentes na sociedade, por meio da análise das práticas que sustentam determinado estilo. 
De acordo com a visão tradicional de gerência, o gerente toma suas decisões de forma racional, é um planejador sistemático, além de coordenar e supervisionar as atividades da organização. 
Mesmo hoje, verificam-se duas dimensões no trabalho gerencial, uma objetiva e outra subjetiva. Conforme definiu Katz, as habilidades relacionadas ao conhecimento técnico são:

“habilidade técnica: a aptidão técnica subentende compreensão e proficiência num determinado tipo de atividade, especialmente naquela que envolva método, processo e procedimentos ou técnicas. A habilidade técnica compreende conhecimento especializado, aptidão analítica dentro da especialidade e facilidade no uso de instrumentos e técnicas de cada matéria.” (KATZ, 1986)

As atividades ligadas às habilidades subjetivas são bem mais complexas por dependerem da interação humana, conforme se verifica abaixo:

“habilidade humana: é a qualidade de o administrador trabalhar eficientemente como integrante de um grupo e realizar um esforço conjunto com os demais componentes da equipe. Inclui, também, as aptidões de conduzir o relacionamento entre grupos. Habilidade conceitual: compreende a habilidade de considerar a empresa como um todo; inclui o reconhecimento de como as diversas funções numa organização dependem uma da outra e de que as mudanças em qualquer uma das partes afeta as demais.” (KATZ 1986)

Sem desconsiderar as habilidades técnicas, este estudo centrar-se-á nas habilidades subjetivas que todo gerente deve possuir para fazer frente ao contexto de mudança e adaptação exigido atualmente.
Para Heifetz (1999), centrando-se no conceito de liderança, ocorre uma evolução gradativa de um estilo de liderança autoritário, fundamentado na orientação da Teoria X, para uma orientação democrática, que busca motivar o empregado a se considerar parte contribuinte da organização, baseando-se nos valores humanos e sociais. A descentralização das decisões e delegação de responsabilidade permite maior grau de liberdade, para que as pessoas desenvolvam suas atividades, assumindo desafios e satisfazendo as suas necessidades de auto-realização. Se houver a participação na tomada de decisão, os empregados passam a se comprometer mais com os objetivos da organização (STONER & FREEMAN, 1995).
As teorias elaboradas sobre liderança estão reunidas em, principalmente, três abordagens:

a) traços de personalidade, ainda é uma teoria muito usada, que busca identificar o conjunto de características de um líder, em geral traços de personalidade comuns de grandes nomes, para propiciar o desenvolvimento da liderança; 

b) estilos de liderança, foca a maneira de agir do líder, baseado na Teoria Behaviorista, procura estabelecer possíveis “estilos” de líderes; ressaltar o que fazem os líderes e não as suas características. Autores que defendem essa linha são: Blake e Mouton, criadores da Grade Gerencial e Rensis Likert, que propõe uma classificação de sistemas de administração, com quatro perfis organizacionais.

c) situacional de liderança, analisa e destaca a liderança como específica em cada situação, ao invés de um tipo especial de personalidade. Fundamenta-se no principio de que cada situação diferente exige formas diferentes de liderança. Seus criadores foram Kenneth Blanchard e Paul Hersey.
Pelo exposto, verifica-se que a liderança é um tema de extrema complexidade, de múltiplas definições e interpretações, com raízes históricas na teoria da administração e influenciadas diretamente por fatores psicológicos, morais e ambientais. 

4. Metodologia
A fim de alcançar os objetivos propostos, partiu-se inicialmente de uma revisão crítica da literatura pertinente ao tema, visando a interação com o problema da pesquisa. Dessa forma, o estudo proposto será efetuado quantitativa e, principalmente, qualitativamente. 
Os instrumentos e as técnicas utilizados para a coleta de dados serão os questionários e as entrevistas com os gerentes e subordinados das organizações selecionadas. 
Do questionário farão parte perguntas relacionadas a informações gerais  em torno dos agentes líder-liderado, das habilidades e qualidades necessárias a um verdadeiro líder, abarcando as relacionadas ao domínio do contexto e as características individuais.

5. Objetivos Gerais
*    Estimular os alunos da graduação a desenvolverem atividades de pesquisa que possibilitem gerar novos processos ou serviços.
*    Contribuir para a formação de recursos humanos para atividades de pesquisa e potencializar a pesquisa acadêmica, motivando estudos que permitam o aumento da produtividade e do bem-estar social na comunidade, onde a FIPEN está instalada.
*    Possibilitar uma articulação com pesquisadores ou projetos de pesquisa que trabalham com temática similar em âmbito local e nacional.
*    Submeter o projeto às agências de fomento.

6. Conteúdos a serem desenvolvidos:
•    Função gerencial no mundo contemporâneo x visão tradicional da gerência.
•    Importância das formas participativas de gerenciamento.
•    Mitos que permeiam a liderança.
•    Qualidades e habilidades necessárias à liderança, características de comportamento do líder, possibilidade de aprendizado específico.
•    O papel da gerência na motivação dos funcionários.
•    Elaboração da Pesquisa a ser aplicada nas empresas da região.
•    Elaboração de projetos e redação de relatórios de pesquisa, entre outros.

7. Etapas de trabalho
1. Reunião com os docentes e discentes envolvidos direta ou indiretamente ao projeto.
2. Delimitar as etapas da pesquisa, dividindo-a de acordo com o porte da empresa e a área de atuação.  Identificar as empresas que farão parte de cada grupo.
3. Elaborar o questionário que será aplicado nas empresas.
4. Participar de reuniões com empresários visando propiciar aos discentes um ambiente adequado ao preenchimento dos questionários e entrevistas nas empresas. 
5. Tabular dados, preencher relatórios, análise dos dados.
6. Elaborar relatório final.
7. Orientar a elaboração de artigos decorrentes da pesquisa.
8. Recursos utilizados:
a. Sala para reuniões do grupo, devidamente equipada com computadores, acesso à Internet e impressora.
b. Fotocópia de material (questionários, relatórios, entre outros)
c. Material para divulgação dos eventos ligados à pesquisa: convites, cartazes etc.
d. Livros constantes da bibliografia básica e outros que possam ser indicados.

8. Bibliografia 
BENNIS, Warren. A invenção de uma vida: reflexões sobre liderança e mudanças. Rio de Janeiro: Campus/ Publifolha, 1999. 
BERGAMINI, Cecília Whitaker, Motivação nas Organizações. São Paulo: Atlas, 5ª.ed., 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
COVEY, Stephen. Liderança baseada em princípios. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 
DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor. São Paulo: Pioneira, 1987.
GIESTA, Lílian C., LONGARAY, André A., Pressupostos para uma nova abordagem. In: Pressupostos para uma direção eficaz: a teoria da liderança revisitada. Disponível em: http: //www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1999_A0106.PDF>. Acesso em: 30 abr. 2010.
HEIFETZ, Ronald; LINSKY, Marty. Liderança no fio da navalha: sobrevivendo aos perigos do comando nos negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 
KATZ, Robert L. As habilitações de um administrador eficiente. São Paulo: Nova Cultural, 1986. Coleção Harvard de Administração. Volume 1.
KOTTER, John. Liderando Mudança. Rio de Janeiro: Campus, São Paulo: Publifolha, 1999. 
MANZ, Charles C., SIMS, Henry P. Empresas sem chefes! São Paulo: Makron Books, 1996.
MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996
PESSOA, Eliana. Liderança e gestão intermediária. Publicado em 10/08/2005. http:www.universia.com.br/matéria/img/ilustra/.../liderançaegestao.doc. Acesso em 06/04/2010.
ROBBINS, Stephen Paul. Administração – mudanças e perspectives. São Paulo: Saraiva, 2000.
SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina. São Paulo: Best Seller, 2002.
ULRICH, Dave; ZENGER, Jack; SMALWOOD, Norm. Liderança orientada para resultados. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 

 

Programação das atividades
Indicação e duração  em meses
Atividades    Objetivo    1    2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12     Recursos
Reunião com docentes e discentes    Divulgação do projeto                                                    Sala de reunião
Convocação dos participantes    Participação no projeto e no curso introdutório                                                     Sala de reunião equipada
Estudo do referencial teórico e da metodologia    Aprofundamento do conteúdo                                                    Sala de reunião e textos da bibliografia
Elaboração do questionário    Questionário                                                    Computador e impressora
Identificar as empresas que farão parte do projeto    Delimitar o escopo da pesquisa                                                    Sala de reunião
Fazer entrevistas e preencher questionários    Coletar dados e tabular resultados                                                    Formulários 
Elaboração do relatório de pesquisa      Produção                                                     Computador
Apresentação do trabalho    Divulgar os resultados da pesquisa à comunidade acadêmica e interessados                                                    Equipamentos multimeios
Elaborar artigos decorrentes do estudo    Publicar o resultado da pesquisa                                                    Computador

1.10.2.    PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Ciente de que a educação é necessária para tornar os membros da comunidade mais competentes para atuarem em ambientes de mudanças contínuas, esta Instituição de Ensino Superior tem desenvolvido a extensão e difundido a pesquisa científica feita pelo seu corpo discente e docente junto à comunidade acadêmica, que é convidada a participar dos eventos promovidos interna e externamente. Nessa linha, enquadram-se os eventos apresentados abaixo.

