11/08/2011


Diferenciais do curso de Pedagogia da FIPEN

Diferenciais do curso de Pedagogia da FIPEN

No dia 11 de agosto de 2011 ocorreu no auditório da FIPEN – Faculdade Instituto Paulista de Ensino – uma palestra de apresentação do novo curso de Pedagogia da instituição. Na ocasião, José Roberto Rogero, diretor cadêmico da FIPEN, falou sobre a grade curricular diferenciada, disposta em módulos, de quatro anos. “A Nova Pedagogia que propomos em nosso curso é a Gestão de Aprendizagem. Para a FIPEN, ter um curso de Pedagogia é olhar para o futuro – nosso país precisa de educação”, afirmou. A proposta do curso foi aprovada com nota máxima pelo MEC (Ministério da Educação e Cultural).

 

Paula Carolei, coordenadora do curso, mostrou em sua palestra um pouco do histórico da educação nos últimos 100 anos. “Antes, o principal canal de comunicação e de educação eram os livros, a escola. Há 50 anos, começaram a surgir outros canais, como o rádio, a TV. Mas o principal canal ainda era a escola. Hoje, as pessoas estão cada vez mais conectadas em novas mídias, e mais imersas no conhecimento. Temos mais dispositivos tecnológicos e digitais. Recebemos cada vez mais informação e é preciso saber gerenciar tudo isso”.

 

Segundo Paula, o cenário atual de aula está refletindo tudo isso. “O aluno de hoje quer participar mais. O emissor do conhecimento tem que saber gerenciar tudo isso, porque informação, apenas, não é conhecimento. É preciso, diante de tanta mudança, estruturar tempo, espaço, carreira e aprendizado. Não dá mais para usar o mesmo método para todo mundo. Educador perfeito não existe. O que pretendemos para o professor do futuro é que ele esteja em novos espaços educacionais. Mudou a forma de ver o mundo”.

 

Paula explicou que hoje, além de se aprender na escola, aprende-se também assistindo TV, na empresa, na internet e nas redes sociais, nos espaços ccomunitários, em bibliotecas, em museus, hospitais, jogos, etc... “Mesmo na escola há vários tipos de gestores de aprendizagem: coordenadores, orientadores, psicopedagogos, supervisores de ensino, professores de matérias pedagógicas e oficinas, educadores de matérias inclusivas... Nas universidades corporativas a demanda por gestores de aprendizagem é grande. Em treinamentos, nos precessos de coaching e mentoring, em instituições de saúde, para educar crianças com doenças crônicas, etc. É preciso que haja um porfissional capaz de organizar e gerenciar todas essas novas ferramentas de ensino”, finalizou a coordenadora.

 

Vany Kensky, idealizadora do curso, contou um pouco sobre como o projeto surgiu. “A pesquisa para este curso vem de muito tempo. É fruto de muito estudo! E pesquisa boa é aquela que incomoda. Trabalho com educação a vida inteira, então sinto que preciso fazer alguma coisa para melhorar a nossa educação. Mas é preciso chão, escola, construção. A experiência com meus alunos e pesquisas foi o que deu forma a esse curso”, comenta.

 

Por volta de 1997, a equipe que Vany coordenava na Usp (Universidade de São Paulo) apresentou a pesquisa ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e recebeu o apoio para desenvolvê-la. “O curso foi moldado em módulos, cada qual tratando de um público em processo de aprendizagem diferente: infantil, adulto, corporativo, etc. O curso é presencial, mas teremos um diálogo permanente com as tecnologias. É um trabalho integrado, com foco na interdisciplinaridade. Com esse curso, mudamos a concepção de formação e o próprio MEC, quando nos avaliou, percebeu a importância dessa mudança”, explicou Vany.

 

O pedagogo formado por esse curso será capaz de trabalhar em todos os espaços formais e não formais de aprendizagem. Não dará aula só para ensino infantil e creche, mas também para adultos, para pessoas com necessidades especiais, e para qualquer um que queira aprender, num trabalho coletivo. Se as formas de aprender são outras, é preciso orientar esse novo processo de aprendizagem.

 

Vany completou sua explicação sobre o curso com um apanhado do que será visto pelos alunos ao longo do curso: “No primeiro semestre, situaremos os alunos no novo contexto de aprendizagem. No segundo semestre, trataremos da educação infantil, falando da psicologia e sociologia das crianças de hoje -  questões corporais, de saúde, de novas tecnologias, como trabalhar a energia da nova criança, suas atitudes e valores (individuais e sociais). No terceiro semestre, falaremos sobre o Ensino Fundamental I, tratando a alfabetização num conceito mais amplo de leitura das disciplinas, como matemática, ciências, libras, meio ambiente, etc... No quarto semestre, trataremos do Ensino Fundamental II, mostrando aos alunos que eles não estão aprendendo só para fazer prova, e sim para discutir o conhecimento adquirido. No sexto semestre, falaremos da Educação Corporativa – aprender a gerenciar a aprendizagem em espaços empresariais. No sétimo semestre, será a vez da aprendizagem do profissional, que deverá compreender e vivenciar o trabalho do pedagogo. O oitavo semestre tratará de educação aberta e à distância, dando abertura para todos os espaços (físicos e virtuais) possíveis em educação, buscando a autonomia do aluno. Os estágios serão menores, porém mais abrengentes, sendo realizados em escolas infantis, em ONG's, escolas de ensino fundamental e no próprio Colégio Anglo Leonardo da Vinci - que formará professores com sua própria base e estrutura -, além de órgãos governamentais, empresas privadas, hospitais, asilos, etc. No semestre final o curso será produzido em EAD (Ensino Aberto à Distãncia), porque não dá para estar perto para ensinar à distância. É o momento do TCC e de fazer sua própria formação”, concluiu.