Docente/coordenador    Evento    Data    População    C.H.
Prof. José Roberto Rogero    Aula Inaugural: Boas Vindas aos Primeiros Alunos.    28.02.2005    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Professores orientadores e coordenadores.    Primeira Semana das Oficinas Profissionalizantes.     2006-2    Comun.acadêmica e convidados.    40h
Prof. Me. Alexandre dos Santos    Comunicação entre professores e alunos: contribuições para uma convivência acadêmica.    11.02.2006    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Maria Lúcia Gili Massi    Aula Inaugural: Para que Serve o Governo?    06.03.2006    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa.Maria Lúcia Gili Massi    Aula Inaugural: A trajetória de uma média empresa para conquistar o Prêmio de Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, através da Gestão de Pessoas.    15.08.2006    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa.Maria Lúcia Gili Massi    Workshop de Auto-Avaliação da FIPEN.    04 e 05.09.2006    Comunidade acadêmica.    2h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Atuação Profissional e o Meio Ambiente    20.09.2006    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Ma. Ana Cláudia M. Feher    Palestra: Critérios de Avaliação do Prêmio Nacional da Qualidade    20.09.2006    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Prof.: Dr. José Roberto Rogero, Dr. Carlos Alberto Cordeiro, MSc. Cláudio Daumolim, MSc. Klécia Gili Massi, MSc. Ana Cláudia Feher, Dr. André Luiz Rebelo da Silva, Engº José Waldir Zambon, Dr. Juvenal F. de Souza Filho, coordenação Profa. Maria Lúcia Gili Massi    Eventos da Primavera: Ciclo de Palestras e Visitas.    18 a 23.09.2006    Comun.acadêmica e convidados.    10h
Professores orientadores e coordenadores    Segunda Semana das Oficinas Profissionalizantes.    2007-1    Comun.acadêmica e convidados.    40h
Professores orientadores e coordenadores    Terceira Semana das Oficinas Profissionalizantes.    2007-2    Comun.acadêmica e convidados.    40h
Profa.Maria Lúcia Gili Massi    Aula Inaugural: A experiência como Gestor Público e Gestor Privado.    21.03.2007    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Maria Cristina de º Sposito    Palestra: Discriminação na sociedade atual.    31.05.2007    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Maria Cristina de º Sposito    Palestra: Reflexão sobre a Violência: O papel da Família e o atual Sistema Prisional.    31.05.2007    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Maria Cristina de º Sposito    1º Encontro de Gestão e Direito Empresarial, sob o tema: Os Entraves Estruturais das Micro e Pequenas Empresas.    29.06.2007    Comun.acadêmica e convidados.    4h
Prof. Dr. José Roberto Rogero
Profa. Dra. Maria Lúcia Gili Massi
Profa. Ma Klécia Gili Massi
Prof.Esp.Milton Carlos Senna    Palestras: Ciclo de Palestras sobre Profissões    24 a 27.07.2007    Semana promovida em parceria pela empresa ArvinMeritor-Fipen    10h
Prof. Dr. José Roberto Rogero    Programa na Rádio Nova Difusora: Saúde Pública    18.08.2007    Ouvintes    1h
Profa. Deise Recoaro.    Aula Inaugural: Banco Real Investindo na Sustentabilidade.    22.08.2007    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Prof. Esp. Milton Carlos Senna    Programa na Rádio Nova Difusora:  Economia doméstica    01.09.2007    Ouvintes    1h
Profa. Ma. Crislaine Valéria de Toledo-Plaça    Seminário Docente: Responsabilidade Social: implantando projetos com alunos de Administração.    12.09.2007    Comun.acadêmica e convidados    1h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Programa na Rádio Nova Difusora: Responsabilidade Ambiental    15.09.2007    Ouvintes    1h
Prof. Dr. José Roberto Martinelli e
Prof. Dr. Frank Ferrer Sene    Programa na Rádio Nova Difusora: Avanços da Ciência e Tecnologia    22.09.2007    Ouvintes    1h
Prof. Esp. Victor W. Kenski    Programa na Rádio Nova Difusora: Inclusão Digital     29.09.2007    Ouvintes    1h
Prof. Me. Alexandre dos Santos    Programa na Rádio Nova Difusora: Emprego e Empregabilidade    13.10.2007    Ouvintes    1h
Prof. Dr. Frank Ferrer Sene    Seminário Docente: Síntese e caracterização de microesferas de vidros fosfatos para aplicações radioterapêuticas.    18.10.2007    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Prof. Fernando Almeida e Profa. Ana Cláudia Martinelli Feher e Maria Lúcia G. Massi    O Processo de Auto-Avaliação e Reconhecimento.    19.10.2007    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Prof. Esp. Victor W. Kenski    Programa na Rádio Nova Difusora: Inclusão Digital e Internet    27.10.2007    Ouvintes    1h
Prof. Esp. Milton Cargos Senna    Seminário Docente: Economia doméstica.    13.11.2007    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Prof. Dr. José Roberto Rogero    Seminário Docente: Resveratrol: o antioxidante do vinho e suas aplicações.    03.12.2007    Comun.acadêmica e convidados    1h
Professores orientadores e coordenadores    Quarta Semana das Oficinas Profissionalizantes.    2008-1    Comun.acadêmica e convidados.    40h
Prof. Me. Alexandre dos Santos    Curso Orientação na Prática Docente.    28 a 30.01.2008    Professores da FIPEN e convidados    6h
Professores orientadores e coordenadores    Quinta Semana das Oficinas Profissionalizantes.    2008-2    Comun.acadêmica e convidados..    40h
Coordenador do curso    Semana de Integração dos Alunos    11 a 18.02.2008    Comunidade acadêmica.    10h
Profa. Ana Cláudia M. Feher    Aula Inaugural: Reforma da Previdência em Perspectiva Comparada.    11.03.2008    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Ma. Ana Cláudia M. Feher    Seminário Docente: Clima Organizacional.    24.03.2008    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Profa. Ma. Maria Inês Z. Coelho    Seminário Docente: Recursos Naturais do Planeta.    02.04.2008    Comun.acadêmica e convidados    1h
Prof. Esp. André E. Cardoso    Seminário Docente: Manufatura Enxuta    24.04.2008    Comun.acadêmica e convidados    1h
Prof. Esp. José Ribamar Mendes    Palestra: Gestão de Processos nas Organizações.    30.04.2008    Comun.acadêmica e convidados..    2h
Prof. Dr. Frank Ferrer Sene    Seminário Docente: “Síntese e Caracterização de Vidros e Vitrocerâmicas Utilizando-se Rejeitos da Indústria do Alumínio: Uma Solução Ambiental”.    15.05.2008    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Seminário Docente: O Mercado da Moda    07.06.2008    Comun.acadêmica e convidados    1h
Prof. Esp. José Ribamar Mendes    Curso: Gestão de Processos nas Organizações.    12.06.2008    Comun.acadêmica e convidados.    8h
Profa. Esp. Dulce Lins    Curso: Primeira Oficina de Teatro    23.06 a 4.07.2008    Comun.acadêmicae convidados.    20h
Profa. Ma. Crislaine V. de Toledo-Plaça e Prof. Me. Alexandre dos Santos    Curso: Possibilidades Transformadoras da Educação: relação escola-sociedade.    28 e 29.07.2008    Corpo docente da faculdade e demais professores convidados    6h
Coordenador do curso    Segunda Integração dos alunos.    04 a 08.08.2008    Comunidade acadêmica    10h
Prof. Me Victor Wolowski Kenski    Seminário Empreendedorismo    14.11.2008    Comum. Acadêmica e convidados.    1h30
Profa. Maria Lúcia Gili Massi    Solenidade de Colação de Grau da Primeira Turma de Formandos da Fipen.    30.01.2009    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Propfa. Vani Kenski    Curso: Pedagogia Universitária: metodologias de ensino superior    02 e 03.02.2009    Corpo docente da faculdade e demais professores convidados    6h
Coo0rdenador do curso    Terceira Integração dos alunos.    09 a 11.03.2009    Comunidade acadêmica.    6h
Profa. Ma. Maria Inês Z. Coelho    Aula Inaugural: O desenvolvimento econômico da cidade de Osasco – uma retrospectiva.    16.03.2009    Comun.acadêmica e convidados..    2h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Curso: Bases para a escrita de um artigo científico.    23 e 25.03.2009    Comunidade acadêmica.    6h
Profa. Esp. Deise Recoaro    Palestra: Quem sou e onde estou nesta Crise Financeira    15.04.2009    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profas. Maria Inês Z. Coelho e Cláudia Ruiz Dulinskas Simionato    Curso: Atualização Profissional para Secretarias (os) da Prefeitura de Osasco    1, 2, 4, 8, 17 e 18.06.2009    Servidores da Prefeitura de Osasco.    15h
Professores orientadores e coordenadores    Sexta Semana das Oficinas Profissionalizantes    15 a 19.06.2009    Comun.acadêmica e convidados.    40h
Profa. Esp. Dulce Lins    Segunda Oficina de Teatro    6 a 17.07.2009    Comun.acadêmica e convidados.    20h
Prof. Esp. Adalberto Tacini    Curso: Rotinas Acadêmicas    6 e 7 e
26 e 27.07.2009    Corpo docente    6h
Coordenador do curso    Quarta Integração dos alunos.    04 a 10.08.2009    Comunidade acadêmica.    10h
Prof. Adalberto Tacini    Solenidade de Colação de Grau da Segunda Turma de Formandos da Fipen.    14.08.2009    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Prof.Me. Victor Kenski, Ma. Maria Inês Z. Coelho, Esp. André Cardoso    Primeira Semana de Administração de Osasco    09 e 10.12.09    Comun.acadêmica e convidados da  Associação Comercial de Osasco    8h
Prof. Adalberto Tacini e Ricardo Araújo    Capacitação Docente    25 a 28.01.10    Docentes da fipen    10h
Prof. Adalberto Tacini    Solenidade de Colação de Grau da Terceira Turma de Formandos da Fipen.    29.01.2010    Comun.acadêmica e convidados.    1h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Palestra: 3 R’s    18.02.2010    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Maria Lúcia Gili Massi    TVOsasco – Programa Invista    02.03.2010    Telespectadores    
Prof. Me. Marcos Maia    Aula Inaugural: As funções da Administração    18.03.2010    Comunidade acadêmica    2h
Profa. Ma. Klécia Gili Massi    Curso: Bases para a escrita de um artigo científico.    10.02 e 03.03.2010    Comunidade acadêmica.    6h
Professores Orientadores e Coordenadores    Sétima Semana das Oficinas Profissionalizantes    17 a 20.05.2010    Comunidade acadêmica    16h
Prof. Me. Marcos Maia    Palestra: Como Vender mais Fidelizando o Cliente ministrada por Carlos Alberto dos Santos    19.05.2010    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Dra. Maria Lúcia G. Massi    Palestras sobre Mitologia Grega ministradas por Antonio Medina Rodrigues    29.05.2010    Comun.acadêmica e convidados da Unidade Granja Viana.    2h
Profa. Dra. Maria Lúcia G. Massi    Palestras sobre Mitologia Grega ministradas por Antonio Medina Rodrigues    12 e 26.06.2010    Comun.acadêmica e convidados da Unidade Alphaville.    2h
Prof. Me. Marcos Maia    Palestra: Marketing Pessoal    28.06.2010    Comun.acadêmica e convidados.    2h
Profa. Ma. Dulce Lins    Terceira Oficina de Teatro    1,2,5,7,8,12,
14 e 15.07.2010    Comun.acadêmica e convidados.    24h
Profa. Dra. Maria Lúcia G. Massi    Palestras sobre Mitologia Grega ministradas por Antonio Medina Rodrigues    03.07.2010    Comun.acadêmica e convidados da Unidade Osasco.    2h
Prof. Me. Marcos Maia    Sexta Integração dos Alunos    02 a 06.08.2010    Comunidade acadêmica    10h
Profa. Dra. Adriana Clemenetino    Aula Inaugural: Ensino a Distância    19.08.2010    Comum. Acadêmica e convidados.    2h
Prof. Me. Victor Kenski e Adalberto Tacini    Segunda Semana de Administração de Osasco    08 a 10.09.2010    Comun.acadêmica e convidados da ACEO, SEBRAE, SENAI e FIPEN.    10h
Profa. Dra. Maria Lúcia Gili Massi    Capacitação Docente 2011-1    26 a 28.01.2011    Corpo docente da fipen    6h
Prof. Me. Alexandre dos Santos    Contribuições para uma abordagem sócio cultural em estratégicas educacionais            
Profa. Dra. Maria Lúcia Gili Massi    Curso Básico para elaboração de artigos científicos    02 e 09.02.2011    Comun.acadêmica e convidados    6h
Profa. Dra. Maria Lúcia Gili Massi    Oficinas sobre a globalização e os seus impactos no mundo do trabalho, na família e na sociedade.    03 e 10.02.2011    Comun.acadêmica e convidados    6h
Prof. Me. Alexandre dos Santos    Contribuições para uma abordagem sócio cultural em estratégicas educacionais    03.02.2011    Comunidade acadêmica    3h
Profa. Ma. Dulce Lins    Quarta Oficina de Teatro    01 a 10.02.2011    Comun.acadêmica e convidados    24h
Profa. Dra. Maria Lúcia Gili Massi    Sétima Integração dos Alunos    15 e 16.0-2.2011    Comunidade acadêmica    2h
Profa. Renata Tacini    Técnicas de Redação    7,9,14,16,21,23.02.2011    Funcionários da Prefeitura de Osasco    12h

Os alunos participam de projetos relacionadas à comunidade, entre eles:

a.    Monitoria:
A FIPEN, estimulada pela oportunidade de qualificar seus alunos para, no futuro, atuarem na função docente, cumprindo o que determina o artigo 3º da Instrução Normativa nº 001/06, que dispõe sobre as normas que regem o sistema de monitoria na Faculdade, abre concurso interno para monitoria de disciplinas básicas. 
São publicados editais com o objetivo de convocar os alunos, regularmente matriculados no curso.
Os candidatos são avaliados e classificados pelo professor responsável, segundo critérios próprios, levando-se em conta:
•    o rendimento obtido no exame de seleção, que poderá ser feito por meio de uma prova;
•    o amadurecimento intelectual do aluno na área de conhecimento;
•    o desempenho obtido durante o curso;
•    a disponibilidade de horário;
•    o conhecimento das normas que regem o sistema de monitoria na FIPEN.

Não são aceitos como monitores os alunos que:
•    Não estejam regularmente matriculados;
•    Estejam inadimplentes junto à Secretaria, Financeiro, Biblioteca, ou ainda, aqueles cuja situação escolar encontrar-se sub-judice ou com matrícula condicional;
•    Tenham sofrido penalidades disciplinares;
•    Não lograram aprovação na respectiva disciplina;
•    Estejam em regime de dependência e/ou adaptação em qualquer disciplina;
•    Cuja monitoria pretendida seja de disciplina do curso que não o do candidato;
•    Não tenham sido selecionados pelos respectivos professores na data prevista;
•    Já tenham sido dispensados das funções de monitor, conforme previsto no artigo 15 da Instrução Normativa nº 001/06;
•    Não sejam recomendados de forma fundamentada pelo professor responsável pela disciplina;
•    Não tenham efetivado a inscrição ao concurso no prazo estipulado;

b.    Oficinas Profissionalizantes:
A FIPEN realiza oficinas profissionalizantes, a seguir apresenta-se o processo de elaboração:

1.    Eleição do assunto central das oficinas do semestre;
2.    Cada professor orientador seleciona um tema dentro do assunto e informa ao coordenador das oficinas;
3.    O coordenador faz reunião com os alunos, os divide em equipes e há a convergência do tema-equipe;
4.    O professor orientador faz reunião com a equipe e definem o problema a ser solucionado com a pesquisa e as demais etapas do método científico;
5.    O professor orientador acompanha a construção, pelos alunos, do quadro teórico que sustentará a pesquisa e faz acompanhamento de todo o estudo;
6.    O aluno apresenta em plenária o resultado do estudo para uma banca composta de professores e alunos;
7.    Professor orientador e alunos encaminham o artigo científico gerado para a Revista Científica Hermes.

O tema central das oficinas do ano seguinte e o professor que será seu coordenador são definidos em reunião pedagógica. Definido o tema central, os professores definem os sub-temas que serão trabalhados pelos alunos.
Ao longo do semestre letivo os alunos, sob a orientação do professor, estudam o subtema, fazendo pesquisa de campo e/ou bibliográfica, e escrevem um artigo científico a ser submetido à Revista Científica Hermes.
Conforme previsto no Calendário Escolar, os alunos apresentam, para a comunidade acadêmica e demais convidados, o resultado de suas pesquisas, reflexões e discussões em equipes. 




 

Nº    Ano    Coordenador    Tema    Professor Orientador
    Nº de alunos orient.    Apresentação
            Central    Sub-temas            
1a.    2006-2    Maria Lúcia Gili Massi e José Roberto Rogero    Caso: A Hunter SA    Análise do caso sob o enfoque da disciplina TGA    André Cardoso    15    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Contabilidade    Fernando Gabriel    13    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Org.Sist.Métodos    Cláudio Dalmolim    03    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Psicologia    Alexandre dos Santos    04    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Adm Prod. Operações    Cláudio Dalmolim    04    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Adm. Financeira    Fernando Gabriel    03    09 e 10.10.2006
                Análise do caso sob o enfoque da disciplina Matemática Financeira    Thiago Kenzo    04    09 e 10.10.2006
2a.    2007-1    André Emanuel Cardoso    Não há    Reciclagem    Klécia Gili Massi    03    25.06.2007
                Reutilização    Klécia Gili Massi    04    25.06.2007
                Gestão do Orçamento Doméstico    Deise Recoaro    04    25.06.2007
                Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas    Maria Lúcia Gili Massi    04    25.06.2007
                Pesquisa de Clima Organizacional    Maria Lúcia Gili Massi    04    25.06.2007
                Planejamento e Controle da Produção    Cláudio Dalmolim    04    26.06.2009
                Kanban Just-in-time    Cláudio Dalmolim    03    26.06.2007
                Controle de Estoque    Marcelo Dizacri    04    27.06.2007
                Distribuição    Marcelo Dizacri    04    27.06.2009
                Fluxo de Caixa    Érick Nunes    04    28.06.2009
                Juros    Érick Nunes    03    28.06.2009
                Investimentos    Érick Nunes    04    28.06.2009
                Balanço Patrimonial    Fernando Gabriel    04    29.06.2009
                Contabilidade Gerencial    Fernando Gabriel    03    29.06.2009
                Controladoria    Fernando Gabriel    03    29.06.2009
3a.     2007-2        Crise Aérea Brasileira    O impacto dos aeroportos nas cidades    Klécia Gili Massi    04    10.12.2007
                Sindicalismo no setor aéreo    André Cardoso    04    11.12.2007
                Ergonomia na aviação    Cláudio Dalmolim    04    11.12.2007
                Infra-estrutura dos aeroportos    André Cardoso    05    11.12.2007
                Ética na crise aérea brasileira    Maria Inês Z. Coelho    04    12.12.2007
                A promoção das diversidades nas empresas    Deise Recoaro    05    12.12.2007
                Análise estatística de alguns indicadores da aviação comercial brasileira    Frank Ferre Senne    05    13.12.2007
                Planejamento estratégico    Victor Kenski    06    13.12.2007
                Matemática financeira    Érick Leite    04    13.12.2007
                Sistemas de passagem e Overbooking    Roberto Lobo    03    13.12.2007
                Direito do consumidor na crise brasileira    Maria Cristina    05    14.12.2007
                Projeto São Remo    Crislaine de Toledo-Plaça    05    14.12.2007
                O impacto da crise aérea na bolsa de valores    Fernando Gabriel    05    14.12.2007
                Logística    José Ribamar    03    12.12.2007









4a.    2008-1    Maria Inês Zampolim Coelho    O papel do Administrador no desenvolvimento sustentável    Desenvolvimento de mercado socialmente responsável    Sérgio Seloti    05    17.06.2008
                A importância da infra-estrutura no desenvolvimento    Milton Carlos Senna    05    17.06.2008
                Análise de oferta e demanda de fontes de energia primárias e secundárias    Frank Ferrer Senne    05    17.06.2008
                Valorização de marcas através do marketing social    Sérgio Seloti    05    17.06.2008
                Gestão de recursos naturais e desenvolvimento    Klécia Gili Massi    05    17.06.2008
                Desafio de administrar o crescimento sustentável mediante a matriz energética brasileira    André Cardoso    04    18.06.2008
                Educação e Conscientização para sustentabilidade    Victor Kenski    05    17.06.2008
                O impacto na natureza causado pela extração do silício para a produção de componentes eletrônicos    Roberto Lobo    04    16.06.2008
                Crédito de Carbono    Maria Cristina Reali    04    16.06.2005
                O impacto ambiental causado pelo lixo eletrônico    Roberto Lobo    05    20.06.2005
5ª.    2008-2            Valoração Contingente de uma Oficina Mecânica no Município de Osasco, SP.    Klécia Gili Massi    05    09.12.2008
                5’S    André Cardoso    04    09.12.2008
                Implantação de uma nova filosofia de sustentabilidade na empresa    Maria Inês Z. Coelho    05    09.12.2008
                Programa e aplicação do método 5S     André Cardoso    01    09.12.2008
                Logística Reversa    Cláudio Dalmolim    05    10.12.2008
                Educação para sustentabilidade    Victor Kenski    05    10.12.2008
                A sustentabilidade no mercado de capitais como fator relevante para a decisão de investimento    Adalberto Tacini    05    10.12.2008
 