 

Grade curricular diferenciada, modular, de quatro anos.

Para a FIPEN, ter um curso de Pedagogia é olhar para o futuro – nosso país precisa de educação (Diretor Rogero).

Essa proposta foi aprovada com nota máxima do MEC. O projeto não surgiu do nada. É fruto de muito estudo!

O Colégio Anglo Leonardo da Vinci formará professores com sua própria base e estrutura.

 

Paula Carolei

 

Há 100 anos atrás, o principal canal de comunicação e de educação eram os livros, a escola.

Há 50 anos, haviam outros canais, como o rádio, a TV. Mas o principal canal ainda era a escola.

Hoje, as pessoas estão cada vez mais conectadas, e mais imersas no conhecimento.

Temos mais dispositivos tecnológicos e digitais. Recebemos cada vez mais informação e é preciso saber gerenciar tudo isso.

Tudo se transforma em jogo. O cenário atual de aula está refletindo tudo isso. O aluno de hoje qerparticipar mais. O emissor da informação tem que saber gerenciar tudo isso, porque informação, apenas, não é conhecimento. É preciso, diante de tanta mudança, estruturar tempo, espaço, carreira e aprendizado. Não dá mais para usar o mesmo método para todo mundo. Educador perfeito não existe. O que pretendemos para o professor do futuro é que ele esteja em novos espaços educacionais. Mudou a forma de ver o mundo, de sonhar.

A Nova Pedagogia que propomos em nosso curso é a Gestão de Aprendizagem.

Hoje, além de se aprender na escola, aprende-se na empresa,na TV, na internet e nas redes sociais, nos espaços comunitários, em bibliotecas, em museus, hospitais, jogos, etc...

Mesmo na escola há vários tipos de gestores de aprendizagem: coordenadores, orientadores, psicopedagogos, supervisores de ensino, professores de matérias pedagógicas e oficinas, educadores de matérias inclusivas...

Nas universidades corporativas a demanda por gestores de aprendizagem é grande. Em treinamentos, nos processos de coaching e mentoring, em instituições de saúde, para educar crianças com doenças crônicas, etc. É preciso que haja um profissional capaz de organizar e gerenciar todas essas novas ferramentas de ensino.

 

Vany Kensky

 

A pesquisa para este curso vem de muito tempo. Pesquisa boa é aquela que incomoda. Trabalho com educação a vida inteira, então sinto que preciso fazer alguma coisa para melhorar a nossa educação. Mas é preciso chão, escola, construção. A experiência com meus alunos e pesquisas foi o que deu forma a esse curso.

Em 97/98, apresentamos a pesquisa no CNPq e eles apoiaram. Com esse curso, mudamos a concepção de formação e o próprio MEC, quando nos avaliou, percebeu a importância dessa mudança.

 

O curso foi moldado em módulos. Em cada módulo tratamos de um público em processo de aprendizagem diferente: infantil, adulto, etc...

Se as formas de aprender são outras, é preciso orientar esse novo processo de aprendizagem.

Há muita coisa errada na internet. O professor precisa ser um guardião do saber.

A profissão vai bem no que diz respeito a salários, diferentemente de antes.

Não aprenderemos a desenvolver softwares, mas a ensinar a usá-los.

 

O curso é presencial, mas teremos um diálogo permanente com as tecnologias. Terá que ser um trabalho integrado, com foco na interdisciplinaridade.

O pedagogo que sair do curso será capaz de trabalhar em todos os espaços formais e não formais de aprendizagem. Não dará aula só para ensino infantil e creche, mas para adultos, para qualquer um que queira aprender, num trabalho coletivo.

No primeiro semestre, situaremos os alunos no novo contexto de aprendizagem.

No segundo, semestre, trataremos da educação infantil,falando da psicologia e sociologia das crianças de hoje. Questões corporais, de saúde, de novas tecnologias, como trabalhar a energia da nova criança, suas atitudes e valores (individuais e sociais).

No terceiro semestre, falaremos sobre o Ensino Fundamental I, tratando a alfabetização num conceito mais amplo de leitura das disciplinas, como matemática, ciências, libras, meio ambiente, etc...

No quarto semestre, trataremos do Ensino Fundamental II, mostrando aos alunos que eles não estão aprendendo só para fazer prova, e sim para discutir o conhecimento adquirido.

No sexto semestre, falaremos da Educação Corporativa – aprender a gerenciar a aprendizagem em espaços empresariais.

No sétimo semestre, será a vez da aprendizagem do profissional, que deverá compreender e vivenciar o trabalho do pedagogo.

O oitavo semestre tratará de educação aberta e à distância, dando abertura para todos os espaços (físicos e virtuais) possíveis em educação, buscando a autonomia do aluno.

 

Os estágios serão menores, porém mais abrangentes, sendo realizados em escolas infantis, em ONG's, escolas de ensino fundamental e no próprio Colégio Anglo Leonardo da Vinci, além de órgãos governamentais, empresas privadas, hospitais, asilos, etc.

No semestre final o curso será produzido em EAD (Ensino Aberto à Distância), porque não dá para estar perto para ensinar à distância. É o momento do TCC e de fazer sua própria formação.

 

 




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