6ª.    2009-1    Milton Carlos Senna    A Crise Financeira    A história das Crises Econômicas    Milton Carlos Senna    06    15 a 19.06.2009
                O que Crise Financeira pode impactar nas finanças das Empresas Brasileiras    Érick Nunes    05    15 a 19.06.2009
                Emprego e Mercado de Trabalho    Victor Kenski    05    15 a 19.06.2009
                A Crise financeira e a Governança corporativa    André Cardoso    06    15 a 19.06.2009
                O impacto da crise financeira no Mercado de Capitais.    Adalberto Tacini    06    15 a 19.06.2009
                Os efeitos da crise sobre a agricultura e a pressão sobre os recursos naturais.    Klécia Gili Massi    06    15 a 19.06.2009
                Implicações da crise financeira no terceiro setor    Crislaine de Toledo-Plaça    05    15 a 19.06.2009
                Aplicações práticas de SI em empresas como forma de driblar a crise.    Sérgio Seloti    05    15 a 19.06.2009
                Como os adminstradores usam as informações publicadas no jonal sobre a crise, se as usam - jornais nacionais e internacionais.    Lindiane Viviane    05    15 a 19.06.2009
                A ética durante a crise financeira - uma visão dos governos e das empresas envolvidas.    Maria Inês Zampolim Coelho    06    15 a 19.06.2009
                Gestão de estoque e prevenção de perdas    Paulo José de Azevedo    04    15 a 19.06.2009
1ª    2009-2    Primeira Semana do Administrador de Osasco    Os principais teóricos da Administração    André Emanuel Cardoso
Maria Inês Z. Coelho
Victor W. Kenski    50    09 a 11.12.2009
7ª    2010-1    Marcos Maia    Gestão de Micro e Pequenas Empresas    Características das Micro e Pequenas empresas de Osasco que atuam em Transportes, Distribuição e Armazenagem de produtos    Marcos Maia    02    17 a 20.05.2010
                A implantação do Código de Ética em micro e pequenas empresas – análise das facilidades e dificuldades deste processo.     Maria Inês Z. Coelho    03    17 a 20.05.2010
                Diferenciais competitivos das Micro e Pequenas Empresas de prestações de serviços em Osasco e região.    André Cardoso    06    17 a 20.05.2010
                Comunicação empresarial escrita: os desafios da informação nas micro e pequenas empresas.    Renata Tacini    04    17 a 20.05.2010
                Expectativas de Atuação de funcionários para Empregadores e Empregados    Alexandre dos Santos    06    17 a 20.05.2010
                A presença da política ambiental relacionada à idade e ao setor de micro e pequenas empresas.    Klécia Gili Massi    05    17 a 20.05.2010
                Investimento em Recursos Humanos pelas Micro e Pequenas Empresas de Osasco e região.    Maria Lúcia G. Massi    03    17 a 20.05.2010
                Planejamento financeiro nas micro e pequenas empresas na região de Osasco     Adalberto Tacini    03    17 a 20.05.2010
 

8ª    2010-2        Os Desafios da Globalização frente ao crescimento econômico do país, a globalização e as inovações e tendências tecnológicas    A Administração Salarial nas Empresas    Maria Lúcia Gili Massi    04    29.11 a 03.12.2010
                O Perfil do Administrador de Tecnologia da Informação    Adriana Clementino    05    29.11 a 03.12.2010
                Governança Corporativa    Victor Kenski    06    29.11 a 03.12.2010
                A Gestão de Micro e Pequenas Empresas em Osasco e Região    André Cardoso    06    29.11 a 03.12.2010
                A Administração Pública em Osasco    Maria Inês Z. Coelho    05    29.11 a 03.12.2010
                A Administração Financeira    Adalberto Tacini    04    29.11 a 03.12.2010
9    2011    Profa. Ma. Dulce Lins    Os desafios para o crescimento do Brasil    A influência do mercado na forma como o ensino de língua inglesa é oferecido nas escolas públicas – estudo dos ITBs    Lindy Moretti    05    20.06.2011
                A contribuição da língua portuguesa para o desenvolvimento do profissional do século XXI.    Renata Tacini    02    20.06.2011
                O mercado financeiro e sua contribuição para o desenvolvimento do país    Adalberto Tacini    04    20.06.2011
                Educação a distância e o ensino superior    Adriana Clementino    04    21.06.2011
                Infraestrutura – transporte marítimo    Victor Kenski    04    21.06.2011
                Uma análise do crescimento econômico do país e a contribuição da educação superior.    Maria Inês Z. Coelho    04    21.06.2011
                Infraestrutura - ferrovias    Victor Kenski    02    21.06.2011
                Infraestrutura – transporte aéreo    Victor Kenski    02    21.06.2011
                Relação Capital-Trabalho: flexibilidade na relação    Sonia Ladeia    03    22.06.2011
                Transporte de carga no Brasil: desafio para o crescimento    André Cardoso    04    22.06.2011
                Qualificação profissional e o desemprego    Maria Lúcia G. Massi    05    22.06.2011
                Infraestrutura: matriz energética    André Cardoso    03    22.06.2011
10ª.     2011-2    Profa. Ma. Dulce Lins    Administração nos Novos Tempos    O Conceito de cargo e o modelo de administração de pessoas propostos para os novos tempos.    Maria Lúcia G. Massi    06    05.12.2011
                Diagnóstico de clima organizacional como expressão do nível de motivação dos empregados    Maria Lúcia G. Massi    01    05.12.2011
                Um estudo sobre as principais teorias das finanças corporativas    Adalberto Tacini    01    05.12.2011
                Twitter corporativo: novas possibilidades comunicacionais    Adriana Clementino    04    05.12.2011
                As redes sociais no mundo corporativo    Não houve    05    05.12.2011
                A gestão do fator humano baseada em stakeholders    Maria Inês Z.Coelho    06    06.12.2011
                Levantamento sobre as teorias de marketing que colaboram para uma melhor administração das empresas    Adalberto Tacini    01    06.12.2011
                A importância das marcas como fator de diferenciação em mundo globalizado    Sonia Ladeia    05    07.12.2011
                Marketing Educacional    Maria Lúcia Gili Massi    01    07.12.2011
                Gestão de Marketing para pequenos empreendedores    Não houve    01    07.12.2011
                A nova economia, investimentos no setor hoteleiro no evento da copa 2014 e as estratégias humanas ligas à administração dos novos tempos.    Sandra Maria Soares Lopes    01    07.12.2011
                Fraude no seguro de automóveis, como acontece e como as empresas se previnem: análise de impacto na sociedade como um todo.    Márcio Hiro    01    07.12.2011
                A criação de valor como foco principal da estratégia da empresa    Victor Kenski    04    08.12.2011
                A logística como fator de diferenciação de desempenho das empresas    Marcos Antunes    04    08.12.2011
                A importância do treinamento para um atendimento de excelência ao cliente    Victor Kenski    01    08.12.2011
                A importância da inteligência emocional na empresa    Victor Kenski    01    08.12.2011
                            
                            
11ª.    2012-1    Lindiane V Moretti    Tópicos Especiais em Administração    Pequenas e médias empresas na econômia: importancia, apoios financeiros, SIMPLES, incubadora, etc    Marcio Hiro    04    20.06.2012
                Universidades coorporativas: importancia, função, necessidades, papel estratégico nas empresas    Andre Cardoso    04    20.06.2012
                Quais as características de uma organização de alto desempenho no momento atual    Maria Lucia G Massi    01    20.06.2012
                Comércio via internet
    Adriana Clementino    03    21.06.2012
                Administração de empresa de serviço – características diferenciadoras, problema da qualidade, treinamento dos recursos humanos    Adalberto Tacini    04    21.06.2012
                Finanças globais – como o fluxo financiero internacional pode ajudar as empresas brasileiras a se projetarem no exterior. Estudos de caso da JBS Friboi, Sadia, Perdigão, Gerdau, Vale, etc    Marcos Antunes    05    22.06.2012
                Terceirização da cadeia de produção e logística – fornecedores mantem os estoques e fazem as entregas, montam sub conjuntos  e fazem reparos    Sonia Ladeia    05    22.06.2012
                Como deve ser a estrutura organizacional de uma empresa globalizada, moderna que domine as tecnologías de informação e qual a política de recursos humanos para esta estrutura?     Victor Kenski    04    22.06.2012







 
1.10.3.    TRABALHO DE CURSO
1.10.3.1.    REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO
Conforme o Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso da FIPEN, ele se desenvolve da seguinte forma:

Objetivo
Estabelecer os critérios de realização e validação do Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos do curso de Administração de Empresas, bem como suas rotinas, seu processo de acompanhamento e avaliação. 

Base legal
A Resolução nº 04, de 13 de julho de 2005, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências, enumera as modalidades de Trabalho de Curso, em áreas teórico-práticas e de formação profissional relacionadas com o curso.

Procedimentos para o desenvolvimento do TCC
Ao cursar a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, o aluno, orientado pelos Professores Orientador e Co-Orientador, cumprirá os procedimentos seguintes: 

1)    No 7º período:
a)    Escolherá uma das seguintes áreas de estudo para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso:
•    Gestão Financeira e Contábil;
•    Teorias da Administração e Gestão de Pessoas;
•    Logística e Produção;
•    Marketing;
•    Globalização e Comércio Exterior;
•    Sustentabilidade e Responsabilidade Social.
b)    Entregará aos Professores Orientadores do TCC, que encaminharão para aprovação do Conselho Departamental, o Plano de Trabalho para Elaboração do TCC (Anexo I);
c)    Apresentará, durante o semestre letivo, para avaliação dos Professores Orientadores e Co-Orientadores do TCC, seminários relatando o encaminhamento do Trabalho de Conclusão de Curso.
2)    No 8º período:
a)    Realizará pesquisa para desenvolver os itens do Plano de Trabalho do TCC;
b)    Elaborará relatório do TCC com base no Manual para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos da FIPEN;
c)    Entregará, ao final do semestre letivo, o relatório do TCC, devidamente encadernado com espiral, aos Professores Orientadores do TCC mediante protocolo específico;
d)    Apresentará, durante o semestre letivo, para avaliação dos Professores Orientadores e Co-Orientadores do TCC, seminários relatando o encaminhamento do Trabalho de Conclusão de Curso.

 
Avaliação 
Os Professores Orientadores serão responsáveis pela avaliação dos relatórios dos TCCs, segundo os critérios Satisfatório ou Não Satisfatório, sendo que, no segundo caso, o relatório será devolvido ao aluno para ser refeito ou complementado até o fechamento do semestre letivo em questão, segundo calendário acadêmico vigente.

Disposições Gerais 
Os casos não previstos neste regulamento serão analisados e resolvidos pelos Professores Orientadores dos TCCs, juntamente ao Conselho Departamental e à Direção da FIPEN. 
Vigência 
Este regulamento aplica-se aos alunos do curso de Administração de Empresas da FIPEN, a partir de maio de 2008.

Bibliografia 
Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação.
Regimento Interno da FIPEN
 
Anexo I

PLANO DE TRABALHO PARA ELABORAÇÃO DO TCC
Aluno:    RM:
Disciplinas: FPA 040 E FPA 048    Professor Orientador do Estágio:
ELEMENTOS DO TCC
1.        TÍTULO DO TRABALHO
2.        APRESENTAÇÃO (Importância e Justificativa).
3.        OBJETIVO (Descrição do(s) objetivo(s) do TCC)
4.        SUGESTÃO DE CO-ORIENTADOR (Nome)
5.        ÁREA DE ESTUDO
6.        PROBLEMA (Descrição do problema a ser estudado)
7.        TEMÁTICA PARA ESTUDO (Descrição sucinta do que pretende analisar)
8.        SUPORTE TEÓRICO (Indicação e comentários de obras e autores que podem dar embasamento ao estudo)
9.        METODOLOGIA DO TRABALHO (Descrição dos métodos e técnicas a serem utilizados no desenvolvimento do trabalho)
10.        RESULTADOS ESPERADOS (Soluções práticas e viáveis que o estudo poderá indicar)
11.        CRONOGRAMA (Distribuição das etapas pelo tempo de estágio)


Aluno
Data e Assinatura    

Professor Orientador do Estágio
Data e Assinatura
Espaço destinado ao parecer do Professor Orientador
(     )   Aceito    (     )   Não aceito    Motivo:
Indicações para modificações:












Conselho Departamental
Data e Assinatura

1.10.3.2.    RELAÇÃO ALUNO/PROFESSOR NA ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CURSO

Os alunos para realização do Trabalho de Curso são orientados por professores, com titulação mínima de mestre, sendo que, para melhor desenvolvimento, possuem, ainda, um Professor Co-orientador, que auxilia no desenvolvimento do tema, além de possibilitar um segundo olhar. Os orientadores, conforme decisão do Conselho de Curso, possuem no máximo 10 orientados por aluno.



1.1.    ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA PROFISSIONAL

Os estágios são exercidos em situações reais de trabalho, até o penúltimo semestre do curso, com ou sem vínculo empregatício, são uma forma complementar de ensino e aprendizagem acadêmica e devem ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de constituírem um instrumento de integração, em termos de treinamento prático e de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano.
O Estágio Curricular permite que o aluno, futuro Administrador, participe efetivamente no contexto de uma organização, e, desse modo, faça a integração dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação com os problemas administrativos que ali se manifestam e elabore um projeto, com a ajuda de um Orientador Acadêmico, para a superação da fragilidade diagnosticada.
O principal objetivo do estágio é aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem, criando oportunidades para que os alunos do Curso de Administração apliquem os conhecimentos teóricos na prática organizacional. Dessa forma, os alunos entram em contato direto com os problemas organizacionais e podem oferecer sugestões técnicas para superá-los.
São considerados campos de estágios, para efeito de estágios, os órgãos públicos, as empresas privadas e outras formas de organização legalmente constituídas como, por exemplo, ONG’s, CIEE, e outras, que celebrem contrato de estágio com a FIPEN.
As áreas de estágios são: Logística, Finanças, Marketing, Gestão Empresarial, Estratégia Empresarial e eventualmente outras conforme reunião e aprovação anual do Colegiado de Curso.


Conforme o Regimento da FIPEN:

"DOS ESTÁGIOS

Artigo 53 - Os estágios Supervisionados constam de atividades de prática de pesquisa individual, de campo ou bibliográfica, a ser apresentada em forma de monografia, supervisionada por equipe multidisciplinar que acompanhará o seu desenvolvimento, devendo ser apresentada publicamente e avaliada por bancada examinadora composta por três diferentes professores da instituição escolhidos pelo Conselho Departamental.
Parágrafo Único - Para cada aluno é obrigatória à integralização da carga horária total do estágio prevista no currículo do curso, computando-se para isso as horas destinadas ao seu planejamento, desenvolvimento, orientação paralela e avaliação das atividades.
Artigo 54 - O estágio é coordenado pelo Conselho Departamental e supervisionado por docentes por ele designado.
Parágrafo Único - Observadas as normas gerais deste Regimento, o estágio obedecerá a regulamento próprio, elaborado pelo Conselho Departamental.
(...)
Artigo 58 - São atribuições do professor:
I - Elaborar o plano de ensino de sua disciplina, submetendo-o à aprovação do Departamento;
II - Orientar, dirigir e ministrar o ensino de sua disciplina, cumprindo integralmente o programa e carga horária;
III - Organizar e aplicar os instrumentos de avaliação de aproveitamento e julgar os resultados apresentados pelos alunos;
IV - Entregar à Secretária os resultados das avaliações do aproveitamento escolar nos prazos fixados;
V - Observar o regime disciplinar da Faculdade;
VI - Elaborar e executar projetos de pesquisa;
VII - Votar e ser votado para representante de sua classe nos Órgãos Colegiados da Faculdade;
VIII -Participar das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer, e de comissões para as quais for designado;
IX – É obrigatória a frequência, com base na Lei n° 9.394, de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
X - Exercer as demais atribuições que lhe forem previstas em lei e neste Regulamento.
Parágrafo Único - É assegurado ao professor o direito de recorrer de decisões dos órgãos deliberativos ou executivos."

1.1.1.    MECANISMOS EFETIVOS DE ACOMPANHAMENTO E DE CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO
O Estágio Supervisionado é normatizado pelo “Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado” da FIPEN que considera as competências, relacionadas abaixo, incorporadas e demonstradas pelo aluno no desenvolvimento do Projeto depositado.
- Capacidade para interpretar a realidade, reconhecer e definir o problema, equacionando soluções que evidenciem o pensamento estratégico e que introduzam modificações no processo, transferindo-lhe conhecimentos da vida e da experiência;
- Capacidade para compreender processos, tomar decisão e resolver problemas, ordenando as atividades e programas, decidindo entre alternativas;
-Iniciativa e criatividade na determinação do problema e soluções propostas;
- Capacidade de expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional;
- Raciocínio lógico, crítico e analítico, que estabeleça relações formais causais entre os fenômenos, que culminem com o processo de tomada de decisão;
- Visão sistêmica e estratégica, demonstradas na compreensão do todo, de modo integrado e sistêmico;
- Capacidade para propor e implementar modelos de gestão inovadores.
Há um relatório de acompanhamento e critérios avaliativos integrados Estágio Curricular denominado “Questionário de Acompanhamento do Desempenho e da Incorporação de Competências pelo Estagiário”, conforme modelo a seguir:

 
FIPEN - INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO 
QUESTIONÁRIO DE ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO E DA INCORPORAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PELO ESTAGIÁRIO
Prezado Orientador Acadêmico,
O Conselho Departamental, responsável pela coordenação dos Estágios e Projetos de Atividades Supervisionados, de acordo com o artigo 54 do Regimento da Faculdade, designa V.Sa. para supervisionar a elaboração do Projeto de Atividades do aluno abaixo mencionado e solicita-lhe que, ao término do acompanhamento do estagiário, que será em _____/_____/____, ocasião em que o aluno deverá depositar seu Projeto de Atividades em suas mãos, entregue este questionário respondido ao Chefe do seu Departamento, juntamente com o Projeto de Atividade do aluno. 
O Conselho desde já agradece por sua atenção e atuação. 

1.    Aluno:
2.    Empresa em que estagiou:
3.    Ramo de negócio:
4.    Área em que estagiou:    5.    Período:    6.    Carga horária:
7.    Tema de estudo:
8.    O aluno entregou o Plano de Estágio, conforme item 5.1 deste Manual? ?SIM      ?NÃO
9.    Título do Projeto:

10.    Encontros agendados entre o aluno e o Orientador Acadêmico:
Datas:    Horários:    Houve o encontro?
        
        
        
        
        
        
        

Estratégia estabelecida com o aluno para a elaboração e depósito do Projeto de Atividades  na data definida pelo Conselho Departamental.






11.    Após o segundo encontro, Orientador e Aluno devem responder juntos aos itens abaixo:
11.1 Como está sendo o desempenho do estagiário em termos de iniciativa, envolvimento, cumprimento das etapas estabelecidas no cronograma de atividades e relacionamento humano?








11.2 Seguindo a escala abaixo, façam uma avaliação de cada uma das competências requeridas do futuro Administrador:
1 – O Projeto que está sendo executado pelo aluno demonstra que ele possui essa competência em grau acima do requerido;
2 – O Projeto que está sendo executado pelo aluno demonstra que ele possui essa competência no grau que atende o requerido; 
3 – O Projeto que está sendo executado pelo aluno demonstra que ele está incorporando essa competência;
4 – O Projeto que está sendo executado pelo aluno demonstra que ele necessita incorporar essa competência.
Circule o número, conforme escala acima,  que melhor representa o desempenho do aluno:
Competências requeridas do Administrador

    AVALIAÇÃO
    1
SUPERA    2
ATENDE    3
ESTÁ
INCORPORANDO    4
NECESSITA INCORPORAR
Capacidade para interpretar a realidade, reconhecer e definir o problema, equacionando soluções que evidenciem o pensamento estratégico e que introduzam modificações no processo, transferindo-lhe conhecimentos da vida e da experiência;    1    2    3    4
Capacidade para compreender processos, tomar decisão e resolver problemas, ordenando as atividades e programas, decidindo entre alternativas.    1    2    3    4
Iniciativa e criatividade na determinação do problema e soluções propostas.    1    2    3    4
Capacidade de expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional.    1    2    3    4
Raciocínio lógico, crítico e analítico, que estabeleça relações formais causais entre os fenômenos, que culminem com o processo de tomada de decisão.    1    2    3    4
Visão sistêmica e estratégica, demonstradas na compreensão do todo, de modo integrado e sistêmico.    1    2    3    4
Capacidade para propor e implementar modelos de gestão inovadores.    1    2    3    4
Total: ? : 7 =   (*)                
(*)Caso o resultado esteja entre 2,1 e 3, o aluno deve ser orientado para incorporar as competências classificadas como 3.
Caso o resultado esteja entre 3 e 4, o aluno deve ser orientado para incorporar as competências requeridas do Administrador, sob risco de ter seu Projeto de Atividades reprovado.

12.    Após o último encontro, Orientador e Aluno devem responder juntos aos itens abaixo:
12.1     Como foi o desempenho do estagiário em termos de iniciativa, envolvimento, cumprimento das etapas estabelecidas no cronograma de atividades e relacionamento humano?








 

11.2 Seguindo a escala abaixo, façam uma avaliação de cada uma das competências requeridas do futuro Administrador:
1 – O Projeto depositado demonstra que o aluno possui essa competência em grau acima do requerido (o resultado do aluno Supera);
2 – O Projeto depositado demonstra que o aluno possui essa competência no grau que atende o requerido (o resultado do aluno Atende); 
3 – O Projeto depositado demonstra que o aluno está incorporando essa competência;
4 – O Projeto depositado demonstra que o aluno necessita incorporar essa competência.
Competências requeridas do Administrador

    AVALIAÇÃO
    1
SUPERA    2
ATENDE    3
ESTÁ
INCORPORANDO    4
NECESSITA INCORPORAR
Capacidade para interpretar a realidade, reconhecer e definir o problema, equacionando soluções que evidenciem o pensamento estratégico e que introduzam modificações no processo, transferindo-lhe conhecimentos da vida e da experiência;    1    2    3    4
Capacidade para compreender processos, tomar decisão e resolver problemas, ordenando as atividades e programas, decidindo entre alternativas.    1    2    3    4
Iniciativa e criatividade na determinação do problema e soluções propostas.    1    2    3    4
Capacidade de expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional.    1    2    3    4
Raciocínio lógico, crítico e analítico, que estabeleça relações formais causais entre os fenômenos, que culminem com o processo de tomada de decisão.    1    2    3    4
Visão sistêmica e estratégica, demonstradas na compreensão do todo, de modo integrado e sistêmico.    1    2    3    4
Capacidade para propor e implementar modelos de gestão inovadores    1    2    3    4
Total: ? : 7 =        (*)                
(*) Se o resultado for 1, o aluno terá nota 10 no projeto;
Se o resultado for maior que 1 e menor que 2, Terá nota 9 no projeto;
Se o resultado for 2, terá nota 8 no projeto;
Se o resultado for maior que 2 e 3, terá nota 6;
Se o resultado for maior que 3 até 4, terá nota 4 e deverá refazer seu projeto.

PARECER DO ALUNO










PARECER DO ORIENTADOR DO ESTÁGIO


















PARECER DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

















 
1.1.2.    FORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS FINAIS E PARCIAIS

O “Estágio Curricular Supervisionado” tem duração não inferior a 300 horas. 
O aluno, que já estagia, ou que trabalhe em uma empresa na área administrativa, poderá aproveitar o estágio, ou a experiência na área administrativa, para a disciplina “Estágio Curricular Supervisionado”, desde que haja entre a Faculdade e a organização concedente do estágio, um contrato de estágio, e, com a empregadora do aluno, uma autorização, em papel timbrado da empresa, conforme modelo a seguir. 
No momento em que o aluno trouxer o Contrato de Estágio para assinatura do Coordenador do curso, ou a Autorização da empresa para a realização do estágio, os profissionais da Secretaria da Faculdade lhe orientarão sobre a necessidade de elaborar o Plano de Estágio, que deverá conter os elementos listados na Tabela a seguir – Elementos do Plano de Estágio. 
Para inscrever-se na disciplina “Estágio Curricular Supervisionado”, o aluno deverá, ao re-matricular-se, preencher a “Ficha de Identificação do Estágio”. Essa ficha permite o controle e a organização necessários à coordenação dos estágios, que, de acordo com o artigo 54 do Regimento da Faculdade, é exercida pelo Conselho Departamental e supervisionada por docentes por ele designado.
A seguir será apresentado o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado:


 
Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado

Objetivo
Estabelecer os critérios de realização e validação do Estágio Curricular Supervisionado dos alunos do curso de Administração de Empresas, bem como suas rotinas, seu processo de acompanhamento e avaliação. 

Características Gerais
O Estágio Curricular Supervisionado, requisito obrigatório para a obtenção do título de Bacharel em Administração de Empresas, constitui-se de instrumento de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e de relacionamento humano. Nele, o aluno tem a oportunidade de aplicar seus conhecimentos e adquirir experiência prática, e, com isso, enriquecer as competências incorporadas no processo de ensino aprendizagem em conformidade com o conteúdo das disciplinas cursadas na FIPEN. 
Nesse sentido, o Estágio Curricular Supervisionado é prática importante para a qualificação profissional do aluno e para capacitá-lo a identificar problemas e a propor soluções fundamentadas no contexto empresarial.

Base legal
O Estágio Supervisionado é uma exigência legal, regulamentado pela Lei Federal nº 6.494/77 e pelo Decreto nº 87.497/82. Além disso, a Resolução nº 04, de 13 de julho de 2005, do CNE, Câmara de Educação Superior, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, e dá outras providências, enumera, entre as modalidades de Trabalho de Curso, o Projeto de Atividades centrado em áreas teórico-práticas e de formação profissional relacionadas com o curso.

Considerações formais 
O estágio é uma atividade individual e poderá ser realizada em Organizações Públicas, Privadas, do Terceiro Setor, legalmente constituídas e que desenvolvam funções ou atividades relacionadas à ciência da administração. Também serão considerados os estágios realizados na Empresa Junior da FIPEN. 
Serão igualmente aceitos como estágio o período em que o aluno trabalhar com registro, nos moldes da CLT ou como sócio de empresa, devendo nessa hipótese, apresentar cópia da carteira de trabalho ou do contrato social da empresa. 
Não serão aceitos os trabalhos que não se enquadrem no escopo das atividades do administrador. 
A organização concedente do estágio deverá:
•    Emitir uma autorização, em papel timbrado da empresa, conforme modelo definido no Anexo I.
•    Emitir uma declaração de horas de estágio, conforme modelo definido no Anexo II.
•    Fazer, a favor do estagiário, um seguro de acidentes pessoais. Para o aluno que esteja estagiando na empresa em que trabalha, não há a necessidade do seguro de acidentes pessoais.
•    O aluno que não realizar o estágio seguindo os critérios aqui estabelecidos não poderá receber o diploma e o respectivo registro no CRA. 

Período e Duração 
O Estágio Curricular Supervisionado, parte integrante da grade curricular, tem duração de 300 horas e pode ser cumprido em uma ou mais empresas, podendo ser um processo contínuo, ou em duas fases de 150 horas cada, avaliadas ao seu término e entrega do relatório.
Caso o aluno opte por realizar as fases em empresas diferentes, deve haver uma autorização (Anexo I) e uma declaração de horas de estágio (Anexo II) de cada empresa.
Excepcionalmente, e desde que aprovado pelo Conselho Departamental, o aluno poderá realizá-lo antes do 7º período. 

Procedimentos para o desenvolvimento do Estágio 
Ao realizar o Estágio Curricular Supervisionado, o aluno, orientado pelo Professor Orientador do Estágio, cumprirá os procedimentos seguintes: 
a)     Entregar ao Professor Orientador do Estágio, a autorização para realização do estágio, em papel timbrado da empresa, conforme modelo definido no Anexo I ou cópia da carteira de trabalho ou do contrato social da empresa.
b)     Desenvolver e entregar um relatório, com base no Manual para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos da FIPEN e nos conhecimentos adquiridos até esta fase, conforme o roteiro a seguir:
•    Análise descritiva do Histórico – narrativa em ordem cronológica com as principais fases da empresa e os fatos mais marcantes da sua existência. Estrutura acionária e participação de grupos nacionais e internacionais, se for o caso.
•    Análise descritiva da Missão: negócios, objetivos, contribuição social, princípios éticos e de conduta. 
•    Descrição da área de atuação da empresa: descrição geral da empresa, área de atuação, instalações, estrutura, organograma funcional, produtos e serviços oferecidos, área de atuação do aluno.
•    Descrição da estrutura: descrição organizacional do(s) departamento(s) em que atuou, de suas atividades, com objetivos, desenvolvimento e resultados alcançados. 
•    Descrição do ambiente competitivo: deverá conter as principais forças do setor onde a empresa está inserida, analisando consumidores e aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio. 
•    Descrição das estratégias: identificar e descrever as estratégias adotadas pela empresa destacando seus diferenciais em relação aos concorrentes. 
•    Descrição das atividades primárias e de apoio da empresa: identificar e descrever as principais atividades financeiras, de marketing, serviços, operações, logística, recursos humanos, comerciais e demais que o aluno entenda relevantes para o posicionamento da empresa. 
c)     Entregar ao Professor Orientador do Estágio, a declaração de horas de estágio, conforme modelo definido no Anexo II, em papel timbrado da empresa.
O Relatório, autorização e declaração da empresa deverão ser encadernados com espiral, e entregues aos Professores Orientadores do Estágio mediante protocolo específico. 

Avaliação 
Os Professores Orientadores dos Estágios serão responsáveis pela avaliação do relatório do estágio, segundo os critérios Satisfatório ou Não Satisfatório, sendo que, no segundo caso, o relatório será devolvido ao aluno para ser refeito ou complementado até o fechamento do semestre letivo em questão, segundo calendário acadêmico vigente. 

Disposições Gerais 
Os casos não previstos neste regulamento serão analisados e resolvidos pelos Professores Orientadores dos Estágios juntamente ao Conselho Departamental e à Direção da FIPEN. 

Vigência 
Este regulamento aplica-se aos alunos do curso de Administração de Empresas da FIPEN, a partir de maio de 2008.

Bibliografia 
Resolução nº 4, de 13.07.2005, do Conselho Nacional de Educação.
Regimento de Estágio. Faculdade Armando Álvares Penteado- FAAP, 2005.
Manual do Estágio Curricular. FIPEN, 2006.
 
Anexo I




A U T O R I Z A Ç Ã O


Autorizamos (nome do aluno), portador do RG (número do RG), ocupante do cargo (mencionar o cargo) a fazer, no departamento (citar o nome do departamento em que o aluno estagiará) desta organização, sob a orientação de (mencionar o nome do profissional da empresa que desempenhará o papel de orientador de campo do estagiário), durante o período de (citar o início e o fim do período de estágio), o estágio de 300 (trezentas) horas, requeridas para a conclusão de seu curso de graduação, bacharelado, em Administração de Empresas, na FIPEN - Faculdade Instituto Paulista de Ensino. Estamos cientes de que ao término do período de estágio, devemos emitir, para a FIPEN, uma declaração de conclusão das horas de estágio.

Localidade e data
Carimbo e assinatura do departamento competente
 
Anexo II




D E C L A R A Ç Ã O




DECLARAMOS, para fins de comprovação de carga horária de estágio, junto à Faculdade Instituto Paulista de Ensino – FIPEN, que (nome do estagiário), portador do RG (número do RG), realizou Estágio nesta empresa, sob a orientação de (indicar o nome do profissional da empresa que orientou o estagiário), no período de (indicar o dia, mês e ano em que iniciou, e o dia, mês e ano em que concluiu o estágio), perfazendo a carga horária total de XXXX (número de horas por extenso) horas de estágio nesta empresa./


Localidade e data
Carimbo e assinatura do Profissional Competente.


 
Anexo I (Manual de Estágio Curricular e Trabalho de Curso Supervisionados)




A U T O R I Z A Ç Ã O


Autorizamos o empregado (nome do aluno), portador do RG (número do RG), ocupante do cargo (mencionar o cargo) a fazer, no departamento (citar o nome do departamento em que o aluno estagiará) desta organização, sob a orientação de (mencionar o nome do profissional da empresa que desempenhará o papel de orientador do estagiário), durante o período de (citar o início e o fim do período de estágio), o estágio de 300 (trezentas) horas, requeridas para a conclusão de seu curso de graduação, bacharelado, em Administração de Empresas, na FIPEN - Faculdade Instituto Paulista de Ensino. Estamos cientes de que ao término do período de estágio, devemos emitir, para a FIPEN, uma declaração de conclusão das horas de estágio...................................................................................................................









Localidade e data
Carimbo e assinatura do Profissional competente
 

1.1.3.    RELAÇÃO ALUNO/PROFESSOR NA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO

Os alunos da disciplina “Estágio Curricular Supervisionado” são orientados pelos professores, que assumem a função de Orientadores Acadêmicos. O acompanhamento da prática organizacional, desenvolvida nos campos de estágios, será de responsabilidade direta do Professor Orientador designado pela Coordenação do Curso.
Para melhor incorporação das competências pelo aluno, os orientadores Acadêmicos tem no máximo 10 alunos por orientador.

1.1.4.    PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES INTERNAS E EXTERNAS

Para realização dos Estágios, os alunos recebem orientação na FIPEN, além de realizar atividades nas empresas em que estagiam, podendo fazer a integração dos conhecimentos adquiridos em sala para o ambiente empresarial. 

1.1.5.    PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES SIMULADAS

O aluno participa em atividades reais ou simuladas de Administração durante o Curso da seguinte forma:
•    Estágio Curricular Supervisionado;
•    Trabalho de Curso;
•    Atividades Práticas desenvolvidas em sala ou por meios de projetos;
•    Atividades Complementares de apoio ao desenvolvimento do alunado;
•    Atividades extensionistas promovidas pela FIPEN.

Os alunos são orientados para, sempre que possível, integrarem estas atividades ao Estágio Supervisionado.

1.1.6.    ABRANGÊNCIA DAS ATIVIDADES E ÁREAS DE FORMAÇÃO

O Estágio sempre abrange as diversas áreas de formação do Curso, pois aplica os conhecimentos de forma integrada.

1.1.7.    ADEQUAÇÃO DA CARGA HORÁRIA

O Estágio, conforme a proposta curricular da FIPEN, realiza-se com, no mínimo 300 horas. 

 
1.2.    ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Por meio das Atividades Complementares, a Coordenação do Curso estabelece diretrizes que permitem ao estudante trilhar sua própria trajetória acadêmica, preservando sua identidade e sua vocação. 
Tais atividades ampliam o espaço de participação do aluno no processo didático-pedagógico, no qual deve ser sujeito da relação pedagógica, consoante a tendência da legislação e das políticas educacionais no sentido de flexibilizar os cursos, oportunidade ao aluno para buscar uma formação de acordo com suas aptidões.
A FIPEN – Instituto Paulista de Ensino Superior, objetivando um curso de Administração mais dinâmico, com ênfase especial no estímulo da capacidade criativa e da co-responsabilidade do aluno no processo de sua formação definiu, em regulamento próprio, que, para a integralização curricular, o aluno deve cumprir uma carga horária mínima de 213 horas referentes a Atividades Complementares.
As Atividades Complementares são desenvolvidas ao longo de todo o curso em desdobramentos que correspondam a disciplinas especiais e atividades diversas, conforme a orientação da Coordenação e aprovação do Colegiado de Curso. 
Na FIPEN são ofertadas as seguintes atividades complementares:



ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFERTADAS PELA FIPEN    CARGA HORÁRIA POR PERÍODO
Oficina de Teatro    24h
Mentoring    16h
Oficina de Redação    12h
Plantões com professores titulares    45h
Revisão de Estatística    24h
Revisão de Matemática    24h


São ofertadas, ainda, diversas Atividades Complementares de Ensino, Pesquisa e Extensão, conforme citados nos itens 1.9 e 1.10.

A seguir se encontra o Regulamento das Atividades Complementares.

 
Regulamento das Atividades Complementares

Art. 1º As Atividades Complementares integram a parte flexível do currículo do curso de graduação em Administração, ministrado pela FIPEN – Instituto Paulista de Ensino Superior, sendo o seu integral cumprimento indispensável para a obtenção do diploma de graduação.
Parágrafo único. A FIPEN – Instituto Paulista de Ensino Superior é identificada, doravante, como Faculdade.
Art. 2º As Atividades Complementares são coordenadas por professor, designado pelo Coordenador do Curso, sendo subordinado ao titular desta.
Parágrafo único. A coordenação das Atividades Complementares é privativa de docente dos Cursos, responsável por disciplina ou atividade profissionalizante.
Art. 3º Compõem as Atividades Complementares as seguintes disciplinas e atividades:

ITEM    DISCIPLINAS/ATIVIDADES
I    Disciplinas extracurriculares, oferecidas pela FIPEN –Instituto Paulista de Ensino Superior.
II    Projetos de pesquisa ou iniciação científica, orientados por docente da Faculdade, aprovados pelo Conselho de Curso.
III    Programas de extensão, sob orientação de professor da Faculdade, aprovados pelo Conselho de Curso.
IV    Cursos de extensão na área de interesse do curso ou de atualização cultural ou científica.
V    Programas de atualização de conteúdos de formação profissional ou de desenvolvimento pessoal, ofertados pela FIPEN.
VI    Projetos desenvolvidos com as parcerias/convênios.
VII    Laboratórios ou oficinas com conteúdos considerados pertinentes ao Curso e ofertados pela FIPEN ou em convênio com outra Instituição.
VIII    Aulas e atividades com o objetivo de recuperar conteúdos do Ensino Médio ou auxiliar ao aluno no desenvolvimento das disciplinas.

§ 1º O cumprimento da carga horária total das Atividades Complementares para o Curso de Administração deve ser realizado em, pelo menos, seis semestres. 
§ 2º Cabe ao Coordenador da Atividade Complementar realizada orientar o aluno na frequência e certificação dessas atividades, com recurso para os Coordenadores de Cursos e, deste, em instância final, para o Conselho do Curso.
Art. 4º As Atividades Complementares devem atender às seguintes normas gerais:
I - São consideradas disciplinas extracurriculares para validação como Atividades Complementares, as disciplinas oferecidas pela Faculdade ou outras Instituições de Ensino Superior (IES), fora do horário regular das aulas e cujo conteúdo não esteja integralmente contemplado por nenhuma disciplina do currículo;
II - As disciplinas de áreas afins, assim definidas pelo Conselho de Curso, pertencentes aos demais cursos da Faculdade ou de outras IES, são consideradas disciplinas extracurriculares;
III - A validação de qualquer das atividades, definidas no artigo anterior, depende de prévia aprovação do Coordenador das Atividades Complementares;
Art. 5º Cabe ao aluno comprovar, junto à Coordenadoria do Curso, a sua participação nas atividades previstas no art. 3º, após prévia aprovação da Coordenação das Atividades Complementares, em formulário próprio.
Parágrafo único. Compete à Coordenação do Cursos encaminhar à Secretaria da Faculdade as comprovações das atividades de que trata este artigo.
Art. 6º O presente regulamento só pode ser alterado pelo voto da maioria absoluta dos membros do Conselho de Curso.
Art. 7º Compete ao Conselho de Curso dirimir dúvidas referentes à interpretação deste regulamento, assim como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários.
Art. 8º Este regulamento entra em vigor imediatamente após a autorização do primeiro curso de graduação e credenciamento da Faculdade, devendo os itens das atividades complementares ser revistos semestralmente.

2 – CORPO DOCENTE
2.1.    COMPOSIÇÀO DO NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Conforme a portaria 01/2010 de 26/04/2010 o NDE é regulamentado da seguinte forma:
O Diretor da Faculdade Instituto Paulista de Ensino - FIPEN, usando das atribuições que lhe foram delegadas pelo artigo 14 das Normas Regimentais, aprovado pela Portaria MEC nº 3.211, publicado no DOU de 05/11/2003, expede a Presente Portaria, nomeando o coordenador e os membros do NDE – Núcleo Docente Estruturante do Instituto Paulista de Ensino:
Art. 1º  O Núcleo Docente Estruturante será composto por cinco docentes, sendo um deles o coordenador. Todos os docentes indicados para esse núcleo deverão ter no mínimo o curso Strictu Senso e dedicação de tempo integral ou parcial, sendo, no mínimo, um docente em tempo integral.
Art. 2º. – São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
- Receber e analisar as propostas de mudança atual de grade oriunda dos professores, alunos, entidades de auto avaliação, avaliação externa, e devido alterações legais, ou de mercado, ou outra em vigor.
- Propor sempre que necessário, a revisão do Projeto Pedagógico, além da atualização semestral, principalmente das ementas, bibliografias e conteúdos.
- Propor projetos que contribuam com o curso a fim de melhor realizar as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Osasco, 26 de Abril  de 2010
Diretor  
Prof. Joaquim Augusto Figaro Roque

A seguir apresentamos uma breve descrição do Corpo Docente:
A FIPEN incentiva a participação de todo o Corpo Docente na construção e revisão dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, sendo que todos elaboram e revisam as suas disciplinas, as suas práticas metodológicas e as formas como os conteúdos se integram para colaborar com a interdisciplinaridade e conseqüentemente viabilizar as competências e habilidade previstas nos projetos pedagógicos. 
Em conformidade a esta política, a FIPEN delegou a um grupo de docentes, que compõe o Núcleo Docente Estruturante (NDE), a responsabilidade pela elaboração do Projeto Pedagógico do Curso. Destaca-se que, durante todo o processo, foram realizadas consultas ao conjunto de docentes. O NDE realiza a condução dos processos de elaboração, difusão e revisão dos Projetos, possibilitando a melhoria contínua.

O NDE do Curso de Administração da FIPEN é formado pelos Professores:
•    Prof. Dr. Victor Wolowski Kenski- Coordenador do Curso
•    Profª.Dra.Maria Lúcia Gili Massi
•    Profª. Dra.Adriana Clementino
•    ProfºDr. Frank Ferrer
•    Prof. Dr. Alexandre dos Santos
•    Profº.Me. Claudio Dalmolin
•    
Os critérios para seleção dos docentes que compõe NDE foram:
•    Envolvimento dos docentes com o Projeto Pedagógico do Curso;
•    Titulação;
•    Relação da formação dos docentes com a área do Curso;
•    Experiências profissionais na área do Curso;
•    Conhecimento e clareza pelos docentes da missão, dos objetivos e da cultura institucional;
•    Carga horária do docente na Instituição.


2.2.    TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR DO CURSO

O coordenador procura articular de modo alinhado a variedade de dimensões que estão sob sua responsabilidade, transitando entre o corpo docente e o corpo discente com espírito conciliador, visando construir uma relação favorável e ética entre as partes, e fazendo a gestão do curso com atenção na Educação, nos desempenhos de alunos e professores, na demanda do mercado de trabalho, no respeito à diversidade, no índice de evasão, dentre outros, para que sejam realizadas ações de melhoria quando necessárias. Nas reuniões do colegiado docente, discute-se o projeto pedagógico do curso visando seu aperfeiçoamento de modo participativo. O Coordenador, portanto tem o papel de incentivar o grupo para a melhoria contínua do curso, para o desenvolvimento e para a revisão dos processos e práticas.
O Coordenador é Professor Universitário há 06 anos, nas áreas de Marketing para Internet, Planejamento e Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas, Orientação de Estágios e Trabalho de Conclusão de Curso, sendo que leciona na FIPEN desde agosto de 2007.
Nome do Coordenador: Victor Wolowski Kenski
A formação acadêmica do Coordenador do Curso é a seguinte:
Graduação
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Curso: Engenharia Elétrica
Ano de Conclusão: 1975

Mestrado
Instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Curso: Administração Estratégica
Ano de Conclusão: 1979

Doutorado
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Curso: Administração 
Ano de Conclusão: 2012


Atuou como Diretor Comercial em diversas empresas sendo que na Coencisa Industria de Comunicações S.A foi, inclusive, Presidente durante 03 anos. Atuou, também, como Diretor Administrativo Financeiro e Diretor de Novos Projetos. Nos cargos de Direção atuou cerca de 19 anos, foi, ainda, Gerente de Projetos por 03 anos e Oficial da Marinha do Brasil por 6 anos. Desde 2003 atua como Diretor Comercial na Empresa Site Educacional, sendo que possui sólida formação na área do Curso.


2.3.    COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE

•    O Colegiado de Curso é composto pelo coordenador e pelos professores que ministrarão aula no curso. O Colegiado terá por atribuições o planejamento semestral das atividades, elaboração, atualização e manutenção dos projetos pedagógicos e planos de ensino e elaboração de propostas de eventos de pesquisa e extensão, para encaminhamento aos colegiados competentes. 
•    Colegiado de Curso, por meio de reuniões pedagógicas, que participam todos os docentes, e das ações cotidianas anteriores ou posteriores aos processos de autorização. Destaca-se que a FIPEN tem por habitualidade a participação efetiva dos professores, de forma democrática, construindo e revendo o projeto de forma contínua.
•    Área Administrativa, que constitui em todo o suporte operacional e que está muito integrada à Coordenação do Curso.

2.4.    TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE

O corpo social da FIPEN é adequado de forma quali-quantitativa para atender às necessidades do Curso.
Salientamos que as informações detalhadas estão descritas nos subitens a seguir, bem como estarão disponíveis para a comissão verificadora no período da visita in loco.

O corpo docente é o principal sustentáculo de qualquer programa educacional. Os professores do Curso são suficientes em número e reúnem competências associadas a todos os componentes da estrutura curricular. Sua dedicação será adequada à proposta do curso para garantir um bom nível de interação entre discentes e docentes.
Todos possuem qualificações adequadas às atividades que desenvolverão e foram recrutados, levando-se em consideração as características regionais em que está inserido o curso, bem como a concepção pedagógica proposta.
A competência global dos docentes poderá ser inferida de fatores como qualificação acadêmica, experiência docente, habilidade para a comunicação, entusiasmo para o desenvolvimento de estratégias educacionais mais efetivas, participação em sociedades educacionais e técnico-científicas, exercício efetivo de atividades educacionais, em áreas compatíveis com as do ensino nos programas dos cursos.




NOME DO DOCENTE    TÍTULAÇÃO 
Adalberto Tacini    Especialista
Adriana Clementino    Doutor
Alexandre dos Santos    Mestre
Andre Emanuel Cardoso    Especialista
Andréia Massa    Mestre
Claudio Dalmolin    Mestre
Frank Ferrer Sene    Doutor
Lindiane Viviane Moretti    Especialista
Maria Inês Zampolim Coelho    Mestre
Maria Lucia Gili Massi    Doutor
Renata Ferreira Tacini    Mestre
Victor W. Kenski    Doutor

3 - INFRA-ESTRUTURA
3.1.    SALA DOS PROFESSORES  E SALA DE REUNIÒES
Para os Professores, há a sala específica com 44 metros quadrados (6,60 m² x 6,70 m²), 1 mesa de reunião, 8 cadeiras, 2 sofás de dois lugares, 2 sofás de três lugares e 3 computadores.
.
3.2.    GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES
Os professores em tempo integral possuem sala com micro, internet, impressora, armários e condições para atendimento individual de alunos, além da possibilidade de desempenhar atividades próprias. 



3.3.    SALAS DE AULA
A Instituição oferece salas amplas de aula, com capacidade de 50 a 80 alunos, com dois quadros negros e ventiladores, sendo que está previsto alocar no máximo 50 alunos por sala. Apesar do tamanho, a Instituição nunca possui mais do 50 alunos em sala de aula.

3.4.    ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
A FIPEN possui terminais a disposição dos alunos, todos com acesso à internet e banda larga. O seu laboratório de informática, possui área de 70 metros quadrados (7m²x10 m²) e há 30 computadores disponíveis. Além desses, há mais três estações para uso na biblioteca.

3.5.    REGISTROS ACADÊMICOS
Todos os registros acadêmicos do aluno ficam disponíveis na secretaria geral, onde constam: matrículas, mensalidades, notas, disciplinas cursadas e a cursar.
A área de registros acadêmicos é informatizada, sendo empresa terceirizada que realiza a gestão do sistema. Há atualização, acompanhamento e manutenção constante, sendo que é possível o acompanhamento individualizado de cada aluno. 

3.6.    LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A FIPEN adquire toda a disciplina básica, sempre com no mínimo 3 títulos por disciplina. A compre é realizada conforme o semestre é ofertado, sendo que o número de exemplares é calculado na proporção mínima de 01 (um) exemplar para cada 6 (seis) alunos. 

3.7.    LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Os Livros da bibliografia complementar são adquiridos em número mínimo de 02 (dois) exemplares por turma, sendo que são no mínimo cinco títulos por disciplina. 

3.8.    PERÍODICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES
No início de cada semestre letivo, os docentes do curso indicam em seu Plano de Curso, os livros, periódicos, jornais e revistas específicas de interesse ao curso que por ventura não constem da relação do acervo da biblioteca. Desta forma é feito um pedido formal pela Coordenação do Curso à Biblioteca que providenciará a aquisição dos mesmos. Atualmente a FIPEN possui todos os periódicos que serão utilizados, de forma que abrange as necessidades das diversas áreas do Curso.

A cada ano, a Biblioteca realiza uma avaliação nas estatísticas de utilização de periódicos correntes, com o objetivo de colher subsídios para tomada de decisões para a renovação dos mesmos. A listagem dos títulos com seu respectivo uso é analisada pelos Coordenadores e pela Biblioteca, com o intuito de realizar:

•    Cancelamento de títulos que já não atendem as suas necessidades;
•    A inclusão de novos títulos necessários para o desenvolvimento do conteúdo programático e/ou atualização;
•    Manutenção dos títulos já adquiridos.

Observação: No caso de cancelamento e/ou inclusão de títulos, os Coordenadores devem encaminhar solicitação, para apreciação da Biblioteca. Todos os títulos indicados para compra são renovados automaticamente até a próxima avaliação de utilização da coleção. Durante o ano existe a possibilidade de inclusão e/ou cancelamento de títulos, desde que se enquadrem nos critérios já mencionados e que sejam aprovados pela Coordenação. 

3.9.    LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
A Instituição possui um laboratório de informática com área 70 metros quadrados (7m²x10 m²).  Ali, há 30 computadores disponíveis. Todos os computadores estão conectados na rede com acesso à internet com banda larga e programas específicos para o curso.
Conforme citado anteriormente, a FIPEN disponibiliza para o curso terminais, todos com acesso à internet e banda larga, no laboratório e na biblioteca. 
Os microcomputadores possuem pacote office atualizado, media player; Cd player'; dvd player; celular; e-mail;internet para pesquisa; vídeos; planilhas eletrônicas; editor de textos; criação de formulários eletrônicos na internet.
O Curso utiliza softwares específicos para as disciplinas, destacando-se para atividades de simulação em empreendedorismo, plano de negócios, elaboração de fluxograma e de folha de pagamento.

3.10.    INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
Diariamente são realizadas vistorias nos laboratórios com objetivo de avaliar as condições de uso e providenciar os ajustes/correções imediatamente, na verificação podemos destacar as seguintes atividades:
•    Verificação da rede interna;
•    Condições de acesso à Internet;
•    Verificação do sistema operacional;
•    Checagem dos softwares a serem utilizados em aula;
•    Verificação das condições de funcionamentos dos computadores e periféricos;
•    Atualização diária do software antivírus.

As turmas que utilizam os Laboratórios Pedagógicos são divididas em grupos, para melhor aproveitamento. Os grupos de alunos definem estratégias e políticas  e ferramentas de ensino-aprendizagem a serem utilizadas nas escolas ou espaços correlatos.
O laboratório de informática e os equipamentos são utilizados inicialmente para nivelar o conhecimento relativo a informática. Em seguida utiliza-se o editor de texto para elaborar os trabalhos acadêmicos e ainda o uso da Internet é fundamental para as pesquisas em sites especializados como CAPES, ANPED e outros indicados pelo professor 
Durante o Curso os alunos utilizam os laboratórios em diversas disciplinas, com programas específicos ou gerais, para desenvolver projetos acadêmicos ou aplicados à área de Administração, com o acompanhamento do docente ou individualmente, conforme a necessidade.
As atividades de ensino desenvolvidas nos laboratórios são uma prerrogativa do professor que apresenta tais atividades em seu plano de ensino e os expõe no final do Semestre para toda comunidade acadêmica.
Periodicamente são realizadas reuniões com os professores da área de informática, e da manutenção de equipamentos, com a finalidade de discutir os avanços tecnológicos na área de informática para viabilizar a substituição dos computadores outros recursos do laboratório de informática. No caso de materiais, os softwares existentes no mercado são analisados e sugeridos para a aquisição, neste caso são preenchidos formulários específicos, que são encaminhados para o setor de compras, que providenciará a negociação da aquisição. Também são consideradas as observações dos Docentes no Colegiado de Curso.

3.11.    LANCHONETE
Na Lanchonete há 138 metros quadrados (9,60 m² x 14,40 m²), 6 funcionários, 5 freezer, 1 balança digital e 21 mesas com 6 lugares.

3.12.    3.13.6.MONITORIA
O espaço disponível para a monitoria corresponde a 7 metros quadrados (2,47 m² x 2,85 m²), 1 funcionário e 1 computador.

3.13.    3.13.7.COPIADORA
Para a copiadora há cerca de 10 metros quadrados (3,20 m² x 3,00 m²), 1 funcionários e 2 máquinas de grande parte.

3.14.    3.13.8.ANFITEATRO
O anfiteatro FIPEN possui 75 metros quadrados (5,00 m²  x 15,00 m²), 1 TV 29 polegadas, 1 DVD, 1 vídeo e 1 lousa (quadro branco)

3.15.    3.13.9.SALA DE MÍDIA
A Sala Multimídia possui 52 metros quadrados (9,80 m² x 5,33 m²), 1 computador e 1 projetor CTX.

3.16.    3.13.10.PÁTIOS COBERTO
No segundo andar, há o Pátio Coberto com 261 metros quadrados (10,40 m² x 25,10 m²), 15 mesas e 60 cadeiras, 1 quadro negro e 2 banheiros.
O terceiro andar possui área livre de 80 metros quadrados (8,10 m² x 9,90 m²) 

BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. 2004
BRASIL. Portaria n.º 2051, de 09 de julho de 2004. 2004.
BRASIL. Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005. 2005.
Freitas, A.L.P. A Auto-Avaliação de Instituições de Ensino Superior: Uma Importante Contribuição para a Gestão Educacional. UENF.
MEC/CONAES/INEP. Diretrizes para Auto-Avaliação das Instituições. 
__________________. Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições. 2004.
SINAES/ENADE – Questionário Socioeconômico. 
http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/perguntas_frequentes.htm